Espumantes e Casamento

                 Tenho recebido diversos comentários com perguntas sobre dicas de espumantes para casamentos, se um ou outro é melhor ou pior, se eu o recomendo, etc. A mesma pergunta vem de amigos de meus filhos, que sabem de minhas atividades no mundo do vinho, que querem dicas do que servir. Difícil tarefa essa, pois é de extrema responsabilidade e muita gente se esquiva de dar nomes ou sugestões. Eu por outro lado, como adoro dar “parpite”,  achei que a resposta a pessoas como a Carolina e a Patrícia, é o seguinte, prove! Porquê provar? Por que a festa é sua, é um dia para lá de especial em que se pretende que tudo saia à perfeição e mais, acima de qualquer outra coisa, você tem que gostar, ficar satisfeito e feliz. Posso, e darei algumas sugestões, mas acho que o essencial é você definir sua disponibilidade financeira e, em cima disso, provar, escolher e determinar o espumante que irá servir, não deixando de considerar as opções nacionais. Não, não é em função de preço, até porque nem sempre é mais barato, mas sim pela relação qualidade X custo. Para quem ainda não sabe, os espumantes nacionais estão na elite mundial destes vinhos. Estamos produzindo rótulos de muito boa qualidade, isto é um fato .

Espumante é festa, é a celebração da vida e da alegria, tem tudo a ver com momentos como este. Primeiramente determine se este será o único vinho a ser servido, ou seja, se terá que acompanhar comida, se haverá somente um bolo, se será servida entrada de canapés e salgadinhos e depois um vinho diferente acompanhando a refeição, enfim existem diversas opções a serem analisadas.

  • Espumante e bolo, uma celebração simples e enxuta. Aqui eu acho que um bom espumante Moscatel nacional dará um ótimo resultado. A Moscatel gera espumantes adocicados e de muito boa acidez que harmonizam muito bem com o bolo, mas cuidado para que o espumante não seja doce demais porque aí fica enjoativo. De qualquer forma, ajuste isto ao seu gosto. Eu pessoalmente, adoro o da Marco Luigi, muito equilibrado e pouco doce,  e gosto do da Aurora que também é bastante agradável e tem preços mais em conta. Se couber no bolso, um Asti Spumante da Fontanafredda, Italiano, uma beleza.
  • Espumante que servirá a recepção inteira com jantar. Neste caso recomendo um espumante Brut e aqui existe uma vastidão de opções. Eis algumas sugestões; dos nacionais que recomendo estão o Salton Reserva Ouro num nível de preço mais acessível, e os deliciosos Marson, Pizzato, Dal Pizzol e Marco Luigi Reserva da Família, todos muito bons e melhores que a grande maioria dos importados. Das Cavas (espumante Espanhol) três ótimas opções; Don Román, Cristalino e Marques de Monistrol. Existem opções Argentinas (Mumm), Francesas (Pol Clement e Francois Montand) entre outras, mas as acho, geralmente, inferiores. Opcionalmente um Prosecco Brut como o Premium da Valduga ou os Terra Serena, Vila Sandi ou Tosti Italianos.
  • Espumante mais um vinho. Aí acho que pode ser servido um prosecco mais leve como o Italiano Corte Viola Extra-dry , que agrada fácil, ou outro bom prosecco que lhe agrade como o Moinet IGT ou alguns dos outros que mencionei acima, e depois o vinho na refeição, que deverá ser de fácil harmonização.

Finalmente o mais importante, provar. Selecione dois ou três lugares, de sua confiança, onde você poderá vir a comprar os espumantes. Invista um pouquinho nesta fase, valerá a pena no final e, enquanto isso vocês se deliciam com alguns espumantes, o que não é nada ruim, e já vão celebrando antecipadamente! De qualque forma, tente fazer um acordo para a prova de uns dois ou três espumantes em cada loja. Normalmente, o local em que você comprar não lhe cobrará as garrafas de prova, e ao final, compre o que gostar mais! O resto, minhas dicas inclusive, não importam. O que realmente importa é o que a noiva gosta. Sim noivo, você comece a se acostumar, de agora em diante é só amén! (rsrsrs, calma gente, brincaderinha!) Agora sério, o que o casal gostar é a escolha certa. Quando minha filha casou provamos oito diferentes opções até que houvesse um consenso que coubesse no bolso e no gosto de todos, e deu tudo certo.

             Caso não tenha uma loja preferida e esteja em São Paulo, veja em “Onde Comprar”.  Dos parceiros deste Blog existem várias opções de boas lojas como a Vino & Sapore, Portal dos Vinhos, Cia do Whisky, BR Bebidas, Confraria do Queijo & Vinho, Kylix, etc. Em todas elas, tenho a certeza, você será muito bem atendido(a) se falar que é leitor(a) deste blog. É isso, um brinde especial ao noivos, salute e felicidades.

Descrevendo Aromas – haja nariz!

  • Radiante e luminoso, frutado e floral, mistura amoras, orquídeas, tangerina e bergamota com âmbar, almíscar e cedro.
  • Acorde de flores de maracujá que surpreende com a sensualidade da dupla baunilha/ervas.
  • Combina acordes frutais de damasco e maçã verde aos acentos florais da mimosa de Grasse e o toque condimentado de canela do Ceilão
  • Fusão aromática da madeira com manga gelada, artemísia prateada e patchouli noir.
  • Energia bruta e densa de madeira de Guayako com toques da pureza e frescor do infinium enquanto cristais de benjoim lhe garantem elegância e sensualidade.
  • É uma construção olfativa simples e direta misturando angélica, cominho e aniz sobre um fundo de extrato puro de ervas do campo.
  • Traz notas amadeiradas de cipreste Italiano, sândalo da India e almíscar branco sobre pétalas de for de laranjeira.

big-nose-close-up.jpgEstas descrições de aromas, li ontem numa revista e não resisti a copiá-las. Depois ainda falam que nós, do mundo dos vinhos, é que somos cheios de frescura e excessivamente criativos! rsrsrs Achei um barato e acredito que a maioria já deve ter sacado e é mesmo, estes são textos extraídos de anúncios de perfumes. Haja licença poética e haja nariz!

                No mundo dos vinhos sou um seguidor de Aubert de Villaine, proprietário da Domaine de Romaneé-Conti, que disse em entrevista á revista Veja, “Não fico surpreso que as pessoas não identifiquem estes aromas todos nos vinhos que compram. Eu mesmo não sou capaz de reconhecê-los. Aliás, acho muito aborrecido. Não estou interessado nisso, e sim na personalidade do vinho”. Disse tudo! Se der para sentir algo, ótimo, se não, simplesmente mergulhe de cabeça e alma na personalidade do vinho aproveitando tudo o que ele tem para te dar. Se gostar de ficar horas tentando identificar aromas e sabores, também tudo bem, esta é uma bebida democrática, tem espaço para todas as tendências. Salute!

Não Compre Desconto – Compare preço final e qualidade.

                Este é um tema apresentado com bastante eloqüência pela Mistral em seus catálogos e que, há muito queria comentar. Parece-me que a época é adequada, o momento das grandes liquidações e promoções chegou, e tomo a liberdade de usar como base deste comentário, o texto da Mistral. Eis alguns trechos:

  • “No mundo do vinho, ainda há pessoas que se deixam levar por ofertas de descontos mirabolantes, imaginando que estão fazendo um grande negócio, e nem olham o preço final do vinho adquirido. São pessoas que acabam comprando desconto, ou seja, dão mais importância ao porcentual do desconto do que ao preço final. Parece incrível, mas é verdade”
  • “É obvio que os descontos estão embutidos nos preços e, grandes descontos, na maioria das vezes, significam preços artificialmente inflados”.
  • “Muitas vezes, apesar do desconto, acabam pagando um preço mais alto por um vinho de qualidade inferior, achando que fizeram um ótimo negócio”.

Há muito tempo que queria comentar um pouco esta realidade da cultura Brasileira, fruto de anos de inflação alta e desgoverno na economia, gerando este efeito, ou, talvez, defeito colateral até entre gente que deveria saber melhor. Afora os casos em que existe uma justificativa clara como queima de estoque antigo, produtos com pouca saída, renovação de linha, encerramento de atividade, etc, não há como acreditar em descontos de 50 ou 70%, como se vê em alguns casos, simplesmente não faz sentido e, no meu caso, só me faz redobrar a atenção (cuidado especial no que se refere a tipo/origem e idade dos vinhos, é essencial). Da mesma forma, quando se fala em 5% de desconto para um pagamento á vista (cash), as pessoas acham pouco! Ainda não perderam o vicio adquirido depois de tantos anos de uma zorra econômica generalizada e inflação nas alturas. Na minha opinião, se o cara está dando um desconto de 70% ou ele estava te sacaneando antes ou está agora!

Anyway, este desvio, ou seria desafio, da lógica, que leva pessoas a deixar de ver o resultado final se concentrando somente no “papo” do desconto, não é uma característica exclusiva dos consumidores de vinho e, esta critica, não está focada somente nesse segmento e sim, à sociedade como um todo. É o célebre “levando vantagem em tudo” selvagem e à flor da pele, como há muito não se via, mas míope! Lamentavelmente, por focar o “ganho” no volume do desconto, perdeu-se de vista o resultado final que deveria ser o melhor produto pelo melhor preço possível. Deve-se sempre abrir o olho e usar de muito bom senso na análise dos porcentuais de desconto, mais ainda nesta época do ano. Tem muita promoção boa por aí, mas o mercado também está cheio de ofertas “ciladas” então haja com cautela e pesquise.

Ah, o desconto? Bem, lógico que será bem vindo, desde que correto e plausível. Como já disse anteriormente, e não canso de repetir, “quando a esmola é demais o Santo desconfia” então, abra o olho e ….boas compras, pois a época é boa para isso.

 

Preconceito no Vinho

               È muito comum ouvir alguém falando que não gosta de vinhos Merlot, Cabernet Sauvignon, de vinho branco, de vinho Italiano e por aí vai. Esta talvez seja a maior gafe que um iniciante no mundo vinhos pode cometer já que, nada pode ser generalizado. Como diz Raul Fagundes, não existem verdades absolutas no mundo dos vinhos! Um Cabernet Sauvignon da África do Sul apresenta características diferentes do Chileno, que por sua vez, é diferente do Francês. Um grande Cabernet Sauvignon de guarda é diferente daquele produzido para ser tomado jovem e assim por diante. Do mesmo país, o vinho de uma mesma cepa, produzido por diferentes vinícolas e de diferentes regiões, produz vinhos totalmente diferentes. Ou mesmo, dizer que não gosta de vinhos de corte, sejam eles bi-varietais (somente duas uvas) ou de três cepas, como a grande maioria dos vinhos de Bordeaux ou, como em vinhos Portugueses, com até 12 cepas diferentes, preferindo os varietais, vinhos elaborados com uma só uva. Teve um tempo em que eu dizia que não gostava de vinhos brancos de sobremesa, só que, um dia, provei um vinho de qualidade e minha cabeça virou. Hoje, quando me perguntam de que tipo de vinhos mais gosto, minha resposta é categórica, dos bons!         

             Aprendi que um apreciador de vinhos que queira curtir o mundo de vinhos de forma mais intensa tem que ter mente aberta e provar de tudo, fazer cursos, ler e se manter atualizado com a dinâmica existente neste mundo. Participar de degustações enfim, se deixar envolver pela mística e cultura do vinho. Muitas vezes acabamos comprando um vinho caro sem a devida pesquisa, ou, por limitações financeiras, optamos pelo mais barato. Da mesma forma que não devemos mergulhar de cabeça num vinho somente porque é caro, deduzindo que conseqüentemente ele seja bom e nos agrade, devemos tomar o mesmo cuidado com os vinhos baratos, pois existe muita coisa ruim por aí, tanto numa ponta como na outra. Lembrem-se, nem tudo o que brilha é ouro!

                 Temos que quebrar paradigmas, como tão na moda no mundo empresarial. Na verdade, as chances de você acertar na faixa mais alta de preços, pelo menos do ponto de vista técnico, é sempre maior, assim como a de você errar nos vinhos mais baratos, em função do pouco que se comenta deles. O que não podemos é nos deixar levar por estes erros, gerando rótulos de opinião sobre determinados tipos de vinho, seja por faixa de preço ou por cepa ou por corte. Existe um bom número de rótulos de qualidade, em qualquer faixa de preços, elaborados com diversas variedades de uvas e, é este conceito de diversidade, que quero convidá-los a explorar junto comigo. Importante ter em conta que nem todos os vinhos baratos são ruins e nem todos os caros são bons, apesar destes últimos terem obrigação de o ser, ou lhe agradam. O fato de você, eventualmente, ter a impressão de que não gosta de determinado tipo de vinho pode muito bem ter sido gerado, simplesmente, por ainda não ter provado um bom vinho de determinada região ou cepa.

               Obvio que cada um tem suas preferências, cada um pode achar um vinho melhor que outro, lhe agradar mais algumas características básicas de uma cepa especifica, gostar mais de vinhos maduros do que vinhos jovens e por ai vai, até porque a definição do que é melhor é uma questão de gosto, mas dê-se uma chance, aventure-se e ouse, prove mais. Descobrir novos produtos, novos sabores, novas experiências e registrá-las em anotações para consulta futura, este é o grande barato do mundo de vinhos. O mesmo vinho, de safras distintas pode ser totalmente diferente, nada é estático, tudo se renova!

                Por outro lado, há que se desafiar conceitos enraizados, de forma equivocada em minha opinião, de que vinho barato é ruim e vinho caro é bom. As probabilidades são de que esta “verdade” seja real, mas, é incrível como a prática insiste em mostrar que existem, sim, exceções como em todas as regras. Este deve ser um mundo sem preconceitos, então, mantenha sua mente aberta, explore novos horizontes e deixe-se surpreender, pois nada se compara ao prazer da descoberta. Saúde!

O Enólogo é aquele que, diante do vinho, toma decisões já o Enófilo é aquele que, diante das decisões, toma o vinho!

         Adolfo Lona, enólogo e produtor de vinhos.

O Valor das Notas

              O valor das notas e avaliação de vinhos na imprensa especializada é assunto muito discutido e controverso nos dias de hoje. Se alguns dos grandes críticos e degustadores no mundo dão uma boa nota a um vinho, logo o preço dele dispara. Existem notas de 0 a 100, ou de 0 a 20 ou até de 0 a 10, outros não dão nota, mas qualificam os vinhos com estrelas, enfim uma diversidade grande de formas de avaliação. Existem até concursos para determinar o melhor vinho, como se fosse viável dizer que um determinado vinho é melhor que outro ou que um determinado vinho é o melhor do mundo! Com tantas variáveis e subjetividade no processo, isto é impossível de dizer já que, em não estarmos tratando com uma ciência exata, tão pouco, a comparação poderá ser exata. O que podemos dizer, isso sim, é de que um vinho nos tenha agradado mais que outros. A subjetividade é grande demais para que possamos exercer esse tipo de comparativo. Então porque tem tanta gente dando notas?

              Sejam eles, gente mais renomada internacionalmente, como, entre muitos outros, Robert Parker (EUA), Hugh Johnson e Jancis Robinson (Inglaterra), revistas conceituadas internacionalmente como Wine Spectator, Wine Enthusiast e Wine & Spirits (EUA), Revista dos Vinhos (Portugal), Revue du Vin (França) ou Decanter (Inglaterra), como daqui do Brasil; como Jorge Carrara e Saul Galvão ou as revistas Gula, Prazeres da Mesa, Vinho Magazine, Wine ou Adega entre outras. Outros como Luiz Horta, Raul Fagundes, Alexandra Corvo avaliam, mas não dão notas.  Na verdade, todas estas formas de avaliação são válidas, o que devemos é encarar todo este vasto material disponível nas bancas, livrarias e na Internet, como indicativos de qualidade. Por exemplo, se um vinho tem uma pontuação de 88 pontos na Wine Spectator, 4 estrelas na Decanter e o Robert Parker lhe dá 90 pontos, a análise que devemos fazer destas avaliações é de que se trata de um vinho de ótima qualidade. Se vamos gostar ou não, isto já são outros quinhentos! O que sabemos, de fato, é de que o vinho que estamos comprando ruim não é.

              O João Paulo Martins conceituado critico de vinhos e colunista da Revista de Vinhos (Portuguesa) teceu interessantes comentários que, creio, vem compor com este artigo. Vejamos, “Há consumidores a quem a critica faz falta porque ele representa um trabalho de rastreio (garimpo), que o próprio não quis ou não teve tempo de o fazer e que, felizmente, alguém fez por ele. Se há um critico, com um critério de avaliação com o qual me identifico, então poderei decidir se vou ou não assistir a esse filme”. Mais adiante diz ele, “À critica dos vinhos se pede bom senso. Fazer da critica um exercício de poesia, muito mais para auto-satisfação do que para ajudar a quem lê, não leva a lugar nenhum. Pôr-se a inventar aromas. Chegando a mais de vinte descrições num mesmo vinho, é um sinal de infantilidade vínica  o que, ainda que fosse verdade, isso criaria uma distancia tal entre o critico e o leitor que, inevitavelmente, afastaria este ultimo pela sua incapacidade de chegar a tal proliferação aromática”.  Às colocações de João Paulo Martins (nada a ver com nosso pianista) adiciono a colocação feita por Aubert de Villaine, proprietário da Domaine de Romaneé-Conti, em entrevista á revista Veja, em que ele diz “Não fico surpreso que as pessoas não identifiquem estes aromas todos nos vinhos que compram. Eu mesmo não sou capaz de reconhecê-los. Aliás, acho muito aborrecido. Não estou interessado nisso, e sim na personalidade do vinho”. Isto tudo me leva a concluir que estas avaliações devem ser usadas e entendidas com moderação e precaução dependendo do seu nível de sinergia gustativa com quem teceu a avaliação ou deu a nota.

              Por outro lado, estas avaliações são especialmente interessantes quando você se depara com aquelas ofertas fantásticas, (aliás, em qualquer produto, quando a esmola é demais o Santo desconfia e, conseqüentemente, há que se colocar as barbas de molho para os grandes descontos) em que, antes de mergulhar de cabeça, devemos checar se existe algum comentário ou avaliação do vinho em questão. Já me livrei de muito mico desta forma. No caso de que não existam avaliações do vinho que você busca, isto não quer dizer que seja ruim, só que não foi avaliado. Nesse caso, compre uma garrafa e prove antes de sair fazendo loucuras.

               Para acessar algumas destas informações há que se pagar, porém existem opções gratuitas e cabe a cada um buscar a fonte de informações que melhor lhe prouver e depois, avaliar os vinhos tomados comparando-os com a avaliação que usou para compra. Se existir uma sinergia comum entre suas avaliações e a do seu “consultor”, use-o sempre como padrão já que, aparentemente, os gostos batem e, de vez em quando, arrisque-se. Afora as revistas acima mencionadas que podem ser encontradas nas bancas sugiro os seguintes sites para você pegar dicas, analisar vinhos antes de comprar ou simplesmente aprender mais sobre o inebriante mundo do vinho:

Veja  (http://vejinha.abril.com.br/vinhos/) com muita coisa legal, em especial os comentários, avaliações e dicas da Alexandra Corvo; Revista Wine Spectator ( http://www.winespectator.com/); Revista Decanter  ( http://www.decanter.com/ ); Dr. Vino (http://drvino.com/); Jancis Robinson  (http://jancisrobinson.com/); Revista Gula ( http://www.gula.com.br/) ; Wine Experts ( http://winexperts.terra.com.br/) ; (Luiz Horta) http://luizhorta.wordpress.com/ ; Ricardo Cesar  (http://cartadevinhos.blogspot.com/); Belo Vinho (http://www.belovinho.com.br/) Revista Prazeres da Mesa (http://prazeresdamesa.uol.com.br/conteudo/conteudo.php?id=3 );Basílico c/ Jorge Carrara  (http://basilico.uol.com.br/index.shtml); Notas de Degustação (http://www.notasdedegustacao.com.br/vinhos.htm); Saul Galvão (http://blog.estadao.com.br/blog/saul) ;

Revista Wine Enthusiast (http://www.winemag.com/homepage/index.asp) ; Vinho e Poesia (http://www.vinhoepoesia.com.br/) Raul Fagundes ( http://raul.fagundes.blog.uol.com.br//) e  Academia do Vinho (www.academiadovinho.com.br/) talvez o site nacional mais completo sobre as coisas do vinho. Para finalizar, se já não for um assinante, compre o Estado de São Paulo de Quinta-feira, onde o Saul Galvão, invariavelmente, nos traz ótimas dicas sobre vinhos e o Luiz Horta sempre escreve algo educativo e curioso sobre o mundo dos vinhos, suas peculiaridades e personalidades, no caderno Paladar.  

              Agora, tem gente que gosta de tomar (beber) nota, fazer o quê? Sempre pensei que tomar vinho fosse um exercício de prazer e um despertar de emoções! Quanto mais milito neste mundo dos vinhos, mais acredito nisso.

“Champagne; Nas vitórias é merecido e nas derrotas, necessário” –  Napoleão Bonaparte