Confraria Frutos do Garimpo

Amigos, nesse garimpo que venho fazendo há anos por nossa vinosfera, toda a hora me deparo com algumas pérolas e bons vinhos porém nem sempre ao preço certo. Mais raramente, no entanto, dou de cara com algumas belas ofertas desses mesmos vinhos que merecem ser compartilhados com os amigos então decidi começar esta exclusiva Confraria Frutos do Garimpo - Logoconfraria de compras e oportunidades como forma de compartilhar esses Frutos do Garimpo. Não, não é mais um clube de vinhos, é uma Confraria, não havendo quaisquer cobranças mensais ou obrigação de compra.

Mensalmente, a partir de Setembro, sujeito a disponibilidade montarei uma série limitada de caixas (avisarei a quantidade disponível nas chamadas mensais) com 4 garrafas destes achados, frutos do meu garimpo. A cada mês os valores mudam (devendo ficar entre R$200 a 350) e os vinhos mudam, podendo até haver maior disponibilidade num ou noutro mês ou não haver nenhuma oferta já que, lembrando, são Frutos do Garimpo e aquela “pepita” nem sempre dá as suas caras e quando dá são de pouca monta! Podem ser duas garrafas de um mesmo vinho e as outras de dois vinhos diferentes, podem ser duas garrafas de dois rótulos, a cada mês a história será diferente, o objetivo é compartilhar as pepitas achadas nas entranhas de nossa vinosfera. Passo os preços com minha resenha dos vinhos e você compra se quiser e quando quiser, tendo tempo para pesquisar, porém como as quantidades serão limitadas a venda será realizada aos primeiros que confirmarem e somente uma caixa por pessoa.

O foco será, obviamente, na qualidade atrelada a um preço abaixo da média do mercado, diversidade de estilos e uvas, sendo coerente com tudo o que venho escrevendo já faz anos. Eventualmente poderei me deparar com outros frutos que não vinho, por exemplo um acessório, no qual o conceito também se aplique e o incluirei para apreciação dos confrades. Pintou oportunidade na minha praia, a idéia será compartilhá-la com você e disponibilizá-la aos confrades e confreiras se houver quorum. A confirmação da reserva se dará através de depósito em conta, após o qual faremos a entrega que será gratuita em Cotia,Alphaville e nos seguintes bairros de São Paulo > Morumbi, Vila Olímpia, Itaim, Jardins, Pinheiros e Butantã. Qualquer outro local de entrega ficará sujeito a cobrança de frete junto com o depósito da reserva e avisado antecipadamente. Eventualmente, poderá ser retirada na Vino & Sapore por aqueles que moram na região da Granja Viana, no entanto os Frutos do Garimpo não estarão disponíveis na loja e, caso venham a estar nas prateleiras, estarão com preço de mercado.

Gostou da idéia, tem interesse em participar? Pois bem, preencha o formulário em clicando aqui e assim que tenha o primeiro “KIT” pronto, deve ser Setembro, lhe enviarei e-mail com os Frutos do Garimpo do mês e as resenhas. Estes achados não serão divulgados na internet ou em redes sociais, então sua inscrição na Confraria “Frutos do Garimpo” será a única forma de você vir a ter acesso a eles.

Kanimambo a todos que vierem a apoiar este novo projeto que se inicia agora em Setembro de 2015. Bem vindos a bordo e espero que a viagem seja prazerosa!

Cinco Pontos a Ter em Mente na Hora da Compra de Vinhos

cincoSempre bom lembrar, mesmo para os que já iniciaram seu caminho pelas estradas de Baco, e esse texto publiquei mês passado na revista Cotiana da Aetec. As duvidas podem ser muitas e as armadilhas idem (tipo o melhor vinho do mundo), mas não se sinta só, pois duvidas é que não faltarão nessa fantástica viagem  por nossa vinosfera e nunca cessarão, mas espero que estas dicas possam lhe ajudar em suas próximas compras.

1 – A uva no vinho. Não dê demasiada importância neste quesito, explore! Será que aquele Cabernet ou  Malbec que você tanto gosta realmente é elaborado com 100% dessa uva que é o que dizem ser um varietal? Você sabe o que está bebendo? Pessoalmente tenho uma queda pelos blends, prefiro sempre o conjunto da obra, porém o que poucos sabem é que muito desses varietais realmente são blends, uma composição de diversas uvas. A legislação na maioria dos países produtores, determina que se um vinho tiver no mínimo 85% de uma uva, este pode ser rotulado como tal sem que haja qualquer informação quanto aos 15% de conteúdo restantes! Não se prenda a uma única uva ou uma única origem, explore pois o melhor desse mundo prazeroso de Baco é o garimpo, a viagem por novos sabores.

2 – Comprando Pontos? Pontuações nos vinhos são indicações ou tendências de qualidade e não devem servir de única base para sua escolha, tão pouco serem tomadas como conceitos de absoluta qualidade. Esse é mais um equívoco que muitos praticamos com maior ou menor parcimônia e há que se desmistificar essa prática até porque alta pontuação num vinho não quer dizer que ele agradará seu palato da forma como o fez a quem pontuou. MUITO cuidado com as chamadas dos marqueteiros de plantão para os ditos “melhores do mundo”, isso é uma tremenda enganação que não existe, uma verdadeira armadilha para pegar os mais desavisados! Há um monte de rótulos de muita qualidade sem qualquer pontuação e outros altamente pontuados que nem sempre performam como esperado em nossas taças, então não dê demasiada importância a esse tema, parcimônia é nome do jogo aqui.

3 – Idade, quanto mais velho melhor? – Ledo engano, verdadeira história para boi dormir e uma das maiores falácias de nossa vinosfera que provoca muitos erros na hora da compra. Existem vinhos feitos para serem tomados jovens, a grande maioria, e outros para guardar ou deixar para serem tomados com mais idade e mesmo estes com capacidade de guarda é importante saber onde e em que condições foram guardados. Muitos descontos grandes são dados em vinhos “mortos”, olho vivo. Não compre vinhos antigos (mais de cinco/seis anos) sem saber de seu histórico de vida e se forem vinhos brancos então, mais cuidado ainda!

4 – Só vinhos caros são bons. Mais uma falácia que o mercado e os maus vendedores tentam repassar para o apreciador do vinho. Vinhos bons são caros sim, mas o inverso não é verdadeiro existem vinhos bons em todas as faixas de preço. Se você está na fase dos Reservados, não adianta sair queimando uma nota num “Brunelão” que provavelmente você não irá apreciar, mas há coisas bem melhores por preços similares. Vá “crescendo” gradativamente dando chance ao seu palato para apreciar alguns grandes néctares, tudo a seu devido tempo, não dá para tirar a carta num dia e no seguinte entrar numa Ferrari a 200 por hora, a probabilidade de se dar mal será imensa!

5 – Avalie o local onde está comprando vinho. Vinhos ao sol e ambientes quentes e abafados, são grandes inimigos do vinho. Ambientes e vinhos bem tratados mostram cuidado e respeito para com estes caldos de Baco então, conheça seu fornecedor e a origem de seus vinhos!

Para terminar este papo de hoje a melhor dica, que tem a ver com a primeira, SEJA INFIEL! Fidelidade é um valor importante social e comercialmente, mas furado na relação com o vinho. O maior barato do mundo do vinho é exatamente essa diversidade de uvas (mais de 3.000), origens, sabores e prazeres que eles despertam em nós então, para quê ficar Cinco lembretessempre tomando as mesmas coisas? Tudo bem, tenha seus “portos seguros”, mas como já dizia o poeta, navegar é preciso e um bom timoneiro (comerciante/sommelier) de confiança é importante nessas horas.  Um último toque; vinho é prazer, não status, então aproveite a viagem, explore muiiito e deixe o vinho cumprir seu papel, o de lhe dar prazer, sem preconceitos. Na próxima vez que for comprar vinhos, lembre-se dessas 5 dicas e libere-se, seja feliz!! rs Saúde, kanimambo e seguimos nos encontrando por aqui ou em qualquer outro ponto de nossa vinosfera.

Finca Decero, dia Zero de Nossa Viagem a Mendoza!

Com este grupo essencialmente composto de Confrades que se reúnem mensalmente na Vino & Sapore tendo as Enoladies como fomentadoras principais da viagem, embarcamos em Guarulhos num Domingo e na chegada já tivemos o privilégio de sermos recebidos na Decero que abriu as portas especialmente para nós! A Decero é uma Bodega muito jovem começada do zero em 1999 por um casal de Suiços que tinham em mente um projeto especifico a executar e por isso mesmo queriam algo que eles mesmos pudessem moldar ao seu jeito e forma. É linda, perfeitamente integrada a uma paisagem encantadora.

Os vinhedos chamados de Remolinos, em função dos redemoinhos  que se formam no campo, começaram a ser plantados em 2000 e as primeiras colheitas experimentaisFinca-Decero-Argentina-A-remolinos-in-our-vineyard realizadas em 2004 e 05. Finalmente em 2006 as primeiras colheitas comerciais foram realizadas, lançadas ao mercado dois anos depois e o sucesso veio rapidamente. Hoje se produzem cerca de 500 mil garrafas anuais e os troféus e medalhas começam a se amontoar. Para quem não conhece, recomendo a visita, o lugar e os vinhos merecem atenção sem desmerecer o atendimento muito simpático e eficiente, porque isso é essencial,gracias!

Já esteve presente no Brasil, porém em função do fechamento da importadora, busca outro representante para nossas terras e eu espero que achem logo, pois seus vinhos valem muito a pena e estranho que até agora não tenha rolado algo. Se grana tivesse para isso, certamente estaria em meu portfolio!  Localizada em Lujan de Cuyo em uma de suas principais sub-regiões, Agrelo, só produz vinhos tintos. Você pode ver mais da bodega clicando aqui, mas agora deixa eu compartilhar com vocês os vinhos que lá provamos e nos foram apresentados pelo diretor comercial Leandro Bastias, gracias amigo!

Decero Malbec  – Boa tipicidade, floral, taninos finos bem presentes, boa persistência e harmônico, acidez bastante equilibrada, um vinho sedutor e marcante com muita tipicidade da casta, mas com um toque especial do terroir, de Remolinos, ao qual a Wine Spectator deu 91 pontos na safra 2015.

Decero Cabernet Sauvignon – Frutos negros bem presentes, especiarias, jovem, taninos firmes e elegantes, gostei muito e, a meu ver, entre os três desta gama o vinho mais vibrante que mais me entusiasmou mostrando que estas terras de Agrelo realmente dão ótimos Cabernets! A Wine Spectator acabou de indicar este vinho da safra de 2014 como um dos vinhos a não perder na faixa abaixo de USD30 nos EUA.

Decero Syrah – Taninos doces, especiarias, boa intensidade e textura, amável na boca, um vinho bastante agradável, bem feito e fácil de tomar.

Decero Mini Ediciones Petit Verdot – somente cerca de 12.000 garrafas produzidas e um vinho surpreendente para a maioria que o prova pela primeira vez. Não é a toa que na safra 2012 levou o Troféu de melhor Vinho de Mendoza na Wines of Argentina Awards e Melhor Vinho Argentino entre USD30 a 50! Absolutamente sedutor, na contramão de tudo o que, a principio, se espera de um varietal 100% desta uva. Sem excessos, fino, nariz intenso e boca extremamente elegante com taninos de grande finesse. Uma garrafa é pouco!! Um dos meus preferidos desta casa e faço questão de sempre ter uma garrafa na adega, bom demais.

Decero Mini Ediciones Tannat – cerca de 10.000 garrafas de um Tannat surprendente! Rico, frutos negros, ótima estrutura de boca, taninos de boa tipicidade porém muito bem equilibrados sem qualquer agressividade. Final longo e apetitoso, uma belo exemplar desta casta pouco comum aqui em Mendoza, adorei e não tive como não trazer uma garrafa para mim. Marcante vinho que sugiro, tanto como o Petit Verdot, para os amigos que gostam de alçar voôs outros e sair da mesmice. Show!

Decero Amano – baita vinho, encantador, conheci pela primeira vez na degustação Premium da Wines of Argentina em Setembro/14 (veja aqui meus destaques) e depois voltei a prová-lo em 2015 quando em Mendoza e agora novamente. Em todas as vezes senti enorme prazer ao tomá-lo, um grande vinho, um assemblage de primeira linha em que o viés velho mundista mais tradicional de perfeito equilíbrio, elegância, daqueles vinhos que já nos seduz na primeira fungada! Blend de Malbec, Cabernet Sauvignon, Tannat e Petit Verdot é um grande vinho, complexo e sedoso na boca, fruta exuberante um vinho que me encanta e não é à toa que foi o único vinho argentino a ganhar por três vezes o troféu de Melhor Red Blend acima USD50 na Wines of Argentina Awards!!

Deixei por último um rótulo recém lançado nos EUA e que agora chega ao mercado o “The Owl and the Dust Devil” que apelidamos carinhosamente de Corujinha! rs Um excepcionalmente bem equilibrado blend de Malbec e Cabernet Sauvignon (mais ou menos partes iguais) com Petit Verdot (cerca de 20%) e 10% de Tannat, uau! Foi paixão à primeira fungada!! rs Fermentado em barricas francesas de 620 litros, posteriomente repousa por 18 meses em barricas menores para afinamento. Daqueles vinhos que há que se ter diversas garrafas na adega porque uma certamente será pouco. O legal é que fica numa faixa de preços excelente, lá na bodega cerca dos 400 pesos. O Ruim é é que só na Bodega ou nos EUA, pelo menos por enquanto. Pudesse teria trazido caixa!!!

Duas características unem todos os vinhos provados, a boa acidez e o equilíbrio que geram vinhos de taninos finos e elegantes. Uma pena que o sol só apareceu no finalzinho de nossa estadia (o pôr do sol ali é divino!), mas foi o bastante para que a visita terminasse em grande estilo, a natureza em todo o seu esplendor!

Passado da  hora de um importador se acertar com eles! Enfim, abaixo o vídeo (clique na imagem para acessar) da visita e ao longo do mês de Outubro conforme for tendo tempo, vou postando os detalhes do resto desta incrível viagem. Quem ficar com vontade, no feriado da Republica mais uma viagem, desta feita com destino a Buenos Aires e Patagônia, veja mais clicando aqui .

Nem tudo foram rosas no nosso dia zero, a nota negativa foi o lanchinho mequetrefe servido a bordo do voo da Gol em plena hora do almoço. Saída 11:40 chegada lá 14:30h com um lanchinho no bucho, mas nem opção de comprar algo mais tinha, deixou muito a desejar nesse quesito!!  Kanimambo pela visita e seguimos nos encontrando por aqui ou na Patagônia, que tal?? rs

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Vinhos do Chile Segundo Tempo!

É, semana passada postei a primeira parte das impressões da Raquel sobre a participação dela na Wines of Chile deste ano e agora segue a segunda. A Raquel Santos afora ser uma amiga, é uma sommelier formada na escola da Alexandra Corvo e uma entusiasta das coisas de Baco, me ajuda muito e sabe do que fala, então, Fala aí Raquel!

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Viña Casa Silva

Produtores consagrados no Vale de Colchagua desde o início da historia da vitivinicultura chilena. A qualidade da sua produção foi reconhecida várias vezes em concursos nacionais e internacionais. Representado pelo seu enólogo Mario Geisse que apresentou o Microterroir de los Lingues Carmenére 2011. Quando se pensa num vinho chileno da uva Carmenére, já vem à cabeça um estereótipo do que foi um dia o padrão para eles: Encorpado, potente, frutado com notas vegetais etc… e o que encontramos aqui é algo bem diferente!   Um vinho extremamente elegante, equilibrado e complexo.

 Veramonte

Vinícola familiar do Vale de Casablanca onde se destacou com seu Sauvignon Blanc. Hoje possui propriedades em outras regiões como Apalta no Vale de Colchagua. A marca Neyen vem desta região e o vinho apresentado foi o Neyen 2011, um corte de Carmenére e Cabernet Sauvignon. Esse chamou-me atenção não por novidades e sim pela característica clássica dos vinhos chilenos: Cor intensa na taça, aromas frutados, tostados, tabaco e um frescor que prometia  leveza em contrapartida à potencia inicial. Em boca, era exatamente o que  descrevi acima (do que se espera ao provar um vinho típico chileno!). Encorpado, com muita fruta, notas vegetais (ervas frescas), acidez que pede comida, com taninos macios, etc. Um vinho clássico, equilibrado e elegante.

Viña el Principal

Na região mais alta do Vale do Maipo, comuna de Pirque, bem perto da capital Santiago, estão situados os vinhedos onde a Cabernet Sauvignon se junta com outras castas, como a Cabernet Franc, Petit Verdot, Carmenére e Syrah. Blends ao estilo de Bordeaux, mas com característica mediterrânea e influencia da Cordilheira dos Andes. Provamos o El Principal 2013 que é elaborado com 87% Cabernet Sauvignon, 9% Petit Verdot e 4% Cabernet Franc. Foi um ano de temperatura mais baixa que o usual onde a maturação das uvas foi mais lenta, resultando em um vinho de ótima acidez, bom corpo e taninos maduros. Não filtrado, o que lhe confere complexidade para evoluir por muito tempo. Muito interessante o final de boca remetendo à figos em compota.

Quando se depara com um panorama tão vasto quanto esse que nos foi apresentado, instintivamente nossa atenção se volta para tudo que for diferente, ou seja, os elementos que se destacam do todo que nos passam a impressão de que conseguiram dar um passo além, porém nunca devemos desprezar a origem que deu o sustento para o primeiro passo. Tenho observado um fenômeno recorrente na produção de vinhos em todo mundo: As novas gerações, que são herdeiras das terras produtoras de seus pais e de seus avós, quando resolveram dar sequencia ao negocio de família adquiriram um modelo antigo se pensarmos nas referências do mundo de hoje.

O efeito “globalização” e o acesso à informação fez com que consumidores e produtores trocassem conhecimento, ou seja, chilenos, italiano, americanos , etc, não consomem/produzem apenas o vinho em seu pais de origem.  A produção em larga escala, visando a distribuição mundial, o apelo mercadológico do produto em questão, feito em grandes quantidades sem perder a qualidade, o fomento tecnológico proporcionaram uma nova relação na produção do vinho. Isso é muito visível nos países da América do Sul, que investiram muito em tecnologia para desenvolver um produto de qualidade e que agora buscam se destacar de alguma forma uns dos outro. Quando um produtor investe em um novo terroir, ou trabalha no resgate de uma casta esquecida, um método de vinificação ancestral, na produção artesanal, em blends inusitados, ou na tecnologia de ponta para criar o “seu vinho”, ele está criando uma identidade.

E nessa busca pelo reconhecimento todos ganham. Se você é apreciador de bons vinhos ou deseja um dia ser, pode esperar que se ainda não encontrou o vinho pra chamar de “seu” , ele mesmo te encontrará!”

Bem depois disso, “in Bacco & Raquel Veritás” diria eu que não pude estar por lá. Certamente Bacco falou com ela e feliz de poder compartilhar essa experiência dela com os amigos, grato Raquel. Abraço, saúde e kanimambo pela visita lembrando que em Novembro tem viagem de exploração à Patagônia, vem comigo?? Uma ótima semana para todos

Feriado da República na Patagônia??

Porquê não? Juntando com o feriado (em algumas cidades) do Dia da Consciência Negra, programei uma viagem especial para os enófilos de plantão explorarem as vinícolas e vinhos da região começando já em Buenos Aires na primeira noite! Bodegas del Desierto, Schroeder, Humberto Canale, Chacras, Fin del Mundo, Malma e Miras numa viagem de descobertas vínicas, novos sabores e novas fronteiras porque a Argentina vitivinícola não é só Mendoza mesmo que esta represente 75 a 80% da produção local.

Para quem já foi a Mendoza, algo bem diferente! Estamos a mais de 2.000 kms da ponta sul da Argentina, que se diferencia das outras regiões produtoras pois aqui, pasmem, os rios têm água!! Os rios de degelo, Neuquen e Limay se juntam para formar o Rio Negro e através de um sistema de grandes diques a água é gerenciada tornando a região num polo frutífero onde a Pera e a Maçã possuem um destaque especial afora o petróleo e gás que são as principais atividades econômicas.

Uma outra característica que o difere de Mendoza é que por aqui não temos montanhas, mas sim planícies (entre 300 a 500metros de altitude) ou vales entre rios, então os vinhos de altitude não aparecem por aqui, no entanto o clima possui uma influência grande sobre o resultado dos vinhos, é uma região mais fria de fortes ventos e grande amplitude térmica o que gera vinhos de menor teor alcoólico e maior acidez, vinhos mais elegantes.

Terroir diferente, paisagem diferente, clima diferente que geram vinhos diferentes e, portanto, experiências diferentes! Na Segunda-feira já terei os detalhes do roteiro, preços e condições financeiras para que 12 privilegiados amigos possam vir a se unir a mim nesse tour Patagônico dos dias 15 a 20 de Novembro próximo em parceria com a Stelltour. Estive por lá há exatos 3 anos, eis um pequeno slide show (clique na imagem abaixo) para lhe abrir o apetite! rs Consultas via comentários abaixo.

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Kanimambo e um ótimo fim de semana!

 

 

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Luca Syrah, Uau!

Recentemente a convite da Vinci, importador dos bons vinhos do projeto solo de Laura Catena, tive a oportunidade de provar alguns bons vinhos variando de USD22 a 62,00 convertidos ao cambio do dia. Depois falo um pouco mais da prova, foram 12 vinhos, mas hoje quero mesmo é falar no vinho que, para meu gosto e dentro de meus conceitos de avaliação, é um dos melhores Syrahs argentinos que já provei. Há uns anos me encantei pelo Siesta Syrah de Ernesto catena que há tempos parou de ser produzido e até pensei que eventualmente o vinhedo poderia até ser o mesmo, não é!

Este projeto de Laura se baseia menos em vinhedos próprios e mais em vinhedos antigos de amigos com os quais mantém acordos para fornecimento de uvas. Neste caso, os vinhedos possuem mais de 50 anos e são plantados, salvo engano, em parral o que não é muito comum na região de La Consulta no Vale do Uco. Luca Syrah 2013, passou 14 meses em barricas de carvalho francês, 20170828_123458sendo 40% novas e o restante de segundo uso. Mostra aromas muito típicos em que se destacam as especiarias, grande concentração, ótima textura, taninos aveludados, rico meio de boca, especiarias e final achocolatado de boa persistência compõem um conjunto firme, mas de muita classe em que a madeira está muito bem integrada mostrando ótima estrutura de guarda devendo evoluir muito bem pelos próximos quatro a cinco anos. Comprar duas garrafas, uma para agora e outra para 2020 me parece uma ótima opção! rs

Este é certamente um rótulo que virei a colocar em algumas degustações às cegas de Syrah, questão te oportunidade, mas espero que ainda este ano. Gostei demais e para mim um vinhaço! Na maioria das vezes acho que os críticos exageram nas notas, mas neste caso acho que Stephen Tanzer e Robert Parker que lhe deram 90 pontos poderiam ter sido um pouco mais mão aberta. Eu que sou mão de vaca com nota, certamente ficaria entre os 91 a 92 pontos e nesse caso os 91 do James Suckling faz mais sentido!

Enfim, não são muitos os Syrahs argentinos que me entusiasmam, mas este fez com que em minhas notas sobre o vinho aparecesse um UAU com dois pontos exclamação, da hora! Preço USD50 ou, hoje, cerca de R$175,00 e vale dentro de nossa conjuntura tupiniquim de preços do vinho. Salute, kanimambo e nos vemos por aí ou por aqui.

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Vinhos do Chile em Dois Tempos – I

Recentemente se realizou em São Paulo a sétima edição da Wines of Chile. Estive presente na maioria, mas desta feita por outros compromissos já assumidos não pude comparecer, porém não queria deixar os fiéis leitores sem uma retrospectiva do que por lá aconteceu, em especial na Master Class onde se costuma ter um insight melhor sobre o que por lá anda acontecendo já que é uma apresentação feita pelos enólogos das bodegas para um publico mais especializado no tema. Ah, mas como fazer isso já que por aqui só escrevo sobre o que vivi?? Pois bem, para isso existem os amigos e minha fiel escudeira e amiga Raquel Santos (experiente enófila e sommelier) que se prestou a esse “sacrifício” esteve presente me representando! rs Eis o que a amiga teve a dizer sobre essa experiência e que, em função da extensão, optei por dividir em dois posts, Fala Raquel!

” Representado por 37 rótulos de grande relevância tendo 10 deles sido apresentados por seus criadores na Master Class, tentarei relatar aqui o que mais me chamou atenção dentre tantas novidades nesta edição da Wines of Chile.

Wines of Chile 2017 - Taças

Concha Y Toro

A vinícola Concha Y Toro, maior da américa latina e quinta no mundo em volume comercializado, se destacou com um Pinot Noir – Marques de Casa Concha Edição Limitada 2016, da região de Biobio, ao sul. Seu criador, o enólogo Marcelo Papa descreveu a rica potencialidade do terroir chileno e como suas diversas características de solo e clima, influenciam em tanta diversidade entre os vinhos. Este Pinot Noir de Biobio, reflete as características do solo argiloso com muita drenagem. A região localiza-se entre o rio Biobio e a cordilheira e neste ano apresentou uma temperatura mais baixa que o usual. Muito fresco, equilibrado, ressaltando frutas e madeira bem colocados, complexidade ao estilo do velho mundo chegando bem perto de um Bourgogne. Interessante a comparação desse vinho com outro Pinot Noir da região do vale do Limari, ao norte. Também com ótimo frescor, muito frutado (cerejas compotadas, framboesas), e equilíbrio perfeito entre corpo, acidez e álcool. Elegante e potente, esse mais ao estilo do novo mundo.

 Casa Donoso

Apresentou seus vinhos da linha “Sucesor”. Apostando em um projeto inovador onde cada enólogo teve plenaWines of Chile 2017 - Donoso Sucesor Red liberdade para propor um blend inusitado. O resultado foi muito audacioso. O Limited Release Sucesor Romano 2015 foi elaborado com a casta Cesar Noir (85%), nativa da AOC Irancy na borgonha e Carigñan (15%), nativa da Espanha, mas que tem grande destaque e vem ganhando bastante espaço atualmente no Chile. O resultado disso é um vinho muito diferente que vai se mostrando aos poucos, ou seja para ser apreciado sem pressa. No nariz começa bem discreto com nuances de frutas silvestres de bosque, e dando pistas do seu DNA da Pinot Noir. Na boca, sensação de secura, dos taninos presentes e dóceis, onde dá para sentir a presença nada discreta da Carigñan. Depois de um tempo na taça ele cresce muito, tanto no nariz como em boca. Podemos perceber um corpo exuberante e complexo que suporta todo um leque de aromas e sabores muito bem equilibrados e agradáveis. O final de boca é longo e surpreendente, deixa um gosto de doce de leite de lembrança!

Posteriormente provei outro corte muito ousado. O Sucesor Red 2013 que foi elaborado com Carmenére (80%) e  Malbec (20%). Duas castas tão personificadas em países onde elas brilham sem coadjuvante (Chile e Argentina) e com um casamento perfeito. Quando um não se sobrepõe ao outro, mas serve de trampolim para que qualidades se apresentem, hora um, hora o outro, pode-se chamar de casamento perfeito, né? Por fazer pouco tempo que o João e eu tínhamos conversado sobre a inexistência (de nosso conhecimento) de um corte destas duas uvas emblemáticas de nossos hermanos, foi uma surpresa muito agradável ver e provar este vinho.

Garcés Silva

A família produz no Vale de Leyda há pouco mais de 10 anos. Mais conhecidos pela linha dos vinhos Amayna, começaram com um projeto de renovação no estilo de interpretar  seu próprio terroir. Nasceu então a nova marca Boya, que evoca mais elegância e sutileza. Os vinhedos foram plantados em pequenos lotes, com vista para o mar, como descreveu uma das enólogas que veio apresentar seu BOYA Syrah, elaborado com 100% desta casta. Pode-se perceber todo o frescor das brisas marítimas, tanto no nariz como em boca. Notas  mentoladas e frutas maduras incorporadas com muita harmonia, num corpo macio e elegante onde o equilíbrio entre a acidez, taninos e álcool é muito expressivo. Final de boca mineral com destaque salino. Nesta mesma linha, produzem um Chardonnay com ótimo corpo, sem madeira e mineralidade discreta. Dois destaques da nova expressão do terroir chileno.”

Bem, por hoje ficamos por aqui e ainda esta semana postarei o restante dos comentários da Raquel. Uma ótima semana a todos, kanimambo pela visita e seguimos nos encontrando por aqui ou por aí em algum lugar de nossa vasta vinosfera.

Comprando Vinho em Mendoza

Para quem visita esta linda região e cidade da qual sou fã e onde tenho muita gente amiga, a compra de vinhos é um must. Seja nas vinícolas visitadas seja nas lojas na cidade, difícil resistir a tanta tentação e não retornar com a cota cheia, pois a economia é boa e o momento propicia a isso.

Como sabem estive por lá semana passada e, obviamente, não resisti a dar uma fuçada nas lojas da cidade tendo inclusive trocado alguns mails com duas delas antes. Não é muito a praia deles, trocar e-mails, serem objetivos, etc. Quando cheguei não tinham o que queria e com pouco tempo disponível para correr atrás acabei ficando na mão. De qualquer forma são lojas que valem a pena ser visitadas e por serem mais centrais e maiores as visitas se tornam quase que obrigatórias e são válidas. São muitas as lojas de tudo o que é tamanho e estilo, mas focado nas visitas às bodegas, sobra pouco tempo para explorar, então das que eu visitei e conheço (só falo do que conheço) cito estas. São quatro (todas no centro por onde gosto de andar) e entre elas certamente você preencherá sua cota fácil, fácil e quero ver o que fará com as compras nas bodegas!! Se forem em casal, mais tranquilo, aí dá para fazer a festa!!! rs

 

Peatonal Wines – muito boa seleção de vinhos, pequena, atendimento muito simpático da Sol e da Agustina, não pode ter pressa porque costuma ter só uma delas de plantão e se tiver ocupada relaxe e fuçe! Já tinha estado lá em 2015 e agora novamente, certamente um diferencial enorme no atendimento que me seduziu. Caixa e desconto negociáveis por volume (consegui 15% pagando cash e o cambio foi bom), uma loja que me agradou sobremaneira e recomendo aos amigos, não deixem de passar por lá mesmo que visitando as outras para comparar. Virei cliente de vez e melhor, ficam na parte mais charmosa do calçadão (Paseo Peatonal Sarmiento 115) e fecha ás 23H!! De um vinho tinham poucas garrafas, na hora foram atrás e prometeram entregar ao pessoal à tarde no hotel, tudo com muita presteza e atenção, sinceramente virou uma de minhas preferidas se não a preferida, pois não basta ter bons vinhos e preços, têm que ter um atendimento diferenciado e um sorriso faz a diferença!

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Viognier Vinoteca – Próximo ao Sheraton, calle Amigorena 94, também no centro, esta fiquei por pouco tempo mas me encantei também! Estava atrasado, correndo procurando algo especifico e não deu para fazer o que mais gosto de fazer nesses lugares, fuçar! Loja tocada pelo próprio dono (faz-me lembrar de alguém! rs), pequena e focada nas coisas diferentes, pequenos produtores, etc.. Na próxima viagem vou explorar mais, porém gostei muito do que vi e, se você for como eu que gosta de sair da mesmice, este me pareceu o lugar. Na próxima vez que estiver por aquelas bandas vou ter que achar uma horinha para mergulhar naquelas prateleira! rs

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Sol Y Vino – na Av. Sarmiento 664 entre o Hotel Diplomatic e a praça Independência, boa casa com ampla e diversa seleção inclusive de algumas raridades. Seleção de azeites, quitutes regionais e objetos de decoração. Comprando 6 vinhos ganha 20% de desconto com pagamento cash e se comprar 12 ainda leva a boa caixa (vide foto no final) de brinde.

Wine 0’Clock – Na rua G. Espejo533 a uma quadra do Hyatt, à primeira vista uma loja pequena, meio confusa com um pouco de tudo; vinhos, azeites, decoração até algo de bijuterias. Na cave, um sonho e um lugar lindo cheio de gostosuras (vinhos), ideal para uma degustação. Dá para negociar uns 10% de desconto se pago em din-din e ainda tem o Tax refund que equivale a 14%. Paga-se a caixa, mesmo que com desconto.

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Estas caixas custam barato e compensam muito pois tornam as garrafas quase que inquebráveis nas mão dos operários de transporte de bagagem nos aeroportos com um plus, pesam quase nada!! Recomendo, para despachar sem preocupações com seus bebês. rs Semana que vem devo começar a publicar a retrospectiva desses intensos 4 dias em Mendoza, porém quis antecipar estas dicas. Um ótimo fim de semana para todos e aguardem a degustação de Vinhos da Mala nos primeiros dias de Outubro, em breve dou detalhes! Kanimambo, saúde e quem sabe não nos vemos na Vino & Sapore neste fim de semana, estarei de plantão lá hoje (como sempre! rs) das 14 às 20h e amanhã das 10 às 19h, aguardo os amigos com uma taça de Santa Augusta Brut para brindarmos à vida!

 

 

 

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Bom Tempranillo na Taça dos Frutos do Garimpo!

Para os Frutos do Garimpo do mês passado a escolha foi por vinhos mais acessíveis, dois do velho mundo e dois do novo mundo, especificamente chilenos. Do velho mundo em parceria com a importadora Almeria, escolhi um vinho que é sempre uma grata surpresa na taça pois entrega muto mais do que se paga por ele, é a tal de percepção de valor!

Pois bem, minha escolha para compor a seleção do mês foi um tempranillo, uva de diversos nomes na península ibérica, da região de La Mancha onde é mais conhecida como Cencibel! Não é das regiões produtoras espanholas de maior destaque, apesar de ser a Campor realesmaior, porém é de lá que vêm alguns dos melhores custos benefícios do mercado nos dias de hoje. Muitos vinhos nesta faixa  tendem a ser algo esqueléticos, ligeiros e sem qualquer estrutura, porém o Campos Reales é uma prova viva de que se pode tomar bons vinhos sem arrombar o bolso no processo assim como comprova que os vinhos ibéricos compõem hoje algumas das melhores relações PQP (Preço x Qualidade x Prazer) no mercado brasileiro. Nove meses de passagem por madeira (americana e francesa de segundo e terceiro usos), taninos sedosos, boa estrutura, corpo médio, fruta fresca abundante (cereja bem presente), acidez presente e bem balanceada um ótimo gama de entrada para esta uva, um vinho que diz a que veio! Para acompanhar carnes grelhadas, queijo manchego, chorizo (lingüiça) fatiado, tapas & pinchos, risoto de funghi, até uma morcilla!

Ah, querem ter uma idéia de preço, então aqui vai, no mercado de Sampa se encontra entre R$65 a 70,00 e vale cada centavo em minha opinião, mas talvez os confrades que adquiriram o kit do mês possam reiterar, ou não, minha opinião. Depois falo dos outros três rótulos que compuseram o kit, por hoje fico por aqui. Kanimambo, saúde e seguimos nos encontrando por aqui ou em qualquer outro canto de nossa vinosfera, fui!

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Experiências Gastronômicas No ABC Shopping.

Publico pouco dos press releases que recebo sobre temas Enogastronomicos, mas em função destes eventos ocorrerem num shopping achei legal compartilhar, mesmo sem entrar no mérito, afinal trazer a enogastronomia de volta à terra é sempre algo a ser valorizado e espero que assim seja! Se fosse próximo de mim até gostaria de participar (conferir) pois me parecem atividades bem interessantes e modicamente precificadas e para os amigos residentes na região achei uma boa, então decidi compartilhar o release recebido com uma condição! rs Quem for por favor depois dê um retorno aqui ok? Fiquei curioso e acredito que vários outros centros comerciais poderiam explorar esse filão com festivais e cursos de enogastronomia, neste sinto falta de algo mais focado em harmonização, algo mais de Eno (muito tímido) não só Gastronomia.

 

 

Em Setembro, Clube ABC Gourmet traz aulas e experiências das mais variadas cozinhas

Com programação às terças e sextas-feiras e também aos sábados, espaço do Shopping ABC quer aproximar público da gastronomia

Buscando agradar os diferentes paladares e preferências gastronômicas, o Clube ABC Gourmet, espaço para experiências gastronômicas do Shopping ABC, preparou para o mês de Setembro uma programação especial para os sábados, além de aulas com os chefs Guga Rossi e Arthur Sauer durante a semana.

Aos sábados, o espaço será reservado exclusivamente para as experiências em parceria com a rede FoodPass, plataforma que seleciona os melhores eventos gastronômicos de São Paulo. No dia 16, o tema do workshop será Síria Sobre a Mesa e contará com a participação do chef Talal Al-Tinawi, que irá apresentar desde as receitas mais conhecidas, como faláfel e hommus, e outras delícias autênticas de sua terra. No último final de semana do mês, no dia 30, o Clube terá um Jantar às Cegas, experiência que convidará o público a vendar os olhos e descobrir os sabores dos pratos servidos ao longo da experiência.

Já as terças-feiras, a partir das 19h, foram reservadas para que o chef Guga Rossi receba o público no espaço. Em Setembro, a agenda com ele terá início no dia 05, seguindo o tema Gastronomia Latina. A aula será dedicada ao preparo de ceviche, prato típico do Chile a base de peixe, e as clássicas empanadas argentinas. No dia 12, o tema será Gastronomia Mediterrânea, com orientações sobre o preparo de frutos do mar e escolha do vinho adequado para harmonizar.

Nas últimas duas semanas do mês, os temas são mais ousados: no dia 19, os participantes vão aprender a harmonizar chocolate com pimenta e, no dia 26, a aula será sobre a exótica Gastronomia Indiana e as suas especiarias.

Para finalizar, as aulas de sextas-feiras, marcadas sempre para às 19h30, ficam sob o comando do chef residente da casa, Arthur Sauer, que, a cada experiência, apresentará para os participantes um cardápio surpresa onde os clientes irão cozinhar seu próprio prato.

A participação é por meio da ação Compre e Ganhe do Shopping ABC – a cada R$ 300 em compras, é possível retirar até 2 convites para garantir presença em uma aula. A programação completa do Clube ABC Gourmet pode ser consultada no site www.clubeabcgourmet.com.br.

Serviço:

Serviço | Clube ABC Gourmet

Aulas Chef Guga Rossi
Quando: Dia 05, 12, 19 e 26 de setembro, às 19h
Valor: R$ 60 (por pessoa)
Vagas disponíveis: 40 vagas por aula

Aulas Chef Arthur Sauer
Quando: Todas as sextas-feiras do mês (01,15,22 e 27 de setembro), às 19h30
Valor: Compre e Ganhe (a cada R$ 300 em compras = 1 convite com acompanhante)
Vagas disponíveis: 40 vagas por aula

Experiências

Síria Sobre a Mesa
Quando: 16 de setembro, às 17h
Valor: R$ 120
Vagas disponíveis: 40 vagas

Jantar às Cegas
Quando: 30 de setembro, às 19h
Valor: R$ 160
Vagas disponíveis: 40 vagas

Fui, abraço e estou preparando comentários sobre esta última viagem a Mendoza, foi demais! Em breve conto como foi e publico vídeos com imagens de cada dia, como de praxe, adorei andar por lá! Saúde e kanimambo pela visita, volte sempre e recomende aos amigos se gostou!

 

A Caminho de Mendoza, Mais Uma Vez!

Mas dá para ir muiiiitas mais! Sempre bom encontrar amigos, rever algumas bodegas e vinhos, explorar novas experiências sensoriais e passear por essa linda cidade enquanto nos esbaldamos com uma enogastronomia de primeiro nível.

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Desta feita saio com um grupo de 15 pessoas, confrades e seguidores de Baco, numa viagem que teve as amigas Enoladies como maiores incentivadoras sendo que boa parte dela estará conosco. Na verdade saio dia 3, então esta semana foi difícil trabalhar aqui no blog. Na semana que vem, no entanto, espero poder postar algo diariamente compartilhando algumas das novas experiências e grandes destaques de nossa viagem passando pela; Finca Decero, Casarena, Belasco de Baquesano, Catena, Achaval Ferrer, Vistalba, El Enemigo, Carmelo Patti, Dominio Del Plata e o povo ainda terá o prazer de conhecer os vinhos da Escala Humana Wines com a presença do enólogo gente boa Germán Masera no jantar com o amigo Chef Pablo del Rio que cozinha como poucos!

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Enfim, como não consegui alguém para me cobrir na loja terei que fechar dias 5 e 6, mas dia 8 (Sexta) após o feriado já estarei operante e esperando os amigos. Desculpem a falta de notícias, muita coisa a preparar antes da saída, mas logo volto! Na volta, também, espero já poder finalmente divulgar o roteiro e detalhes da nova viagem à Argentina com saída dia 15 de Novembro, desta feita para explorar as vinícolas da Patagônia, aguardem mas já deixem a data reservada!

Dia 5 de Outubro, degustação Vinhos da Mala na Vino & Sapore só com vinhos 100% Cabernet Franc, a nova coqueluche dos hermanos que estão produzindo rótulos excepcionais! Ainda tentanto encontrar local e data para uma segunda degustação só que em Sampa, avisarei. Kanimambo, saúde e nos vemos por aí, nas estradas desta nossa rica vinosfera!

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