João Filipe Clemente

Noticias do Mundo do Vinho

foto_vinogayComércio difícil – É, o céu de nossa vinosfera realmente não está de brigadeiro e já faz um tempo, pelo menos internacionalmente, gerando a necessidade de buscar novos nichos de mercado. Pois não é que uma vinícola de Ribera Del Duero na Espanha lançou um rótulo especificamente direcionado ao publico GLS! Eis o que dizem “Está claro que al igual que cualquier otro comercio nuestro objetivo es vender vino, pero podriamos haberlo vendido con cualquier otro nombre. Esta es una homenaje, queremos que nuestro vino perdure y forme a su modo parte de unos momentos especiales en los que el mundo cambia y se adapta a una realidad diaria, a un grupo humano que se merece ser reconocido por las pruebas diarias a las que se enfrenta.”. Mundo Gay, um 100% Tempranillo com Crianza de 12 meses. Creativo é, se vai ter sucesso não sei, há muito preconceito no mercado. Quer ver mais, veja o vídeo abaixo e/ou clique aqui

 

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=rHm0NmwY-cw]

 

Gay Vin – não consegui maiores informações, mas de acordo com a Blue Wine, é o primeiro vinho francês direcionado ao publico gay. Chama-se Tendre Bulle (borbulhas suaves) e é um espumante rosé do Languedoc-Roussillon produzido pela Domaine Boyer. Uma nova tendência ou muito cedo para se falar disso? Certamente um reconhecimento claro do potencial desse mercado especifíco.

 

Real Cia. Velha – de Portugal, um dos mais antigos e respeitados produtores do Douro, compra a Quinta do Ventozelo, que possui um incrível Porto Tawny 10 anos, e detém agora a maior propriedade do Douro com mais de 1000 hectares. Quem pode, pode!

 

França – só para mostrar que não é só por aqui que os aloprados abundam! Afora nossos vereadores e deputados com suas idéias e projetos esdrúxulos, na França as leis que regem a produção de vinhos em Chateauneuf-du-Pape, datadas de 54, determinam que todos os objetos voadores não identificados (OVNI), discos voadores ou quaisquer outras naves extraterrestres, independentemente de nacionalidade ou civilização estão oficialmente proibidos de sobrevoar, aterrisar ou decolar dos vinhedos da região. A pena? Multa e prisão imediata. Não, não é piada e ainda está em vigência. Depois contam piadas de português!!

 

Go Vino – noticia que peguei na Wine Spectator, um amigo me trouxe umas revistas dos Estados Unidos, e achei interessante compartilhar. Não faz a minha cabeça, já que acho a haste um aspecto essencial à taça, mas este pessoal da Go Vino lançou uma taças de um plástico inquebrável e reciclável, que promete ser muito semelhante ás te cristal. Por outro lado, num piquenique ou praia, é bem prático. Enfim, moda que pode pegar, e chegar, inclusive em épocas em que apertar o cinto se faz necessário. Quer ver mais? Clique aqui.

 

2nd Coburg Wine-Open – Realizado entre os dias 6 e 8 de Novembro ultimo no Hotel Palais-Coburg em Vienna, um desfile de grandes vinhos e gastronomia digno de reis e rainhas, presidentes, ministros, donos de pequenas fortunas européias e, quem sabe, até alguns endinheirados políticos do terceiro mundo. Para começar e para abrir o apetite preparando o palato para o que estava por vir, um passeio pelas cinco caves, ou arquivos, de vinhos do hotel, com direito a degustar cinco vinhos mais simples e jovens; 1975 Château Pétrus, France /  1977 Château Musar, Lebanon / 1989 Klein Constantia Vin de Constance, South África /  1994 Dalla Valle Maya, USA e o 1998 Penfolds Grange, South Austrália.

Em seguida foi servido um jantar degustação com cinco pratos devidamente harmonizados com algumas obras primas, todas abençoadas com 100 pontos por Don Robert Parker I ;

  • 1900 Château Margaux
  • 1921 Château d’Yquem
  • 1947 Château Cheval Blanc
  • 1961 Château Latour
  • 1986 Domaine de la Romanée-Conti Le Montrachet Grand Cru

Todo esse glamour por irrisórios 3.999 Euros e ainda teve mais. Ah, se eu soubesse! Será que eles aceitariam 24 x no cartão sem juros? rsrs Querem ver mais? Então cliquem aqui para conhecer o local do evento e aqui para ler mais, em inglês, sobre o evento em si. O pacote completo que incluia vertical de Mouton-Rothschild e otras cositas más, inclusive três noites na suite imperial, chegava a míseros 12.000 Euros., perdão 11.999 (rsrsrs). Vai encarar no ano que vem?

 

Voltando ao planeta Terra, amanhã veja a incrível lista de vinhos que escolhi como Melhores de 2008 na faixa de R$50 a 80,00! rsrs Salute ou, como diria o famoso, pelo menos para os mais velhos, e irreverente Ibrahim Sued “Ademã que eu vou em frente”. Fui!

Azeite & Vinho ou será Vinho & Azeite?

A ordem dos fatores não altera o resultado e mais uma vez abro um espaço para falar de azeite. Não que eu seja um grande entendedor do assunto, mas não preciso ser um pintor para apreciar um bom quadro, ou um musico para curtir um show do Charles Aznavour ou de Madonna. Basta ter a sensibilidade para tal e apreciar o resultado final. Me dediquei a conhecer o mundo dos vinhos, mas vinho tem a ver com gastronomia e quem curte gastronomia não deixa de apreciar um bom azeite, que é o meu caso. Ainda pretendo me dedicar a conhecer um pouco melhor este néctar que transforma os pratos de uma forma única e ao mesmo tempo diversa, mas por enquanto fica só a constatação de que os amigos da Lusitana, mais uma vez, acertaram.

A Herdade de Paço do Conde produz vinhos de qualidade no Alentejo e, como uma boa parte dos produtores de vinho em Portugal, viram na elaboração de azeites de qualidade a diversificação de seu negócio que tem gerado bons e saborosos produtos finais. Tenho provado alguns muito bons azeites portugueses, mas este realmente se destacou, ao ponto de ter confidenciado à Eliza, que meu amor pelo Santa Vitória estava em cheque após provar este azeite no Wine day e celebração do segundo ano de aniversário da Kylix, do amigo Simon.

Em Abril do ano passado, a revista de Vinhos fez uma importante matéria sobre azeites elaborados por produtores de vinho e deu Paço do Conde na cabeça. Bem, não vou cometer a impropriedade de tentar detalhar minhas sensações ao provar deste néctar, sim também é, mas posso afirmar com clareza, é um baita azeite e, se fosse você, ligava logo para o pessoal da Lusitana porque me assopraram no ouvido que já está acabando! Este eu assino em baixo, salute e bom proveito.

 

azeite-paco-do-conde

Veja o site http://www.lusitanadevinhos.com.br e ligue para (11) 4508-8880.Combine uma visita e aproveite para dar uma olhada em todo seu portfolio deveras interessante com alguns ótimos produtos a preços bem convidativos como; o próprio Herdade do Paço do Conde Alentejo Tinto, Lisa Branco, Barão do Sul Garrafeira (um dos meus achados de 2008), Terras do Pó branco, Dão Quinta Mendes Pereira (outro achado), Herdade Grande, Barão do Sul tinto (mais um achado) e o Porto Baldias Tawny e Ruby entre muitos outros bons e saborosos vinhos. 

Salute e kanimambo! 

Reflexões do Fundo do Copo – Aprendendo A Beber Com Quem Ensina

brenoMais um delicioso texto do amigo e colaborador de todos os sábados, Breno Raigorodsky. Para acessar seus textos anteriores, clique em Coluna do Breno, aqui do lado, na seção – Categorias

 

Se o Saul Galvão passou com Bollinger e Vega Sicília eu não fiquei muito atrás, passei com Chandon e Cabernet Sauvignon Família Bettù.  Se o Jorge Carrara passou com Catena e Achaval Ferrer, o Jorge Lucki passou com um Supertoscano e um Franciacorta, e o João Filipe Clemente passou com um Pera Manca e um Alvarinho… Que bom para eles, o que mais posso dizer?

Sei por fontes fidedignas, que a Jancis Robison pretendia passar com um Grange 1978, enquanto que o R.Parker teria escolhido um Montrachet e um Chambolle. O Michel Roland parece ter ficado num Montes Alpha e num Casa Marin branco, não souberam especificar qual deles.

A Alexandra Corvo preferiu um Cava, que melhor acompanha sua formação acadêmica, enquanto que o Aguinaldo Záquia foi de Barbaresco e Soave, a mesma escolha tinta do Marcelo Copello, que ficou no Chardonnay do Pio Cesare, em matéria de branco. O Lilla pai exibiu-se entre os gregos em público, mas com os melhores de Pomerol, na privacidade. O Jacques Troigros, dizem, quis surpreender com um Cornas e um Chateauneuf du Pape branco, mas não foi tão longe quanto o Álvaro César que decidiu por um Ernie Els do começo ao fim, brindando apenas com o Moscato espumante da Chandon. O Pagliari estava inspirado, parece ter mantido sereno a pose brasilianista, e foi de Marson Brut e Cordilheira de Sant’Ana, mostrando a todos suas paixões pelos brancos.

O Luiz Horta pegou pesado e passou a noite entre rosados da Península Hispânica.  A Carina não quis saber de misturar, começou bebericando Sauternes, transgrediu na harmonização e foi até o fim. Quanto ao Archemboim, ao Didu, ao Quartim e tantos outros, não pude recolher a tempo suas impressões, portanto fico devendo. Borbulhantes ou não, todos seguiram o rumo da história e passaram o ano de copo na mão!

 

Breno Raigorodsky; filósofo, publicitário, sommelier e juiz de vinho internacional FISAR

 

PS.  nenhuma das afirmações acima foram confirmada, nem mesmo as que me dizem respeito, exceção feita á do Saul Galvão que afirmou suas escolhas em entrevista para a Rádio Eldorado e que me inspirou a escrever esta crônica!”

De Olho na Toscana

olho-vivoHá poucos dias tive oportunidade de tomar dois vinhos da região da Toscana/Chianti e me surpreendi. Não que não esperasse algo de qualidade, muito pelo contrário, porém nem tanto e, em especial, me surpreendi pela maciez desses vinhos em sua tenra idade, pois ambos eram de 2006. Para um ainda não existe importador, um Chianti Colli Fiorentini DOCG muito agradável, sedoso e fácil de tomar e o outro um Chianti Clássico de primeiríssimo nível que me encantou por sua textura e complexidade. Ambos vinhos firmes que certamente terão uma longa vida de guarda, o Classico um pouco mais, porém já prontos a beber com um equilíbrio e harmonia impressionantes. Deste ultimo, o Clássico, sobre qual falarei mais tarde junto com algumas boas novas que trarei ao longo do mês, me despertou ainda mais a curiosidade e me deixou intrigado pois esperava algo diferente em função de sua juventude, talvez um vinho mais fechado com taninos adstringentes o que não foi o caso. Aliás, esta me parece uma característica dos grandes vinhos em grandes safras, o fato de que, mesmo sendo de média para longa guarda, já são profundamente amistosos na boca com apenas dois ou três anos de vida.

Neste fim de semana passado, morgando após cansativos feriados de Natal e Ano Novo, lia uma edição da Wine Spectator e BINGO! Ali estava a explicação, duas incríveis safras seguidas para as quais temos que botar as barbas de molho e ficar de olho, pois os vinhos estão realmente excelentes, como há muito não se via, ou melhor, provava. Pela matéria da Wine Spectator, da qual extraí a tabela de safras abaixo por sub-região, existe uma séria controvérsia entre os produtores quanto a qual a melhor safra se de 2006 ou a de 2007, porém é unânime a constatação de que há muito a região não tinha duas safras seguidas com tanta qualidade exceto, talvez, há uma década nos anos de 97 e 98. Stefano Frascolla da Tua Rita (Expand), acredita que seu Syrah de 2007 talvez venha a ser o melhor vinho que ele jamais produziu, com uma impressionante paleta aromática e enorme riqueza e harmonia.

James Suckling, degustador oficial da Wine Spectator para vinhos italianos, afirma que as quatro notas mais altas dadas por eles em 2008, foram exatamente para vinhos da região, especificamente o Testamata de Bibi Graetz 06 (98), Tua Rita Redigaffi 06 (97), Marchesi de Frescobaldi Giramonte 06 (97) e Antinori Solaia 05 (97). Guardadas as devidas proporções, para nós proletários do vinho interessa saber que a máxima de que; em safras de grande qualidade podemos comprar bons vinhos de segunda linha dos grandes produtores ou primeira linha de produtores médios e nos darmos muitíssimo bem por preços mais acessíveis, tem que ser perseguida nestas safras de 06 e 07. Grandes vinhos dos grandes produtores, todavia, ficarão por preços além do imaginável, acessível só a bolsos extremamente bem recheados ou a cartões corporativos de plantão. Eu vou, certamente, me deliciar com chiantis de qualidade pelos próximos dois a três anos, disso podem ter certeza, e o resultado do garimpo publicarei aqui!

 

Ano

Bolgheri e Maremma

Brunello

Chianti e Chianti Classico

2007

 

 

88-92

2006

92-96

92-97

93

2005

91

88-92

88

2004

92

92-97

89

2003

88

88

91

2002

85

78

79

2001

96

98

92

2000

89

88

88

1999

93

97

94

1998

98

91

89

1997

97

99

97

 

Salute e bom garimpo nos chiantis. Espero ainda este mês fazer uma matéria com um novo importador que traz alguns néctares por preços bem razoáveis. O Clássico que tomei é deles e me deixou caidinho! Só um toque, a sub-região de Bolgheri é mais afortunada ainda com 4 anos seguidos de boas safras, bom para garimpar.

Neste Sábado a volta da Coluna do Breno, no Domingo Noticias do Mundo do Vinho e na Segunda volto com mais Melhores de 2008, desta feita na faixa de R$50a 80,00! Bom fim de semana.

Melhores Vinhos de 2008 entre R$30 e 50,00.

Na sequência de minhas lista de Melhores Vinhos de 2008, relacionei mais 40 rótulos de qualidade e bom preço que garimpei ao longo do ano. Desta feita na faixa de R$30 a 50,00 que são vinhos, digamos, para o fim de semana. Para alguns serão do dia-a-dia e para outros os mensais, não importa como os classificamos. O que vale é que estão um degrau acima, são vinhos já mais evoluídos que os vinhos na faixa de até R$30,00, são rótulos que já deixam uma outra persistência de emoções e satisfação ao serem tomados, apesar de também existirem rótulos deste porte na lista anterior. Nesta faixa de preços, no entanto, a grande maioria são de vinhos que já deixam algumas marcas e nos despertam maiores prazeres, porém sem causar danos maiores ao bolso. Bons vinhos, de alguma complexidade aromática e de sabores que me dão grande prazer tomar e, espero, lhe possam dar também.

Mais uma vez tive que deixar uma série de bons rótulos de fora, as opções nesta faixa são imensas, mas escolhas tinham que ser feitas. Por outro lado, toda a premiação normalmente tem seu quadro de honra ao mérito e, mesmo não sendo uma competição, listo alguns que também merecem pódio como; os portugueses Meia Pipa, .Com, Cadão Reserva, Tavedo, Duque de Beja e os Don Rafael tinto e branco; da França o Les Chèvrefeuilles 05, o Panarroz 04 de Jumilla/Espanha, Casillero del Diablo Syrah 07 do Chile e os Brasileiros Dal Pizzol Tannat 07, Cordilheira de Santa’Ana Tannat 05 ou ainda o Don Laurindo Assemblage 05 ou Don Candido Marselan 05 e Larentis Reserva Especial Ancelotta 05 são todos exemplos de alguns dos bons rótulos, entre diversos outros, que bateram na trave por diversos fatores, inclusive por questão de preço.

 

Rótulo

Cepa

País

Estilo

Imp. / Prod.

Preço R$

Estampa 06

Viognier/Chard.

Chile

Branco

Decanter

31,00

Marco Luigi Res. da Família 03

Merlot

Brasil

Tinto

Marco Luigi

33,00

Domaine Conté Seleccion Barricas 06

Carmenére

Chile

Tinto

Zahil

34,00

Goats do Roam Rosé 07

Corte

África do Sul

Rosé

Expand

35,00

Fabre-Montmayou 07

Chardonnay

Argentina

Branco

Wine Premium

35,00

Robertson Winery 06

Pinotage

África do Sul

Tinto

Vinci

35,00

Pizzato Reserva 05

Merlot

Brasil

Tinto

Pizzato

36,00

Crios Torrontés 07

Torrontés

Argentina

Branco

Cantu

37,00

Casillero del Diablo 07

Merlot

Chile

Tinto

VCT Brasil

37,00

Ventisquero Reserva 07

Sauvignon Blanc

Chile

Branco

Cantu

38,00

Goats do Roam Red 05

Corte

África do Sul

Tinto

Expand

38,00

Vale da Clara 05

Corte

Portugal

Tinto

Expand

38,00

Reflejo Rosé

Syrah

Argentina

Rosé

Vinea Store

38,00

Los Cardos 06

Malbec

Argentina

Tinto

Grand Cru

39,00

Chianti Vernaiolo DOCG 04

Corte

Itália

Tinto

Wine Premium

39,00

Cono Sur Reserva 06

Pinot Noir

Chile

Tinto

Wine Premium

39,00

Badiolo Chianti DOCG 06

Corte

Itália

Tinto

Wine Company

39,00

Les Fumées Blanche 07

Sauvignon Blanc

França

Branco

Zahil

41,00

Nucho de Pegões

Moscatel

Portugal

Branco doce fortificado

Wine Company

42,00

Vila Jusã 03 Douro DOC

Corte

Portugal

Tinto

Vinhos Seleto

42,50

Masseria Trajone 06

Nero d’Avola

Itália

Tinto

Vinci

43,00

Marquês de Borba Alentejo 07

Corte

Portugal

Tinto

Casa Flora

43,00

Saint Esteves d’Uchaux 05

Corte

França

Tinto

Zahil

43,00

Bom Juiz 03 – Alentejo

Corte

Portugal

Tinto

Vinhos Seleto

43,80

Ochotierras 06

Cab. Sauvignon

Chile

Tinto

Brasart

44,00

Altano Douro 05

Corte

Portugal

Tinto

Mistral

44,00

Trumpeter 05

Syrah/Malbec

Argentina

Tinto

Zahil

45,00

Les Bretaches 06

Corte

Libano

Tinto

Zahil

46,00

Muros Antigos 06

Loureiro

Portugal

Branco

Decanter

46,00

Travers de Marceau 06

Corte

França

Tinto

De La Croix

48,00

Valpolicella Classico Campo del Biotto 06

Corte

Itália

Tinto

Decanter

48,00

Concha y Toro Late Harvest 05

Sauv. Blanc e Riesling

Chile

Branco doce

Expand

48,00

Códice 06

Corte

Espanha

Tinto

Peninsula

48,00

Chateau Pey la Tour 05

Corte Bordeaux

França

Tinto

Bruck

49,00

Marques de Tomares Crianza 06

Temp./ Mazuelo

Espanha

Tinto

Casa Flora

49,00

Morgon Dom. La Beche 06

Gamay

França

Tinto

Nova Fazendinha

49,00

La Posta 06

Bonarda

Argentina

Tinto

Vinci

49,00

Philippe Bouchard Vin de Pays DOC 05

Syrah

França

Tinto

Vinea Store

49,00

Branciforti Rosso 05

Nero d’Avola

Itália

Tinto

Wine Premium

49,00

Quinta do Ameal Loureiro 06

Loureiro

Portugal

Branco

Vinhos Seleto

49,50

 

Espero que esta lista lhes possa ser útil na hora de escolher seus vinhos. A maioria poderão ser encontrados em lojas de vinhos espalhados pelo Brasil afora assim como alguns bons supermercados. Compre sempre de fonte segura, de quem mantém os vinhos bem acondicionados em seu estabelecimento e compare preços. No caso de duvidas, sugiro contatar os importadores que certamente lhe poderão indicar algum lugar próximo de você onde o vinho esteja disponível. Você poderá encontrar dados para contato da maioria, no post de “Onde Comprar”. Cá ente nós? Posso passar o ano inteiro só bebendo daqui sem me lamentar da vida!

Salute e kanimambo.

Séptima

Final do ano passado tive a oportunidade de degustar, pela primeira vez, alguns vinhos que a Interfood importa, especificamente os da Bodega Septima, da Codorniu Sur na Argentina. Porquê Septima? Porque foi a sétima vinícola do grupo Codorniu, que hoje possui 11 empreendimentos espalhados pelo mundo. Porquê do convite a esta degustação? Principalmente para o lançamento do María, seu primeiro espumante a ser produzido em Mendoza!

Fui pra conhecer a María e descobri um Cabernet Sauvignon muito saboroso que quase, por muito pouco que não entrou, fez parte de minha lista de Melhores de 2008 dentro de sua faixa de preços. De qualquer forma, eis uma geral de todos os rótulos tomados num agradável almoço realizado no simpático e agradável Aguzzo Caffé e Cucina aqui em São Paulo.

maria-codorniu-sur-altaMaría, que já recomendei em meus posts sobre espumantes em Dezembro, é um produto bastante agradável e fácil de tomar, elaborado com um corte de 60% de Chardonnay e uns 40% de Tocai Friulano pelo método charmat. O resultado é um espumante muito aromático, provavelmente em função do inusitado corte com a Tocai Friulano, frutado, de cor muito clara algo pálida e transparente, de boa espuma e perlage fina, abundante e de boa persistência na taça. Na boca é bastante agradável, fácil de tomar, um pouco curto, com uma forte presença gustativa de maçã verde e leve amargor final que não chega a incomodar. Preço ao consumidor por volta de R$35,00.

Septimo Dia Chardonnay 07, bem cítrico e algo de baunilha mostrando estar muito bem balanceado com ótima acidez tendo acompanhado maravilhosamente bem uma endívia com queijo de cabra, tomate cereja e rúcula. O final de boca é bastante saboroso porém a madeira tende a aparecer um pouco quando sobe a temperatura do vinho na taça. Preço por volta de R$56,00.

Malbec Septima 06, cor típica, fruta intensa, o ácool desponta um pouco no nariz. Na boca mostra taninos doces (álcool acentuado porém equilibrado), se não encanta, também não espanta. Um vinho correto básico que vende por volta de R27,00 no mercado.

Septimo Dia Malbec 06, uma outra historia, de uma linha um degrau acima, elaborado com uvas originárias de vinhedos entre 10 a 25 anos que passa 11 meses em carvalho sendo parte em francês e a outra em americano. Com uma cor bem violeta, mostra grande concentração de fruta com algo floral. Na boca apresenta bom volume, corpo médio de boa estrutura, bem equilibrado com taninos firmes porém finos e elegantes de boa persistência. Preço por volta de R$56,00.

Septimo Dia Cabernet Sauvignon 06, para mim o vinho que mais me encantou tendo apresentado uma relação Qualidade x Preço x Prazer muito boa. De bonita cor ruby brilhante, é um pouco austero, puxado para o clássico, com aromas especiados e algo herbáceos. Ótima estrutura, com uma entrada de boca impactante que amacia na boca, textura sedosa de taninos muito bem equacionados com um agradável e saboroso final de boca de muito boa persistência. Um que certamente habitará minha mesa neste ano de 2009 e o preço é justo pelo qualidade oferecida, cerca de R$56,00.

Septima Gran Reserva 2005, um vinho de guarda aberto cedo demais. Está tudo lá, mas ainda muito fechado não mostrando toda a sua exuberância apesar de mostrar enorme potencial. Um corte de Malbec (55%), Cabernet Sauvignon (34%) e Tannat (11%) que mostra grande potência e estrutura, complexo e expressivo, taninos ainda muito firmes e presentes com um final de boca algo tostado. Para quem tiver paciência, um vinho que, pelo preço e qualidade, vale a pena ser guardado por mais uns dois anos quando acredito estará ótimo. Opcionalmente, deixe decantar por umas duas horas. Preço, incríveis R$80, ou por aí perto, por um vinho Gran Reserva. Este gostaria de provar novamente em 2010!

septima-panorama

Um aspecto muito interessante desta jovem Bodega de 306 hectares, comprada em 1999, é a busca por produtos e cepas diferenciadas. Nesta degustação me chamou a atenção o uso da Tocai Friulano no espumante e o Tannat no Gran Reserva, tendo o enólogo (Rubén Calvo) me informado que já se encontram experimentando com a Nebiollo e que a Tannat vem apresentando ótimos resultados. Uma vinícola a se prestar atenção pois inovar é preciso e parece que eles possuem esse conceito no gen. Como eu sou faminto por novidades, acompanharei com prazer a evolução destes vinhos de e com castas diferenciadas.

Por hoje é só, amanhã publico a lista dos Melhores de 2008 entre R$30 a 50,00. Nos vemos por aqui, salute e kanimambo.

Melhores Vinhos de 2008 até R$30,00

Eis a primeira lista dos meus achados/ best buys/ boas compras, chame-os do que quiser, porém no fritar dos ovos são aqueles vinhos que extrapolam valor pelo preço pago. Todos muito saborosos, tendo feito bonito na minha relação Qualidade x Preço x Prazer, são ótimas opções tanto para consumo próprio como para festas e eventos.

Nesta primeira faixa de preços até R$30,00, vinhos que entendo serem para o dia-a-dia, normalmente mais leves sem grandes complexidades de sabores e aromas, mas de qualidade provada e comprovada, fáceis de agradar. Estes 27 rótulos pinçados a duras penas, entre diversos outros bons vinhos provados, são prova cabal de que existem exceções a toda a regra ou conceito, com vinhos bastante saborosos e agradáveis por valores bem acessíveis. Esse negócio de que vinho barato é ruim, não tem nada a ver. Sim existe muita coisa ruim, mas existe muita coisa boa também. Há que se despir de preconceitos e provar. Poderão ser mais simples, razão de ser de um vinho para o dia-a-dia, mas não por isso ruins, pelo menos não estes que recomendo e, nesta lista de melhores de 2008, algumas gratas surpresas que produzem enorme satisfação.

Caso esta lista fosse de vinhos somente para o dia-a-dia abaixo de R$20,00, certamente estariam inclusos o Las Moras Malbec, o Graffigna Cabernet Sauvignon, o Alfredo Roca Pinot, entre outros, mas como vamos a R$30,00 existiram melhores opções a serem selecionadas. Alguns que bateram na trave, surpreendemente bons para o preço, corretos e fáceis de agradar são; o Marson Reserva Cabernet Sauvignon 2005, Fausto Rosé 08, linha de tintos bi-varietais da argentina Callia Alta e nos brancos o Sucre e o Volpi Sauvignon Blanc assim como o Quinta de Cabriz, todos ótimas opções a serem consideradas mesmo não estando na lista abaixo.

Rótulo

Cepa

País

Estilo

Imp. / Prod.

Preço R$

Fincas Privadas 06

Tempranillo

Argentina

Tinto

Malbec do Brasil

15,00

Fuzion Malbec/Tempranillo 06

Corte

Argentina

Tinto

Expand

15,00

Alfredo Roca 06

Malbec

Argentina

Tinto

Casa Flora

16,00

Rio Sol

Cab. Sauvignon /Syrah

Brasil

Tinto

Expand

19,00

Fonte do Nico Fashion 07

Corte

Portugal

Branco

Wine Company

22,00

Cordelier Reserva 05

Merlot

Brasil

Tinto

Cordelier

22,00

Sucre 06

C. Sauvignon

Chile

Tinto

Wine Company

23,00

Indomita Pinot Noir 07

Pinot Noir

Chile

Tinto

Barrinhas

23,00

Quinta de Cabriz 05

Corte

Portugal

Tinto

Expand

24,00

Tribu Pinot Noir

Pinot Noir

Argentina

Tinto

Wine Premium

24,00

Volpi Merlot 05

Merlot

Brasil

Tinto

Salton

24,00

San Marzano 06

Primitivo

Itália

Tinto

Casa Flora

24,00

Cono Sur Riesling 07

Riesling

Chile

Branco

Wine Premium

24,00

Barão do Sul 07

Corte

Portugal

Tinto

Lusitana

24,00

Monsaraz 06

Corte

Portugal

Tinto

Vinhos Seleto

24,00

Angheben Barbera 07

Barbera

Brasil

Tinto

Angheben

24,00

Misiones de Rengo 07

Sauvignon Blanc

Chile

Branco

 Épice

26,00

Bonachi Montepulciano d’Abruzzo 06 *

Montepulciano

Itália

Tinto

Mistral

26,00

Clos de Torribas Crianza 05

Temp/Cabernet Sauvignon

Espanha

Tinto

Pinord

27,00

Bordeaux Grand Theatre 05

Corte

França

Tinto

Wine Premium

28,00

Dei Castelli di Jesi Classico DOC 07

Verdicchio

Itália

Branco

Expand

28,00

Alamos Chardonnay 07 *

Chardonnay

Argentina

Branco

Mistral

28,00

Valbona Syrah 07

Syrah

Argentina

Tinto

Wine Premium

28,00

Valbona Rosé 08

Syrah

Argentina

Rosé

Wine Premium

28,00

Palo Alto 06

Corte

Chile

Tinto

Expand

29,00

Don Roman Crianza 06

Tempranillo

Espanha

Tinto

Casa Flora

29,50

Terras d’Uva 07

Aragonês

Portugal

Rosé

Lusitana

30,00

         Espero que esta lista lhes possa ser útil na hora de escolher seus vinhos. A maioria dos vinhos de valores mais baixos, poderão ser encontrados em supermercados e em lojas de vinhos espalhados pelo Brasil afora. Compre sempre de fonte segura, de quem mantém os vinhos bem acondicionados em seu estabelecimento e compare preços. No caso de duvidas, sugiro contatar os importadores que certamente lhe poderão indicar algum lugar próximo de você onde o vinho esteja disponível. Você poderá encontrar dados para contato da maioria dos importadores, produtores e lojistas em São Paulo, no post de “Onde Comprar” 

Salute e kanimambo.

Ps. Dois dos vinhos acima, o Fonte do Nico Fashion e o Terras d’Uva foram provados no apagar das luzes de 2008 como parte de um painel de brancos e rosés em que estou trabalhando para Fevereiro. Dois verdadeiros achados que comentarei mais para a frente.

* Os Alamo e Bonacchi aparecem aqui em função de ainda se encontrarem diversas lojas com estoques antigos a preços camaradas. Como a importadora trabalha com preços dolarizados os níveis atualizados em Reais estão mais altos. 

Melhores Vinhos de 2008

Elaborar uma lista destas é tarefa salomônica pois significa escolher poucos entre muito bons e ótimos néctares garimpados dentro de cada faixa de preço, o que é um dos principais objetivos deste blog. A idéia não é só listar os melhores vinhos tomados, lista que na maioria das vezes está fora do alcance da grande maioria de nós consumidores. Os meus TOP 25, já publiquei e são verdadeiros vinhos de sonho que tive o previlégio de provar, porém poucos tomei e, certamente, dificilmente o farei em função dos altos preços, muito além do tamanho de meu bolso. Para mim, o objetivo destas listas não é só listar os melhores vinhos tomados, mas garimpar e compartilhar estas melhores relações Qualidade x Preço x Prazer encontradas, com você meu caro amigo. É o preço, no entanto, o divisor das águas que faz muitos vinhos ficarem de fora destas listas, pois deixaram de ser “achados”! Preço é um pouco como as opiniões e notas de Robert Parker e/ou Wine Spectator, muitos falam mal e fazem pouco caso, mas na hora H não deixa de levar em consideração, especialmente os que têm que pagar por seus vinhos. Coisas da hipocrisia de nossa vinosfera.

Como toda e qualquer lista, estas estão cheias de subjetividades e passíveis de discordância de muitos, mas são elaboradas baseadas em minha experiência, nas emoções e impressões de vinhos tomados e degustados ao longo deste primeiro ano de vida do blog. Espero que estas listas possam ser uma fonte de referências na hora de você sair para gastar seu rico e suado dinheirinho, adequando seus desejos ao tamanho de seu bolso. Do total de cerca de 950 rótulos provados este ano, pouco perto dos 4 a 5 mil que os profissionais do ramo degustam anualmente, consegui separar 150 rótulos que dividi pelas faixas de preço que tradicionalmente uso nos meus posts de Tomei e Recomendo; até R$30, de R$30 a 50,00, de R$50 a 80 e de R$80 a 120,00 tendo agregado uma curta lista de 14 grandes vinhos, que não apareceram em meus Deuses do Olimpo, para quem tem bala na agulha ou quer algo muito especial para comemorar algum momento único. A grande maioria já consta em algum dos posts publicados ao longo do ano, sobre alguns outros poucos não tive a oportunidade de publicar algo, o que espero estar corrigindo ao longo deste mês de Janeiro através de alguns posts.

Não esquecendo meu status de consumidor, minha análise e filtros finais para escolha dos vinhos que seriam listados foram duas perguntas bem simples, diretas e pé no chão – qual dos vinhos que me deram prazer eu compraria pelo valor que tenho no bolso? Colocando lado a lado, vinhos de qualidade e estilos semelhantes, qual eu compraria? Devido a esse divisor de águas que é o preço, já mencionado no inicio do post, muitos ótimos rótulos de produção nacional acabaram por ficar de fora, especialmente os mais caros, acima dos R$40,00. Devido às flutuações de preço recentes provocadas pela forte oscilação do dólar, a faixa mais baixa foi prejudicada e as faixas intermediárias ficaram inchadas com um maior numero de rótulos e, outros, simplesmente caíram fora das listas devido aos aumentos ocorridos o que, em alguns casos, chegou a 25% ou, mais ainda, no caso das empresas que trabalham com preços dolarizados e foram fortemente penalizadas. Os preços listados são de referência no mercado de São Paulo e, dentro do possível, estão atualizados. As listas estão classificadas por preços começando do mais barato na faixa até ao mais caro. Nas minhas listas nunca existirá um numero 1! Acredito que os ganhadores temos que ser nós, não os vinhos, e por outro lado tudo depende do momento, da garrafa, da companhia e do bolso para que o nirvana possa ser atingido.

Em sendo cinco listas, espero publicar estes posts ao longo das próximas duas semanas intercalando com outras matérias de interesse. Salute e amanhã publico a primeira lista dos achados do ano de 2008 lembrando que a maior parte desses rótulos estão disponíveis nas lojas parceiras.

Salute e kanimambo.

Noticias do Mundo do Vinho III

wine-globe-2Semanas de poucas noticias neste final / inicio de ano, mas sempre há coisas interessantes a serem descobertas na rede.

Quinta da Cortezia Touriga Nacional – o da safra de 2005, recebe 90 pontos da Wine Enthusiast e é um de seus Best Buys. Já o da safra 2004, absolutamente redondo, saboroso e pronto a beber, que constará de minha lista de achados em 2008, é um belo vinho com um preço muito competitivo e a melhor relação Qualidade x Preço x Prazer dos tourigas disponíveis no mercado brasileiro, por volta dos R$54,00. Aproveitemos antes que fique demasiado famoso e decidam aumentar preços!

Lídio Carraro – em tempos de crise a Vinícola Lídio Carraro com forte presença não só no Vale dos Vinhedos como também na Serra do Sudeste em Encruzilhada do Sul, informa que seus planos são de crescer 20% em 2009. Atitude firme que pretende atingir com forte aumento das exportações, incrementando a linha de espumantes, a linha SulBrasil com a introdução de seus primeiros vinhos brancos e rosés. Bom, que tenham sucesso nesta empreitada e sirvam de exemplo para outras empresas.

Monte da Penha – Confirmando o seu sucesso, os vinhos Monte da Penha Fino Reserva Tinto 2004 e o Montefino Reserva Tinto 2004 receberam, respectivamente, Medalha de Ouro e Medalha de Prata no AWC Vienna International Wine Challenge, o concurso de vinhos mais importante da Áustria. Eu, pessoalmente, prefiro e listo o Reserva, como um dos grandes vinhos que provei este ano que passou. (Blue Wine)

França – Dizem que o Chateau Latour, um dos ícones de nossa vinosfera e um dos principais produtores de Bordeaux, e seus 78 hectares de vinhedos estão por serem vendidos por algo entre 200 a 500 milhões de Euros. Será? (Decanter)

Austrália – complicada aa vida dos exportadores de vinho Australianos que vêm suas vendas tradicionais caírem nos mercados mais tradicionais como Reino Unido e Estados Unidos. Na Inglaterra em função do teor alcoólico, mudança de perfil do consumidor, e nos Estados Unidos em função de queda da demanda e de preço. Em 2008, as exportações australianas para os Estados Unidos caíram 8% em volume e fortes 23% em preço. A Foster´s (grupo americano dono da Penfolds entre outros empreendimentos cervejeiros e vinícolas) apresentou seu primeiro prejuízo em cerca de 16 anos e já pensa em reavaliar estratégias. Parece que depois do enorme boom a Austrália terá que realmente rever todo o seu plano mercadológico que aparenta meter água! (Wine Spectator)

International Wine Gower’s Association (IWA) – uma prova que o individualismo está sendo deixado para trás pelos produtores de vinho portugueses que entenderam que a união de forças e sinergias é fator preponderante para suas ações externas. Domingos Alves de Souza, Casa de Cello, Luis Pato, Quinta do Ameal, Quinta de Covela e Quinta dos Roques se associaram para levar ao mercado externo uma imagem diferenciada de suas regiões, divulgado sua modernidade, qualidade e sabores através de ações mercadológicas conjuntas. No Minho, diversos pequenos produtores também se unem em sociedades operativas e comerciais, preservando suas individualidades, no sentido de conseguirem unir sinergias e fazer com que ganhem massa competitiva. Talvez bons exemplos que poderiam ser copiados/analisados por alguns produtores nacionais.

      

         Salute e veja amanhã, o primeiro de uma série de posts com os  Melhores Vinhos de 2008.