João Filipe Clemente

Ochotierras Chegou!

Ochotierras, nome alusivo às oito colinas e campos da região de Limarí no norte do Chile, onde a vinícola se instalou há cerca de uma década tendo, a primeira colheita sido realizada em 2005. A região de Coquimbo no Vale do Limarí, onde a vinícola está situada, é uma zona semi-árida com um clima privilegiado com ausência de chuvas na época da colheita, temperaturas amenas com média de 28º, alta luminosidade e solos pobres, características perfeitas para obter uvas de qualidade e gerar belos vinhos. A água, um problema, é coletada do degelo da cordilheira Andina. Eles estavam presentes no evento da ProChile, mas não os visitei já que tínhamos agendado uma degustação específica no dia seguinte.

Na verdade, estes eventos de degustação, ou feiras, qualquer que seja o nome que se queira chamá-las, são ótimos para nos dar uma vaga idéia dos vinhos provados e conhecer as linhas completas dos produtores presentes, ou pelo menos aqueles que conseguimos visitar. Não, não estou cuspindo na taça que bebi, os eventos são válidos e os prezo muito, mas é numa degustação específica e harmonizada, que realmente conseguimos conhecer o que o produtor se dispõe a fazer, quais são seus planos e como, realmente são seus vinhos. Felizmente, a BrasArt, jovem importador exclusivo da vinícola, teve a grande idéia de convidar alguns enófilos e jornalistas para um bate-papo e degustação de seus vinhos num lugar que só vem a acrescentar qualidade aos vinhos, na Praça São Lourenço em São Paulo. Local lindíssimo e um oásis/restaurante tranqüilo e simpático em plena paulicéia, cada vez mais, desvairada. O melhor do local, é que no almoço é servido um enorme, diverso e super saboroso buffet o que possibilita que “brinquemos de harmonizar” os vinhos, levando aos píncaros essa experiência.

Mas, voltemos a falar da vinícola que, a principio, nos traz somente varietais de cepas produzidas em seus três vinhedos com 75 hectares, dos quais cerca de 35 plantados. Os varietais básicos que são vinhos mais jovens, de concentração média e fáceis de beber; os reservas que já passam um tempo maior em carvalho, são de maior estrutura, elegância e concentração mostrando toda atipicidade do vale; e finalmente os Gran Reservas, pura expressividade do terroir do Vale do Limarí com pelo menos 12 meses de barricas de carvalho e mais uns seis meses de adega após engarrafamento. Vejamos os vinhos que, a meu ver e para o meu gosto, mais se destacaram;

Dentro os brancos, Sauvignon Blanc e Chardonnay, o que mais me impressionou e me cativou, foi o Chardonnay 07 que passa levemente pela madeira para ressaltar a fruta. É um vinho de cor palha claro, límpido, de boa tipicidade e sutileza aromática. Na boca invoca as frutas cítricas, é fino, mineral, sedutor e, apesar de um teor de álcool alto, está perfeitamente equilibrado com ótima acidez resultando num vinho bastante fresco e fácil de tomar. Um delicioso branco para o da-a-dia extremamente bem posicionado no preço que agrada e satisfaz por meros R$22 a 25,00. Um verdadeiro achado que acompanhou muito bem, uma salada à base de kani. Certamente será presença constante na minha mesa.

Dos tintos, provamos a linha Reserva com três varietais; Cabernet Sauvignon, Syrah e Carmenére e, na linha de Gran Reservas os varietais de Carmenére e Syrah. No buffet, peguei três carnes para harmonizar com os vinhos; um pernil com molho de laranja, um medalhão de filé com molho de gorgonzola e um galeto com ervas.

  • Cabernet Sauvignon Reserva 2006 com 13.5º, está absolutamente redondo e pronto a tomar.No nariz se sente boa fruta madura com nuances florais, enquanto na boca apresenta taninos doces e sedosos, algo achocolatado, absolutamente elegante e fino com um final de boca longo e levemente especiado. É um Cabernet diferenciado, suave no palato e cativante. A principio, escolhi o galeto para harmonizar com este vinho e até que ficou bastante saboroso. Foi com o suave pernil na laranja, todavia, que o vinho, e o prato, demonstraram todo o seu potencial numa combinação divina. Um vinho muito agradável, fácil de harmonizar por um excelente preço de cerca de R$42,00, uma pechincha e mais um que irá freqüentar minha mesa com uma certa assiduidade.
  • Carmenére Reserva 2006 com 13.5º, ao contrário de muitos Carmenéres que tendem para aromas e sabores muito vegetais que, a meu ver, incomodam e demonstram uma certa agressividade, este é absolutamente frutal, amável e saboroso. Um Carmenére de primeira, de grande harmonia e aveludado na boca, para balançar quem não é chegado nos vinhos desta cepa. Acompanhou bem o pernil com molho de laranja. Gostei muito, preço R$ 53,00 somente disponível na BR Bebidas.
  • Syrah Reserva 2007 também com 13.5º,  possui um nariz mais intenso, muita fruta vermelha, algo de especiarias, corpo médio, carnoso, boa concentração, cremoso e muito saboroso. Por ser um pouco mais novo, seus taninos ainda se encontram mais presentes, porém são finos e elegantes sem qualquer agressividade, já está bom, mas promete melhorar com algum tempo mais de garrafa. Harmonizou muito bem com o medalhão de filé mignon. Preço sugerido R$42,00
  • Gran Reserva Carmenére 2005 com 14,8º absolutamente equilibrado. Um belo vinho, num degrau bem acima dos outros. Eu, que não sou fã desta cepa, tenho que reconhecer que este está maravilhoso e, a meu ver, o melhor vinho de todos eles. Os Gran Reservas são da primeira colheita realizada pela vinícola, então a previsão é de que teremos ainda melhores vinhos nos próximos anos. Este, está com uma paleta olfativa cativante de ótima intensidade, na boca é de grande elegância (aliás uma característica de toda a linha), muito harmônico com ótima acidez o que lhe dá uma vivacidade muito interessante, um leve apimentado final de boca com boa persistência. Encantou-me e achei um senhor vinho, talvez o melhor Carmenére que já tomei, tendo harmonizado muito bem tanto com o pernil, quanto com o medalhão de filé. Um vinho sem arestas, de quantidades limitadas, que deixa lembranças muito prazerosas. Preço de R$105,00 e somente disponível na BR Bebidas.
  • Gran Reserva Syrah 2005 é um vinho bem mais concentrado e potente com mais de 15º de teor alcoólico, com taninos finos e aveludados ainda por amaciar. O nariz é de boa intensidade em que aparecem notas de frutas vermelhas e negras.  Na boca está bastante harmônico, necessitando de um tempo em taça para mostrar todas as suas virtudes, final de boca em que aparecem as especiarias típicas da casta. Mais uma comprovação de que o Chile é hoje um grande produtor de bons vinhos elaborados com esta casta, tendo este, harmonizado muito bem com o medalhão de filé. Preço ao consumidor de aproximados R$110,00.

      Fritar dos ovos, ou melhor, final de taças porque não sobrou nada, é de que estamos frente a frente com um produtor novo com um terroir especial que está produzindo ótimos vinhos que chegam por preços muito competitivos em todas as faixas de qualidade. Há que se acompanhar, mas eu fiquei muito satisfeito com o que provei, e recomendo aos amigos comprar e apreciar estes vinhos. A BR Bebidas, nosso parceiro, é um dos locais onde seus vinhos podem ser encontrados já tendo, inclusive, dado destaque a estes rótulos no último Boas Compras de Agosto. Em Sampa podem ser encontrados também nos supermercados Empório São Paulo, no Varanda Frutas e na Galeria dos Pães. Cheque endereços e contatos em nossa seção “Onde Comprar” ou chame o pessoal da BrasArt (11-5575.8725) que certamente lhe indicará um local mais próximo de você. Ah, ia-me esquecendo, indo almoçar na Praça São Lourenço, não deixe de pedir um, ou mais, desses vinhos para acompanhar as delicías gastronômicas do lugar. Estes rótulos, ou parte deles, já constam da carta.

Salute e kanimambo.

Santa Julia Brut, um Espumante Argentino

As vinícolas Argentinas estão, ainda, muito á nossa frente na elaboração de vinhos tanto tintos como brancos. Questão de terroir, de cultura e de tecnologia. Tendo dito isso, acho que estão, por outro lado, longe de alcançar a qualidade média que nossos espumantes têm alcançado. Até agora, não tinha tido nenhuma experiência digna de comentários mais positivos, com os espumantes vindos de lá. Isto, no entanto, mudou com este gostoso Santa Julia Brut produzido pela família Zuccardi.

Não sendo nenhum grande espumante, nem se propõe a isso, há que se tirar o chapéu para eles já que conseguiram elaborar um espumante com qualidades, pelo menos a meu ver, que agrada bastante. É um saboroso corte de Pinot Noir com Chardonnay e Viognier, que chama a atenção na taça por sua tonalidade amarelo palha, brilhante, porém com laivos rosados, provavelmente advindos do alto porcentual de Pinot usado no corte. Perlage abundante, fina e muito persistente. No nariz é tímido com leves nuances florais, certamente uma característica trazida pela Viognier. Na boca é muito agradável, balanceado, cremoso, saboroso e refrescante com algo de frutas tropicais. Com um preço bastante competitivo e em linha com os bons espumantes nacionais, é certamente mais uma boa opção a ser considerada na hora de escolher o que comprar. Neste verão, certamente uma ótima opção para receber os amigos nos fins de semana e fazer bonito.

Produtor – Família Zuccardi

Importador – Expand

Região –  Mendoza

País – Argentina

Composição uvas – Pinot Noir (53%) Chardonnay (36%) e Viognier (11%)

Detalhes Produção – Elaborado pelo método Charmat.

Teor de álcool – 12,5º.

Safra – Não safrado

Preço aproximado em Agosto/08 – R$33,00

I.S.P –   $

Salute e kanimambo.

Quinta Nova na Vinea

Há algumas semanas, tive a grata oportunidade de conhecer melhor o projeto Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo e seus vinhos. Luisa Amorim, diretora e propietária esteve presente nos jardins encantados da Vinea Store, onde nos deu a conhecer um pouco de sua história e alguns de seus vinhos. É uma propriedade datada do século XVII, de 120 hectares dos quais 85 com vinhedos em que florescem as castas típicas da região como; Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinta Amarela, Tinta Barroca e Tinta Cão.  A família Amorim está á frente deste projeto desde 1999, tendo em 2007 produzido cerca de 140 mil garrafas e prevendo, para este ano, algo ao redor de 180 mil. As castas brancas que compõem seus vinhos, são compradas de produtores vizinhos escolhidos a dedo e sob sua orientação.

 

Para a maioria que lê este blog, o nome Quinta Nova não vos será estranho já que sou fã ardoroso de seus Vinhos do Porto Ruby Reserva e LBV, os quais já comentei aqui anteriormente. Os Vinhos do Porto, no entanto, são somente cerca de 10 a 15% do total da produção que, estrategicamente, está mais voltada para vinhos de mesa finos. Após esta degustação e do bate-papo que a acompanhou, creio, que descobri o segredo desta Quinta para fazer vinhos de grande qualidade.

Em um almoço maravilhosamente preparado pela talentosa chef  Fabiola Gouveia com a assessoria de Lílian Barros, cada vez melhores, degustamos um Grainha DOC Branco 2006, um Quinta Nova Douro DOC 2004 e para finalizar o delicioso Quinta Nova LBV Porto 2003. Isto, sem mencionar o incrívelmente fresco Prosecco Incontri com que a Vinea, tradicionalmente recebe seus convidados. Sem duvida nenhuma, uma experiência extremamente prazerosa para o olfato e palato. Sei que querem mesmo é saber dos vinhos então, vamos lá, vamos aos finalmente.

  • Grainha DOC Branco 2006, um surpreendente vinho, de grande categoria e finesse, elaborado com um corte das uvas autóctones Gouveio (25%), Viosinho (25%) e Rabigato (50%) com um teor alcoólico de 13.5%, passando 8 meses em barricas de carvalho francês. De um amarelo brilhante e dourado, possui um nariz de boa intensidade e frescor com finos aromas de frutos tropicais e leve floral. Na boca não é ligeiro apresentando um corpo médio, muito balanceado, de boa acidez e uma certa mineralidade que lhe dão um ótimo frescor, muito agradável final de boca com boa persistência confirmando a fruta e alguma complexidade de sabores. Um vinho feito para acompanhar comida, o que provou dignamente ao acompanhar um delicioso camarão crocante com folhas verdes regadas com vinagrete cítrico. A Fabiola se excedeu desta vez e esta harmonização ficou perfeita. Ando com os brancos na cabeça, mas esta delicadeza de sabores é realmente encantadora. Os amigos presentes sugeriram que o vinho deve escoltar um cassoulet com galhardia, até concordo, mas esse camarão ……enfim, vinho para tomar por mais uns dois anos tranqüilamente e o preço de R$107,00 faz juz ao vinho que é.
  • Quinta Nova Douro DOC Tinto 2004, um vinho totalmente produzido em inox sem nenhuma passagem por madeira, coisa rara hoje em dia, especialmente em vinhos desta categoria. A madeira tanto pode melhorar, como esconder eventuais falhas de vinificação maquiando o vinho e, este,não precisa de nada disso. Um corte de Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Amarela, sendo que na safra de 2006, esta última cepa foi deixada de lado. Bonita cor ruby viva e brilhante com uma fruta madura muito direta e franca, porém sem exageros novo mundistas, denotando desde o nariz, uma grande elegância. Na boca mostra ser muito harmônico, com taninos finos e sedosos, boa acidez e um saborosíssimo final de boca de boa persistência. Foi muito bem acompanhado por um sirloin steak com purê de abóbora e cebolas carameladas. É um tinto que certamente, também fará muito boa companhia a um bacalhau ao forno, regado com boa dose de bom azeite virgem português e umas batatas ao murro (quem ainda não comeu não sabe o que está perdendo!). O preço de R$75,00 está condizente com a qualidade apresentada, um belo vinho que agradou sobremaneira.
  • Quinta Nova LBV Porto 2003, um néctar, já conhecido, que acompanhou um delicioso mousse de chocolate com purê de castanhas portuguesas. Talvez o Vinho do Porto mais próximo de um Vintage, que eu já tenha tomado. Perfeitamente equilibrado, denso, rico, cremoso, amplo, absolutamente redondo com taninos macios e aveludados, bom frescor e muito, mas muito saboroso. Na cor e no nariz mostra boa intensidade com forte presença de fruta vermelha madura e nuances de chocolate muito bem harmonizado. Um LBV de primeiríssima, cativante e encantador! O preço é de R$122,00 e vale cada gota do doce néctar.

         Estes foram os que provamos, mas a linha de produtos é bem mais extensa. O topo de gama é o premiadíssimo Quinta Nova Grande Reserva 2005 (já na minha Wish List), sobre o qual a critica especializada vem tecendo elogios mil. Elaborado com Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Franca é, reconhecidamente, um dos melhores vinhos de Portugal na atualidade. Na gama de entrada, a linha de rótulos 3 Pomares, do qual peguei uma garrafa após o almoço para apreciá-la condignamente com calma e tranqüilidade, também dizem ser muito bom e, assim que o tomar, compartilharei com os amigos a experiência. O delicioso Porto Ruby Reserva é outro rótulo imperdível enfim, conheça toda a excelente linha da Quinta Nova entrando no site da Vinea, www.vineastore.com.br e salute!

         Ah, o segredo da Quinta da Nova? Bem, há o de sempre; trabalho duro, carinho, cuidados nos vinhedos, tecnologia, conhecimento, dedicação e terroir, mas estes não são mais segredos. O segredo é que aqui, tem tudo isso com algo especial que é a conjugação perfeita da Touriga Nacional com este terroir, daí os preciosos néctares que têm nesta casta sua principal fonte de sabores e aromas. Tanto é, furo de reportagem (eheheh), que não tardará muito e teremos o prazer de degustar um varietal de Touriga Nacional elaborado por esta Quinta. Este eu não perderei, pois sou louco por um Touriga Nacional em extreme! Para quem quiser conhecer mais sobre a vinícola, pesquei esta matéria sobre a Quinta Nova no You Tube. Mais uma boa reportagem da “Hora de Baco” da Rádio e Televisão de Portugal com lindas imagens da região. A vista do terraço da casa sede, é um bálsamos para os olhos e para a alma. Imagine-se sentado alí com um belo vinho na taça num final de tarde de primavera, ai meu bom Jesus! Essa visita também vai para meu Wish List.

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Salute e kanimambo.

Brasil Wine Awards 2008

       O PIZZATO Reserva Cabernet Sauvignon 2004 acaba de ganhar uma das Grandes Medalhas de Ouro, top dos tops, no 5º Concours Mondial de Bruxelles Brasil, ou Brasil Wine Awards, realizado agora em agosto no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, RS. Os vinhos foram avaliados às cegas por 15 jurados internacionais e jornalistas especializados, nesse concurso que é baseado nas regras do Concours Mondial de Bruxelles, um dos maiores e mais respeitados concursos do mundo, através da revista especializada Vinho Magazine e da Vinopres.

       Um outro vinho que sempre me entusiasmou pela ótima relação Qualidade x Preço x Satisfação, é o Fortaleza do Seival Tempranillo que também foi muito bem premiado e o Talento que é sempre figurinha carimbada, um dos melhores nacionais. Certamente uma lista de medalhistas passível de muita discussão, como são todos os eventos deste tipo. Nunca se sabe todos os vinhos que estiveram presentes e jamais se pode entender uma lista destas como os melhores do Brasil, um fato consumado, uma realidade imutável. Não, porque existem diversos rótulos que não estiveram presentes, outros não era o dia do vinho ou do degustador, enfim, um sem numero de variáveis. De qualquer forma, é um indicativo de qualidade que, pelo menos, nos deixa um pouco curioso e com vontade de tirar a prova dos nove com uma degustação própria de alguns desses vinhos. Fico devendo a informação com a quantidade de rótulos que participaram do concurso. Enquanto isso, vejam a lista que consegui do site oficial. 

Grande Medalha de Ouro

Pizzato Reserva Cabernet Sauvignon 2004 – Pizzato

Fortaleza do Seival Tempranillo 2006 – Miolo
Panizzon Maximus 2006 – Panizzon

Talento 2004 – Salton

   Medalha de Ouro

Reserva Boscato Cabernet Sauvignon 2004 – Boscato
Espumante 130 Casa Valduga – Casa Valduga
Reserva Cordelier Cabernet Sauvignon 2005 – Cordelier
Dezem Cabernet Sauvignon 2005 – Dezem
Don Abel Cabernet Sauvignon Premium 2005 – Don Abel
Casa Venturini Chardonnay Reserva 2007 – Goes & Venturini
Merlot Gran Reserva 2005 – Luiz Argenta
Quinta do Seival Castas Portuguesas 2005 – Miolo
Miolo Cuvee Giuseppe 2004 – Miolo
Prosecco Peterlongo 2008 – Peterlongo
Volpi Pinot Noir 2007 – Salton
Desejo Merlot 2005 – Salton
Salton Series Cabernet Franc 2007 – Salton

Medalha de Prata

Boscato Gran Reserva Merlot 2005 – Boscato
Casa Valduga Premium Cabernet Franc 2005 – Casa Valduga
Espumante Gran Reserva Extra Brut Casa Valduga 2002 – Casa Valduga
Aurora Millesime 2004 – Cooperativa Vinicola Aurora
Aurora Reserva Chardonnay 2007 – Cooperativa Vinicola Aurora
Moscatel Espumante Garibaldi 2008 – Cooperativa Vinicola Garibaldi
Espumante Brut Garibaldi 2007 – Cooperativa Vinicola Garibaldi
Chardonnay Reserva Santa Colina 2007 – Cooperativa Vitivinicola Aliança
Dezem Merlot 2005 – Dezem
Dezem Cabernet Franc 2005 – Dezem
Quinta Jubair Vinho Fino Seco Tannat 2008 – Goes & Venturini
Casa Venturini Tannat 2008 – Goes & Venturini
Quinta Do Jubair Vinho Cabernet Sauvignon 2005 – Goes & Venturini
Casa Venturini Cabernet Sauvignon 2005 – Goes & Venturini
Miolo Reserva Cabernet Sauvignon 2006 – Miolo
Gran Lovara 2006 – Miolo
Rar 2005 – Miolo
Fino Champagne Peterlongo Brut 2007 – Peterlongo
Dom Robertto Tinto Seco Fino Cabernet Sauvignon 2005 – R.A Beltrani
Salton Espumante Demi Sec – Salton
Salton Espumante Poetica – Salton
Salton Espumante Reserva Ouro – Salton

Wines of Brazil Awards 2008

Salton Volpi Chardonnay 2007 – Salton
Salton Espumante Brut – Salton
Maestrale Cab. Sauvignon 2005 – Sanjo Cooperativa Agrícola De S. Joaquim
Suzin Cabernet Sauvignon 2006 – Suzin
Valmarino Cabernet Franc Edição 10 Anos 2005 – Valmarino
       

Salute, kanimambo, uma ótima semana e início de mês para todos.

Tomando Vinho e Escapando do Bafômetro

     Já estão pensando que este será um post cheio de segredos e formulas, ou formas, de escapar ou driblar o malfadado bafômetro, não? Pois bem, não deixa de ser uma dica, mas não dessas que estavam pensando, não. Para quem curte acompanhar as refeições com vinho ou mesmo tomar uns copos num bar com amigos e teve seu hábito profundamente abalado pela nova e irracional lei seca, que bem que podia ser levemente humedecida para padrões internacionais, punindo com rigor quem dirige após consumir bebidas alcoólicas, existe uma opção que permite o consumo de vinho e ainda assim passar incólume pelo bafômetro: vinhos sem álcool. Como não provei, não posso recomendá-los nem entrar no mérito, mas acho que, nem que seja por mera curiosidade, vale a pena provar. De qualquer forma, aqui está a interessante notícia recebida da amiga Denise Cavalcante.

     “A Sobrietà Bebidas Especiais comercializa há seis anos vinhos sem álcool produzidos na Serra Gaúcha. Desde o início da vigência dessa lei suas vendas deram um salto na ordem de 70%. Os vinhos são produzidos pela La Dorni feitos pela fermentação natural da uva, portanto com álcool como qualquer outro. Depois de finalizada a fermentação, o vinho passa por um processo de desalcoolização em Bandeirantes, no Paraná, onde é engarrafado. Durante esse processo não sofre nenhum processo químico, somente físico. Seus vinhos mantêm todas as características de um vinho normal: paladar, aroma e propriedades medicinais. Quem pensa que vinho sem álcool e suco de uva são a mesma coisa, engana-se. O suco de uva é feito, geralmente, pelo cozimento da uva com açúcar e adicionado água. O vinho sem álcool é feito pela fermentação natural da uva (sem adição de água) e depois, desalcoolizado. Portanto são processos diferentes e com propriedades e benefícios diferentes.

O paladar é diferente, é claro, dos vinhos com álcool. Nos vinhos suaves sobressai um gosto licoroso e os secos ficam com o paladar mais rascantes. Os produtores não contam, de jeito nenhum, o segredo desse processo que não deve ser simples, pois existem muito poucos vinhos sem álcool no mundo. Mas para os curiosos, informam apenas que não é um simples aquecimento para fazer o álcool evaporar. Esse processo não é barato e leva a uma grande perda de volume inicial da bebida. Por exemplo, para se obter 1 litro de vinho tinto suave sem álcool são necessários 2,4 litros do vinho pronto, pois no momento da desalcoolização, além do álcool, perde água e outros componentes. Os flavonóides, no entanto, são encontrados numa proporção até 65% maior que nos vinhos com álcool. Para se fazer 1 litro do vinho tinto seco sem álcool precisamos de 3,5 litros do vinho tinto seco.

Pelas informações obtidas com enólogos, alguns outros vinhos sem álcool sofrem processos tão danosos em sua elaboração que acabam descaracterizando a bebida. Além disso, a maior parte dos vinhos sem álcool estrangeiros tem uma mistura de suco de uva e água, que o descaracteriza mais ainda. Os vinhos sem álcool La Dorni têm em média 0,2º de teor alcoólico, detectável somente em laboratório. O suco de uva tem de 0,6 até 0,8º de teor alcoólico, o suco de maracujá tem 1º e o caldo de cana chega a 1,2º.

      Os Vinhos La Dorni são apresentados em tinto, branco e rosé suave com preço em torno de R$ 17,00. Vinificados em seco, o tinto e o branco estão no mercado em torno de R$ 24,00. Oferecem ainda o tinto em garrafas com 365 ml, sendo o suave (R$ 11,00) e seco (R$ 15,00).”

Onde encontrar

Os vinhos sem álcool estão disponíveis em lojas de destaque como a Casa Santa Luzia em SP, o Lidador no Rio de Janeiro, em redes como Wal-Mart, Carrefour e Bom Preço assim como diversos outros constantes da lista abaixo.

 

São Paulo

 

– Casa Santa Luzia

– Casa Lisboa

– Metapunto

– LA RIOJA

– Empório Frei Caneca

– Shopping Bourbon – Hiper Záfari

 

 

Rio de Janeiro

– Lidador

– Prezunic

– Hortifruti

– Mundo Verde

– Castelo do vinho

– Shopping da Saúde

Belo Horizonte

– Supermercado Verdemar

– Casa do Vinho

– Mercado Central

Curitiba

Adega Boulevard – Curitiba

– Adega Curitibana – Curitiba

– Bebidas Batel – Curitiba

– Casa da Azeitona – Curitiba

– Celeiro Municipal – Curitiba

– Empório Anarco – Curitiba

– La Cave Del Rey – Curitiba

Florianópolis

– Supermercado Hippo – Florianópolis

– Supermercados Rosa – Florianópolis

– Empório Mania da Ilha – Florianópolis (mercado público)

– Restaurante Toca da Garoupa – Florianópolis

Porto Alegre

– Costi Bebidas – Porto Alegre

– Restaurante Pampulhinha – Porto Alegre

– Bourbon Zaffari – Porto Alegre

– Banca 38 – Porto Alegre (mercado público)

– Banca 21 – Porto Alegre (mercado público

Brasilia

– Wine Company

– Bellini Pães

– La Palma

Salvador

– Perini

Sobrietà – (11) 5077-2467 – contato@sobrieta.com.br    www.sobrieta.com.br

 Salute e bom fim de semana.

 

Lusitana na Casota

             Bem antes que comecem a tirar conclusões precipitadas, deixem-me explicar isto direito. A Lusitana a que me refiro, é dos amigos da Lusitana de Vinhos e Azeites dos ótimos vinhos da Cachamoa e outros mais. Já A Casota, é um restaurante de ótima gastronomia em Sampa, mas que tem como seu carro chefe, os melhores doces portugueses do Brasil, não tem para ninguém. Sua Lampreia de Ovos, Toucinho do Céu e Pudim Casota, que são de lamber os beiços por diversas vezes, são obras primas elaboradas na casa sob a batuta de Dona Milu, sem contar as barriguinhas de freira! Imagino tudo isto com o Moscatel de Setúbal, e já começo a ficar com água na boca. O evento, um belíssimo e imperdível jantar harmonizado no próximo dia 17.

           Para aqueles que não conhecem a casa, A Casota iniciou-se como uma doceria portuguesa, que, graças aos produtos diferenciados e às crescentes encomendas, expandiu e tornou-se um restaurante de sucesso. Os proprietários, Dona Milu e Sr. Vasco, são um casal verdadeiramente acolhedor no salão e igualmente talentoso na cozinha!! O ambiente é super charmoso, os pratos são elaborados com matérias primas de qualidade e o atendimento é personalizado… para ninguém botar defeito! 

           Para quem reservar com antecedência (a casa comporta 60 pessoas, mas foram  disponibilizados 40 lugares para essa pequena bagunça), foi “reservado” um agradinho: um super desconto no jantar! (De R$120,00 por R$98,00). Os amigos de São Paulo, ou que aqui estejam de passagem, não podem perder esta oportunidade de comer e beber muito bem, por um preço mais que razoável, lembrando que neste valor estão inclusos o jantar, a água, o vinho, o cafezinho, o serviço etc!

Segue o convite com o Menu e os detalhes, salute e bom apetite!

Noticias do Front Chileno

A ProChile é uma entidade do governo Chileno que promove os negócios do país pelo mundo fora. Nesta semana promoveram um evento com vinhos Chilenos em que estiveram presentes diversos produtores, uns com importadores, outros procurando importadores e outros, ainda, debutando no mercado Brasileiro. Falarei um pouquinho sobre o que provei, lamentavelmente sempre menos do que gostaria em função do tempo versus diversidade e quantidade de expositores, começando por aqueles de grande persistência que mais me marcaram, estejam eles já presentes no mercado ou não. Aliás tenho uma tese sobre os vinhos longos, de ótima persistência. Os verdadeiros vinhos de longa persistência, são aqueles que persistem na memória no dia seguinte ou, eventualmente quando excepcionais, por tempo indefinido. Para minha alegria, provei alguns nesta última Terça-feira que me deixaram com água na boca na Quarta, Quinta, …., afora uma série de outros que, mesmo não deixando essa marca de forma tão intensa, são merecedores de destaque e me cativaram os sentidos de uma forma ou de outra. Uma pena a qualidade das taças que não fizeram jus ao evento e aos vinhos provados, unico senão do evento.

 

Primeiramente aqueles de looonga persistência.

Ona Branco 07, uma linha Premium da Anakena que recém trocou de importador e começa a trabalhar o mercado novamente. Estes vinhos são cortes muito interessantes e este branco é campeão. Corte de Viognier (35%)/Riesling(35%) e Chardonnay, possui um nariz exótico e complexo que, de forma coerente se sente na boca. È fresco, balanceado, harmônico, enche a boca de prazer e deixa na boca aquele gostinho de quero mais, Uma beleza, uma fonte de prazer que está por cerca de R$79,00. Sua versão tinta Ona Pinot, é um corte muito agradável, único e diferente, de Pinot, Merlot, Viognier e Syrah. Vinho muito elegante, macio de taninos finos, outro marcante e sedutor campeão na mesma faixa de preços. (Mercovino – 16.3625-4715)

Perez Cruz Quelen 05 um vinho conceito, somente 500 caixas produzidas, com um corte único e criativo. O conceito era pegar as três uvas coadjuvantes nos vinhos de Bordeaux e torná-las protagonistas deste vinho. Grande sacada, e o corte de cerca de 42% de Petit Verdot, 25% de Malbec e 33% Carmenére é divino! Original, complexo, boa intensidade aromática, algo herbáceo, boa concentração e ótima estrutura, harmônico, entra potente e com grande impacto,  amaciando na boca com um delicioso e muito longo final de boca. Um vinho de boutique, raro, um grande prazer e privilégio ter podido degustar um vinho desta categoria. Na Wine Company por R$240 e alguma coisa, não me lembro ao certo e não consta do catálogo. Um vinhaço e uma satisfação enorme! Para quem tiver caixa, imperdível, compre e guarde, só vai melhorar!

Duette Gran Reserva, creio que 06, um verdadeiro achado e um dos melhores custo x beneficio que provei no evento. O produtor é a vinícola Indomita, que produz um Pinot Noir básico muito agradável (já o comentei aqui no blog) e de ótimo preço. Agora nos presenteia com este belíssimo vinho, um corte de Cabernet Sauvignon com Carmenére que passa cerca de 15 meses em barrica. É muito elegante, boa estrutura, ótima acidez em perfeito equilibrio com taninos finos e sedosos, frutos negros, algo de eucalipto e um longo e suculento final de boca. Quem traz é a Barrinha e o preço ao consumidor está por apenas cerca de R$70,00, o que é uma pechincha pela qualidade apresentada.

Botalcura, este é o nome da Vinícola não dos vinhos que comentarei em seguida. Estavam no mercado com um importador, mas cancelaram o acordo e estão em busca de novos parceiros. Os três vinhos que provei foram todos eles de grande qualidade e surpreendentes. Lamentavelmente não tenho preços para repassar, mas espero que, quem venha a trazer estes vinhos, os posicione de forma competitiva. Três grandes vinhos; La Porfia Gran Reserva Cabernet Franc elaborado com uvas de vinhedos de cerca de sessenta anos, formam um conjunto realmente suculento, franco, equilibrado, muito elegante, complexo, longo e sedoso com toda a tipicidade da casta e, acima de tudo, profundamente saboroso. O segundo vinho que provei é um Nebbiolo, diferente dos Italianos com menos potência e maior elegância, num conjunto elegante e aveludado que cativa ao primeiro gole. Leva um tempero de 14% de Carignan, o que o faz um Nebbiolo à Chilena, muito agradável, aromático e macio. Para finalizar, um grande vinho, o Cayao 05, corte de cerca de 45% de Cabernet Sauvignon, 40% de Carmenére, 12% de Malbec e 3% de Syrah. No nariz, deliciosos aromas de fruta madura algo especiado. Na boca é suave, sutil e sedutor num estilo bem velho mundo, porém sem perder a energia e vivacidade que a ótima acidez lhe trás. Taninos finos e elegância ao cubo num vinho impactante e de grande qualidade. Espero que os preços sejam tão bons quanto os vinhos!

 

Outros belos vinhos que encantaram foram os:

Perez Cruz Reserva Syrah Limited Edition 06 / Wine Company / Preço ao redor de R$99,00 um belíssimo exemplar dos bons Syrah Chilenos. Do jeito que gosto dos Syrah, com muita elegância e boa intensidade, levemente especiado num muito agradável final de boca.

De Martino Single Vinyard Sauvignon Blanc 06 / Decanter / Preço ao redor de R$97,00. Um Sauvignon Blanc de muita classe e finesse, dentro os melhores da região.

De Martino Cabernet Sauvignon Gran Família 03 / Decanter / preço ao redor de R$190,00. Grande vinho de reconhecimento internacional, taninos finos e macios, rico, de grande estrutura, potente, ótima concentração, um vinho de guarda de grande qualidade.

Villard Equis Gran Vino 04 Cabernet Sauvignon + Merlot / Decanter / preço ao redor de R$127,00. Nariz contido (ou já tinha cheirado vinhos demais?) mostrando-se todo quando entra na boca com grande intensidade e impacto. Frutas silvestres e algo de pimentão, bem típico dos Cabernets da região. De ótima estrutura, é denso, muito equilibrado, com taninos maduros ainda presentes denotando potencial de guarda.

Antu 06 Syrah 100% / Bruck / preço ao consumidor em torno de R$87,00. Mais um Syrah de primeira, muito harmônico com especiarias bem presentes, algo terroso, saboroso final de boca num conjunto muito agradável e de grande finesse.

Odfjell Orzada Carignan 04 / World Wine / Preço ao consumidor ao redor de R$75,00. Um dos meus Chilenos preferidos vindos de videiras de Carignan com mais de sessenta anos e uma parcela de Cabernet Sauvignon. É um vinho clássico de muita finesse, taninos finos e sedosos, bom corpo, cheio, rico em aromas de boa fruta vermelha madura com nuances de chocolate e baunilha num final de boca extremamente agradável e saboroso.

 

Grandes Achados:

Ochotierras, um produtor novo, recém chegando ao Brasil pelas mãos da Brasart, que comentarei em post em separado na semana que vem, já que fizemos uma degustação específica de toda a sua linha no dia seguinte ao evento da ProChile. Deliciosos vinhos com preços idem.

Estampa Reserva Carmenère+Cabernet Sauvignon+Cabernet Franc 05 / Decanter / R$48,00. Um corte muito bem elaborado e rico. É muito equilibrado, taninos finos, macio e muito saboroso.

Castillo de Molina Pinot Noir 05 / World Wine – La Pastina / R$39,00. Vinho fácil de gostar e agradar. Sem grandes complexidades, nem se propõe a isso, é um vinho muito correto com boa tipicidade, redondo e muito agradável para ser tomado levemente refrescado a cerca de 14º.

Sucre, o campeão desta seção tem seus vinhos trazidos pela Wine Company, num projeto vinícola próprio que começa no Chile, e possui três varietais. Entre estes, se destacam os muito agradáveis e surpreendentes; Sucre Sauvignon Blanc 2008 de aromas intensos com muita tipicidade da casta, ótimo frescor e equilíbrio e o muito bem elaborado, frutado, suave, redondo de taninos finos e muito saboroso Cabernet Sauvignon 2007. São vinhos imbatíveis e excepcionais considerando-se o preço de, inacreditáveis, R$21,66! Vinhos imbatíveis nesta faixa e uma prova de que sim, podem existir bons vinhos por ótimos preços e não me venham com papo de impostos. Estes, certamente, farão parte do meu dia-a-dia.

 

Salute e kanimambo.

 

Endereços e Telefones para contato, encontre na seção “ONDE COMPRAR”

 

Boas Compras Especial – Porto Alegre

            Há muito que abri este espaço para qualquer um poder divulgar boas lojas, com produtos de qualidade, preços justos e principalmente, que tenham uma atitude de respeito e bom serviço aos consumidores e apreciadores de vinho. Tanto faz ser em São Paulo, Belo Horizonte, Belém, Floripa, Portugal, Buenos Aires, Curitiba, Montevideu, Londres, Nova York ou qualquer outro lugar em que hajam leitores assíduos e para onde os mesmos possam, eventualmente, viajar. Neste mês de Agosto, mês do Dia dos Pais, abrimos um Boas Compras especial para o pessoal amigo de Porto Alegre, mas também de outros Estados já que o desconto compensa. É o primeiro Boas Compras com uma loja de fora da cidade de São Paulo e espero que possa vir a ser o primeiro de muitos.

           Esta promoção da loja Armazém do Importados em Porto Alegre que, juntamente com a importadora Decanter estão trazendo alguns dos principais produtores e rótulos das super-premiadas; De Martino e Terranoble do Chile, Colomé e Callia da Argentina assim como a Bodega Bouza do Uruguai, nos foi apresentada por uma de suas clientes, nossa amiga Helô, que quis compartilhar a boa notícia com todos nós. Não conheço a loja, mas é também nossa missão compartilhar com os amigos leitores, as boas oportunidades que possibilitam que tomemos bons vinhos por bons preços, independente de localização, vejam só:

  • De Martino Reserva de Familia 2003 com  25% de desconto De: R$ 191,10 Por: R$ 143,33 . “El mejor de los mejores, Medalla de Oro, primer lugar em top ten. El mejor entre todos los vinos Premium degustados este año. Vino extraordinario y de gran carácter!” (Guia de Vinos de Chile 2004) , “El mejor de todos los vinos Premium de Chile, Medalla de Oro por segundo año consecutivo. Es bien extraordinario que esto suceda entre un panel grande y diverso, sin embargo hubo unanimidad entre todos, es el mejor. Muchas, muchas felicitaciones” (Guia de Vinos de Chile 2005). Provei nesta última Terça, realmente um belíssimo vinho! 
  • De Martino Alto de Piedra Single Vineyard Carmenère 2006, com 15% de desconto De: R$ 97,30 Por: R$ 82,71 . Vinho com 93 pontos Guia De Vinos de Chile 2008 – Melhor Carménère do ano e 93 pontos Guia Descorchados 2008 – Segundo melhor Carménère do ano
  • De Martino Single Vineyard nos varietais; Cabernet Sauvignon | Syrah | Carignan com 25% de desconto De: R$ 97,30 Por: R$ 72,98
  • De Martino 347 Reserva nos varietais; Cabernet Sauvignon | Carmenère com 25% de desconto De: R$ 44,80 Por: R$ 33,60
  • Terranoble Gran Reserva nos varietais; Carmenère | Cabernet Sauvignon | Merlot com 26% de desconto De: R$ 80,30 Por: R$ 59,42
  • Terranoble Reserva nos varietais; Carmenère | Cabernet Sauvignon | Merlot com 28% de desconto De: R$ 55,10 Por: R$ 39,67
  • Terranoble Varietal nos varietais; Carmenère | Cabernet Sauvignon | Merlot | Sauv. Blanc | Chardonnay com 25% de desconto De: R$ 26,00 Por: R$ 19,50
  • Grand Callia Reserva del Enologo 2004 elaborado com 40% Shiraz, 20% Tannat, 20% Malbec e 20% Merlot. Está com  20% de desconto De: R$ 132,20 Por: R$ 105,76 e recebeu 95 pontosde Robert Parker e obteve Medalha de Ouro – Concours Mondial Bruxelles 2007
  • Colomé Amalaya com 22% de desconto De: R$ 38,00 Por: R$ 29,64
  • Bouza Chardonnay com 30% de desconto De: R$ 54,05 Por: R$ 37,84
  • Bouza Albariño (delicia) com 25% de desconto De: R$ 74,75 Por: R$ 56,06
  • Bouza Tannat com 27% de desconto De: R$ 54,05 Por: R$ 39,46
  • Bouza Merlot com 25% de desconto De: R$ 59,80 Por: R$ 44,85
  • Bouza Tannat/Merlot (outra delicia) 25% de desconto De: R$ 74,75 Por: R$ 56,06
  • Bouza Tempranillo/Tannat (mais um delicioso vinho) com 25% de desconto De: R$ 90,85 Por: 68,14
  • Bouza Tannat Parcela 8 (para guardar) 30% de desconto De: R$ 159,85 Por: R$ 111,90
  • Bouza Merlot Parcela Única B9 com 30% de desconto De: R$ 178,25 Por: R$ 124,78
  • Bouza Monte Vide Eu (um grande vinho de guarda) com 30% de desconto De: R$ 241,50 Por: R$ 169,05    

 Com esse desconto, os amigos de outros Estados farão uma baita economia se comprarem uma caixa ou duas com um mix desses bons rótulos. O frete não é muito alto, então há que se aproveitar oportunidades como estas. Fale com o pessoal da loja, certamente eles poderão lhe assessorar melhor. Acho que termina agora no Sábado (30), demorei para publicar, então aproveitem enquanto dura! Salute e boas compras. Nesta Sexta, veja as “Noticias do Front Chileno” com dicas e descobertas no evento da ProChile.

 

Armazém dos Importados / Rua Padre Chagas, 196 / Tels; 051 3222.1131 ou 4342 

 Moinhos de Vento – Porto Alegre

Boas Compras IV – Dia dos Pais

Com este post finalizo as dicas e destaques de Boas Compras que nossos parceiros disponibilizaram este mês. Muita quantidade, mas com igual Qualidade a bons preços. De um total de cerca de 70 opções, incluindo as 18 abaixo, certamente existirão alguns bons rótulos que satisfarão o seu bolso e o seu gosto. Aproveite, desfrute e, sempre que possível, dê preferência a nossos parceiros. Com isso, eles se animam e nos disponibilizam ainda melhores vinhos com melhores preços, como a importadora Península e seu seleto portfolio de vinhos espanhóis no Boas Compras I deste mês! Agora vejamos os destaques de hoje:

 

BR Bebidas – De casa nova, ainda esta semana publicarei post específico na seção Parceiros do Vinho, Está também com uma novidade que são os vinhos da recém chegada vinícola Otchotierras, do Chile. Vinícola bastante jovem, mas de bons produtos que chega agora ao Brasil. Estou por provar e depois vos dou mais notícias. Enquanto isso aproveitem estes destaques:

  • Otchotierras Sauvignon Blanc 07, por apenas R$18,00
  • Otchotierras Reserva Syrah , por R$38,00
  • Otchotierras Gran Reserva Carmenére , por R$110,00
  • Alamos Chardonnay 07, um dos melhores achados de vinho elaborado com esta cepa. Em casa sempre tem uma ou duas garrafas, porque é realmente um vinho muito agradável por um preço difícil de encontrar, R$27,00.
  • Chateau Peyruchet Cuvée Jean-Baptiste 05, mais um grande achado só que, desta vez, em um vinho de sobremesa francês da região de Bordeaux. Garrafa de 750ml, importante já que a maioria é de 500ml, por R$48,00 é uma pechincha e acompanha maravilhosamente bem, uma sobremesa de salada de frutas com sorvete de creme!
  • Crios Torrontés 07, em minha opinião e dentro do que eu já provei, o melhor Torrontés do mercado por R$39,00.
  • Prosecco Corte Viola Extra-dry. Dentro os Proseccos mais em conta, certamente um dos melhores que costumo recomendar como aperitivo em eventos, batizados, casamentos, etc. Preço R$23,50.

Grand Cru Granja Viana – Como sempre, a Bete e o Marcel, garimparam alguns destaques e boas novas em seu bom portfolio. Para os amigos da região da Granja Viana e Cotia, sempre uma boa opção.

 

Da Argentina

  • Tapiz Merlot R$39,00 – com avaliação de Excelente Compra pela revista Gula.
  • Festivo Malbec R$41,00 – da Bodega Monteviejo (Catherine Pere Verge, com consultoria de Michel Rolland) que faz parte do projeto Clos de Los Siete. Um malbec elegante que possui 91 pontos do Robert Parker
  • Flechas de Los Andes Gran Malbec R$87,00 – Bodega Flechas é outra bodega do projeto Clos de Los Siete com Michel Rolland.
  • San Pedro de Yacochuya Malbec R$95,00 – vinho da Bodega Yacochuya de Salta que pertence a Michel Rolland.

Do Chile – algumas novidades de boa relação custo x benefício.

  • Impetu Merlot R$21,00 – um vinho da Bodega Tabali, que até então atuava apenas com o Reserva e o Reserva Special. Este é um vinho simples, porem com ótimo custo benefício; aliás, todos de sua linha de varietais (Cabernet Sauvignon, Merlot e Carmenére).
  • Maillen Cabernet Sauvignon R$21,00 – novo vinho da bodega Kankura, também uma bodega pequena com produção de excelentes vinhos, sua linha de varietais possui, também o Syrah e Chardonnay.
  • Leyda Classic Carmenére R$38,00 – Bodega recém chegada na Grand Cru, com vinhos de excelente qualidade e ótimo custo.
  • Leyda Single Vineyard Cabernet Sauvignon  R$59,00 – uma linha “Premium” com vinhos modernos e inovadores; o Cabernet Sauvignon vem de Maipo, o Carmenére de Rapel e o Pinot Noir de Leyda.

Da Austrália

  • Heartland Stickleback Red  R$41,00 – corte Cabernet Sauvignon, Shiraz e Grenache, com 87 pontos de Stephen Tanzer, um excelente vinho e uma pechincha pelo preço.
  • Envoy R$121,00 – Corte Grenache, Shiraz e Mourvèdre, com 93 pontos de Robert Parker, um campeão de vendas.
  • Woodcutters Shiraz  R$120,00 – vinho com 92 pontos de Robert Parker. Todos os vinhos da Bodega Torbreck são vinhos pontuados acima de 90 pontos pelo Robert Parker.

      É isso amigos, o Boas Compras deste mês se encerra hoje, porém no mês que vem haverá mais já que, em nossa volta ao mundo, estaremos chegando na Itália e nossos parceiros terão diversos destaques especiais desta importante região produtora. Salute e Kanimambo!

 

Endereços e Telefones para contato, encontre na seção “ONDE COMPRAR”