Fazia um bom tempo que esta região da Granja Viana, parte da região metropolitana de São Paulo, não tinha alguém promovendo cursos de vinhos. Pois bem, a Bete e o Marcel agora disponibilizam cursos em seu espaço na loja da Grand Cru na Granja Viana. Aproveitem, é sempre interessante no sentido de ser um abridor de mentes e descoberta de sabores para esta vinosfera.
Mais um delicioso texto do amigo e colaborador de todos os sábados, Breno Raigorodsky. Para acessar seus textos anteriores, clique em Crônicas do Breno, aqui do lado, na seção – Categorias
Para aqueles que pensam em cerveja no mesmo momento que pensam em salsichas, aviso: não há nada de estranho ou fora de lugar, pensar em vinho. Entre a França e a Alemanha, naquele lugar do mundo onde a cultura gastronômica saxônica se encontra em pororoca constante com a latina, produz-se vinhos brancos de primeira, vinhos cuja genética é voltada naturalmente para a charcutaria. Vinhos brancos conhecidos na fronteira, à base das nobres Riesling e Gewurzstraminer, mas também à base de Silvaner e Pinot Gris, freqüentam os bares dos dois lados do Reno, mesmo quando estes bares levam o nome de cervejaria.
Vinhos brancos, cervejas e espumantes, fazem rodízio no preparo do prato regional mais disputado, onde o chucrute se prepara com repolho refogado com carne de porco, umas dessas bebidas e zimbro, como tempero típico.Mas não dá para esquecer o vinho tinto, mesmo nesta disputa, pois o pinot noir alsaciano, pouco divulgado, entra na dança fazendo sucesso como poucos, vinho de primeira qualidade que é.
A não ser que se fale de um tipo de específico de salsicha, ah bom: a bierwurst da Baixa Saxônia, é exemplo de salsicha que leva cerveja em seu interior. Ponto para quem pensa em cerveja! Mas o vinho tem seus contrapontos, no interior de tantas lingüiças secas, de tantas origens peninsulares. A Grande Enciclopédia Ilustrada da Gastronomia do Reader’s Digest nos conta que é comum na culinária do norte da Itália, condimentar com vinho branco a lingüiça fresca, aquele tipo que se come nos churrascos e é feita para grelhar ou fritar. Ponto para o vinho!
No fim, quem sabe, a associação que fazemos naturalmente é a do embutido cozido com cerveja e a do embutido cru, fresco ou curado, com o vinho, certo? Errado, porque as posições se misturam muitas vezes pelo caminho da confecção e do uso, até porque estamos falando de produtos que o homem (e também a mulher, por que não?) bebem e comem, antes mesmo que a palavra “comemorar” tivesse sido criada para melhor justificar a comilança!
Nesta disputa, entra as mortadelas, nada mais que embutidos cozidos, como as salsichas e salsichões, consumidas historicamente com vinho, de preferência, em Bolonha – onde a mortadela foi consagrada com Denominação de Origem Controlada – com vinho Lambrusco tinto e seco. Meio ponto para o vinho, porque nem sempre é de bom alvitre aceitar que o Lambrusco seja coisa que se tome, apesar da grande massa de admiradores que este suco de uva fermentado tem ao redor do mundo, a ponto de colocá-lo entre os maiores produtos de exportação da Itália …
Em Portugal e na Espanha, brancos, tintos e cervejas disputam mesa-a-mesa a preferência, quando se trata de acompanhar seus excelentes embutidos. Na mesa da feijoada nossa de cada sábado, dificilmente o vinho entra, mais por tradição que por “mariaje”. Pois está provado que um bom vinho verde tinto acompanha o nosso prato nacional com muita galhardia, apesar de que estas provas sempre foram feitas com a “turma dos bebedores de vinho”, com nenhum grande bebedor de cerveja à mesa. Portanto ponto para esta última.
O que não se pode dizer sobre tantas outras tradições que misturam um ou mais vegetais com embutidos de carne. Os grandes cozidos italianos, espanhóis, portugueses, franceses etc. são comumente preparados com vinho e embutidos, como é o clássico molho à bolonhesa que em uma de suas receitas mais aceitável mistura carne de lingüiça moída com carne bovina e vinho. Ponto para o vinho, mas a contrapartida vem rápida, quando lembramos de vários embutidos ingleses, verdadeiras refeições completas – às vezes com queijo, aveia e frutas, misturadas com carnes moídas – que comumente levam cerveja no preparo. E eles lá sabem cozinhar, aqueles britânicos que cozinham carneiro na água para depois temperar na mesa com os molhos que roubaram das colônias, como o ketchup e chutney indianos?
Injustiça com ingleses feita, de ponto pra cá e ponto pra lá, pergunto por fim: e alguém ainda se interessa por coisas desse tipo, salsichas, lingüiças, salames, vinho e cerveja? Pode ser bom, diz nosso paladar, mas tem muito médico nutricionista que diz – pode ser ruim. Ponto para todos!
Breno Raigorodsky; filósofo, publicitário, sommelier e juiz de vinho internacional FISAR
Neste caso acaba, mas dá para passar na Lusitana e comprar outra garrafinha. Quinta de Baldias Tawny. Dos Vinhos do Porto, tenho uma preferência pelos Rubi, especialmente os Reservas e os LBV. Nos Tawny, gosto muito dos envelhecidos; 10, 20 e 30 anos o que não é para o bolso de todos nós, mas este tawny da Quinta de Baldias é muito especial, pois permanece por 8 anos em barricas antes de ser engarrafado. Possui aromas frutados e na boca a tipicidade acentuada de frutas secas e amêndoas, tudo de bom. A um preço bem competitivo e uma ótima relação Qualidade x Preço x Prazer é, nesta época do ano, um grande parceiro para um panetone. Em outros momentos, é grande companhia para os doces conventuais portugueses (ovos e amêndoas) ao final de uma refeição ou a qualquer hora. O meu acabou, snif, essa foi a ultima taça, mas logo/logo vou comprar mais uma garrafa porque sem Vinho do Porto não fico não! Na Lusitana e lojas por cerca de R$55,00.
Salute
Estou retransmitindo uma mensagem recebida que serve como mais um alerta para que todos que, de alguma forma, estejam envolvidos nas coisas de nossa vinosfera tomem posição e uma atitude.
Não sei se você que está lendo este texto, produtor de vinho, jornalista ou simpatizante, sabe que algumas medidas estão sendo pleiteadas junto ao governo federal para a adoção de mais um controle para os vinhos. Se a medida for adotada, sem uma ampla discussão, estaremos dando um grande passo para afastarmos o nosso consumidor e prejudicar a imagem do vinho brasileiro diante dos próprios brasileiros. Como produzir e vender vinhos num país onde em vez de andarmos para frente, corremos para trás? Mais uma vez, gastaremos tempo e dinheiro com medidas, que embora bem intencionadas, pouco contribuirão para sanar a problemática do setor vitivinícola. Em vez de nos preocuparmos com o baixo consumo do nosso produto, motivado pelo desconhecimento de sua qualidade e com a extorsiva carga tributária, nos socorremos mais uma vez no governo, pedindo que resolva (ou que crie) mais um problema: o Selo Fiscal. Não seria melhor nos unirmos para pedir ao governo que suspenda o IPI do vinho como fez para os automóveis? Isto seria prático e rápido.
A adoção do selo para o vinho diminuirá de fato a sonegação, o contrabando e a falsificação? São perguntas que devemos nos fazer antes de instituir mais este elemento em nossas vidas de produtores. As pequenas vinícolas não podem mais pagar o preço por um mecanismo criado sem uma prévia avaliação dos impactos futuros nas pequenas organizações e em toda cadeia produtiva. Teremos mais um custo para nossos vinhos? Afinal, o selo será comprado, colado, catalogado, controlado, comunicado, etc. Além de rótulos, contra-rótulos, cápsulas, tags, selos de indicação geográfica, teremos que explicar para o consumidor mais o Selo Fiscal? Mais uma vez estaremos afastando nosso consumidor, empurrando-o para o consumo fácil de uma cerveja. Vinho não é commodity, não pode levar na sua imagem o mesmo selo usado em cigarros e em destilados. O amante do vinho não pode tirar um lacre que insinue que este produto está no rol dos possíveis criminosos fiscais.
Tantos são os esforços para o reconhecimento do vinho brasileiro e o que estamos tentando fazer? Contribuir para que o Brasil se torne o país do vinho mais burocrático do mundo? Quem vai sobreviver a isto? Conversando com muitos produtores de vinhos, grande parte não aceita a idéia deste selo, pelos motivos supracitados. Deve existir uma maneira menos agressiva de resolver nossos problemas. Quando tudo estiver pronto e decidido, não adiantará reclamar. Temos que lutar dentro do nosso setor e divergir quando necessário.
O que sinto é que a cada dia o vinho brasileiro vai perdendo espaço para ele mesmo, vai perdendo a sua essência, transitando mais no papel do que na boca dos brasileiros. Uma pena.
Luís Henrique Zanini – Enólogo
Falou tudo e é do ramo! Será que vão acordar para a vida ou vão, mais uma vez, perder o bonde do progresso?!! Usei o texto e titulo da mensagem que o próprio Luis Henrique me enviou, mas será burocracia ou será que voltamos á famosa burrocracia da mediocridade tupiniquim?
Durante o mês de Fevereiro falarei um pouco sobre o painel de vinhos brancos e rosés que preparei para aproveitar este verão com muita satisfação e prazer. Foram muitos, mas como vi que alguns deles estão em oferta nas promoções de nossos parceiros sugiro que aproveitem.
De preços mais camaradas e super refrescantes, saborosos e equilibrados; o Obikwa Rosé 2007 é uma grande pedida assim como o Pascual Toso Sauvignon Blanc 2008, os dois da Interfood e, pelo preço, para comprar de caixa nem que seja para dividir com um amigo. Um degrau acima em preço e qualidade, uma verdadeira delicia, pleno de frescor, frutas tropicais, boa acidez e mineralidade que encantam, Protos Verdejo 07. Um vinho vibrante para acompanhar um salmão grelhado, frutos do mar, paella ….ou num vôo solo! Importação exclusiva da Península e está na Kylix por um ótimo preço. Eu já garanti um par de garrafas!
Afora isso a Zahil me mandou informação de mais uma série de rótulos em promoção sendo, em minha opinião, alguns verdadeiramente imperdíveis. São belos vinhos com preços bem camaradas, ainda mais agora. Não deixe escapar estes rótulos, alguns dos quais fizeram parte dos meus Melhores de 2008* em suas diversas faixas de preço: Lagar de Cervera 06 (belo Albariño) por preço dificil de achar em varietais desta cepa, de R$89 p/62 / Cuvée des Ardoises 03* (no ponto) de R$72 p/51 / Trumpeter Reserve 05* de R$64 p/45 e Domaine la Soumade Cote du Rhône Village Rasteau 06* de R$98 p/69.
Ontem passei pela Expand da Granja Viana e aproveitei para repor meu estoque de Vinho do Porto que tinha zerado. Dei sorte, tinha um lote de Quinta das Tecedeiras LBV 2001, que estava por R$68,00 e agora está por INCRÍVEIS R$34,00 o que foi irresistível. Fiz a festa e recomendo aos amigos que gostam, prato cheio! Aproveitando que estava lá …. um Quinta do Encontro Merlot/Baga 04 por míseros R$17,50 e Valle Escondido Cabernet Sauvignon 06 por R$19,00.
É isso, mais Boas Compras e Oportunidades com promoções de nossos parceiros podem pintar aqui, na sua telinha, a qualquer momento. Aproveitem enquanto dura!
Salute!
Quer contatar importadores ou lojas aqui mencionados, veja detalhes em “Onde Comprar” .
Os amigos do Q Vinho, tiveram uma grata surpresa ao serem nomeados no “meme” One Lovely Blog Award. Se eles tiveram, imaginem eu quando recebi o e-mail do Jomar me incluindo nele! Primeiramente fui descobrir o que diacho era esse “meme”, já que sou de uma outra geração e esses modismos e linguagens da rede nem sempre encontram em mim terra muito fértil para crescer. De qualquer forma, até porque penso não ser o único neófito desta linguagem, eis aqui a explicação do que é um “meme”.
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De acordo com a Wikipedia – Um meme, termo cunhado em 1976 por Richard Dawkins no seu bestseller controverso O Gene Egoísta. No que diz respeito à sua funcionalidade, o meme é considerado uma unidade de evolução cultural que pode de alguma forma autopropagar-se. Os memes podem ser idéias ou partes de idéias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autónoma. Quando usado num contexto coloquial e não especializado, o termo meme pode significar apenas a transmissão de informação de uma mente para outra. Este uso aproxima o termo da analogia da “linguagem como vírus”. No popular? Um meme é uma corrente de idéias com propagação viral entre pessoas.
Espantei-me ao ser nomeado, ou “marcado”, pelo pessoal do Q Vinho, o que muito me honrou, e para seguir adiante com esta iniciativa e manter o meme vivo, seguem minhas 7 indicações de blogs pra lá de especiais que, para variar, foram um parto optar entre tantas ótimas opções que já constam de meus links.
Pingas no Copo (Portugal) – O mestre da pena, como costumo denominá-lo. Consumidor, enófilo como a maioria de nós, há muito possui seu link aqui do lado e é uma das boas fontes de opiniões independentes existentes em Portugal. Cara humilde, mas que manja muito e compartilha conosco suas experiências. Domina o idioma como poucos e a maestria com que descreve suas emoções e sensações ao tomar os, nem sempre, doces néctares é inspiração pura para mim, iniciante que sou na arte da escrita e das coisas do vinho.
Diário de Baco (Brasil) – Seu blog já é coisa fina, baseado em suas experiências como consumidor e amante do bom vinho. Superou-se com o lançamento do Enoblogs, um portal de blogs sobre vinho em português. Grande sacada e uma mão na roda tanto para os blogueiros do vinho quanto para os consumidores e apreciadores do doce néctar!
Copo de 3 (Portugal) – Técnico e conciso, uma outra importante fonte de informações com avaliações pessoais sobre os vinhos portugueses. Provas, criticas, comentários, artigos, eventos, uma grande fonte de leitura para quem, como eu, se “amarra” nos vinhos Lusos! Junto com o Pingas no Copo, um dos melhores entre os muitos blogs do vinho disponíveis em Portugal.
Divino Guia ( Brasil) – O blog do amigo Álvaro Galvão, está sempre repleto de informações, novidades e noticias sobre nossa vinosfera. O Álvaro já anda por aí neste mundo do vinho faz uma porção de anos e tem portas abertas em tudo o que é lugar, permitindo acesso a eventos, provas e noticias que nem sempre nos estão disponíveis. Clico aqui quase que diariamente para tentar me manter a par de tudo o que acontece em nossa vinosfera.
El Malbec (Argentina) – sempre uma série de noticias, novidades e informações sobre o que de mais importante acontece na vinicultura argentina, mas também abrange os irmanos chilenos e uruguaios. Quem quiser saber o que acontece por esses lados, não pode deixar de passar periodicamente pelo site.
Senhor Prendado (Brasil) – Não tem nada a ver com vinho, mas quem aprecia um bom vinho é também um amante da boa gastronomia, o inverso nem sempre é verdadeiro, e este blog é genial. Uma mão na roda para quem se inicia nas artes da cozinha, um passo-a-passo que faz com que cada um de nós se torne um pequeno mestre cuca. Curto demais as receitas, algumas já fiz, com ótimas dicas para quem quer se iniciar nesse mundo gastronômico.
“É Só um Diário” ou “Vinhos, Panelas e Livros” (Brasil) – Para os íntimos, somente o blog da Helô uma lutadora que ama livros, tem sede de conhecimento, aprecia bons vinhos, bons pratos e tem paixão por Garibaldi. Só por isso já merece esta nomeação, mas tem mais, seu blog tem alma, coisa que poucos de nós conseguimos expressar no que escrevemos.
Salute
Um período interessante com vinhos de diversas regiões e cepas. Uns vinhos conhecia, outros não, uns confirmaram outros, não. Enfim, a diversidade e surpreendentes sabores que fazem com que nossa vinosfera seja um eterno processo de garimpo e descobertas.
La Posta Bonarda 2006 – da Estela Armando Vineyards, este foi uma recomendação do Luiz Horta que, mais uma vez acertou na cabeça. Esta cepa quando bem trabalhada, produz caldos muito interessantes e agradáveis o que se confirmou neste vinho. De bonita cor rubi intensa, aromas de frutas silvestres e nuances de fumado advindos da madeira, tudo muito sóbrio e bem harmonizado na taça. Na boca é muito saboroso de taninos amistosos e aveludados, bem equilibrado, boa estrutura com um final de boca de média persistência e algo apimentado. Um vinho que me agradou sobremaneira. Em agosto do ano passado o comprei por R$39,00. Com o Dólar do jeito que está, creio que o preço é hoje em torno de R$50 na Vinci Vinhos. I.S.P. 


Lyngrove Reserve Shiraz/Pinotage 2005 – Não é o primeiro Lyngrove que provo e este só veio confirmar a primeira impressão quando provei o varietal shiraz deles há cerca de um ano atrás. São vinhos que necessitam de tempo e de uma decantação bastante longa para arredondar um pouco seus duros taninos. Álcool um pouco alto, 14.5% o que convém manter a temperatura um pouco mais próximo de 16º. Paleta aromática de boa intensidade, bem frutada e com presença de especiarias. Na boca a madeira está bem presente, taninos firmes, concentrado, final de média persistência apresentando um retrogosto um pouco defumado um vinho austero para acompanhar pratos de igual porte. Importação da Wine Company, custava R$53,00 em Outubro, agora não sei. I.S.P. 

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Casa de Santar DOC 2003 – Um Dão elaborado com um corte de Touriga Nacional, Tinta Roriz e Afrocheiro com 13% de teor alcoólico. Comprei devido à boas criticas que o 2005 vem recebendo e porque gosto bastante do Reserva. Este não me agradou não. Achei demasiado rústico, taninos duros com uma certa agressividade e uma acidez cortante. Na boca mostra-se bastante encorpado, terroso, tostado com grande concentração. O amigo Álvaro Galvão costuma dizer que há que se dar três chances ao vinho; a primeira porque a garrafa pode não estar boa, a segunda porque pode ser que você não esteja bem no dia e a terceira, bem, essa é a derradeira! Acho que vou fazer isso com este vinho e nos darmos uma nova chance antes de eu tecer mais comentários já que corro o sério risco de estar sendo injusto.
Achaval Ferrer Malbec 2004 – Meu porto seguro, um Malbec de muita personalidade e bastante constante. Este 2004 está no ponto para ser tomado, macio e redondo, fruta vermelha madura, boa acidez ainda presente, taninos doces, cremoso, harmônico e elegante com final de boca agradável, longo e prazeroso invitando à próxima taça. Companhia que alegrou meu primeiro churrasco do ano tendo sido ótimo parceiro para uma maminha na brasa. Um dos melhores Malbecs disponíveis no mercado e só lamento que o preço não seja assim tão convidativo. Importação da Expand onde a safra de 2005 se encontra por R$85,00 e a de 2006 (excelente) por R$98,00 ou por volta disso. I.S.P. 



Muralhas de Monção 2006 – Um dos vinhos verdes mais consumidos em Portugal e por aqui tem os seus seguidores também, eu sendo um deles. Corte de Alvarinho com Trajadura, muito cítrico com nuances florais, sempre apresentando grande frescor e muito balanceado, é um vinho que safra pós safra mostra uma consistência impar e substância, algo nem sempre disponível nos vinhos verdes disponíveis no mercado. Tem um final de boca muito agradável e de boa persistência apresentando um retrogosto de frutas tropicais e algo mineral. Um vinho muito saboroso, ótimo para o verão acompanhando uns camarõezinhos grelhados ou uma lula à dorê enquanto o sol se põe sobre as águas do mar tranqüilo. Não é de grandes complexidades, mas é certeiro, direto diz logo ao que vem e nos deixa bem felizes e satisfeitos, missão cumprida com honras e bom preço, por volta dos R$38,00. Importador Barrinhas e disponível num grande numero de lojas, inclusive a Casa Palla, um dos bons pontos de venda aqui na região Oeste de Sampa e Cotia/Granja Viana
I.S.P. 


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Salute e Kanimambo
Lusitana na Cantina Matterello – A simpática e sempre eficiente Eliza da Lusitana, informa que a empresa estará apresentando novos vinhos no próximo dia 10, terça-feira, na Cantina Matterello, aqui em Sampa! Os tintos escolhidos são:
Terras d’Uva tinto 2006 – LANÇAMENTO – este é um tinto alentejano, redondo, super agradável! O seu produtor está super bem cotado em Portugal, estando inclusive na lista dos 5 melhores produtores da atualidade: Henrique Uva. Quem quiser dar uma espiada na vinícola, segue o site: www.mingorra.com.
Herdade Paço do Conde tinto 2006 – NOVA SAFRA – para aqueles que não confiaram na nossa recomendação, venha conferir de perto: o vinho está mais encorpado, redondinho, tudo de bom!
Barão do Sul Colheita Seleccionada tinto 2003 – para aqueles que queiram tirar a prova dos nove e ainda têm duvida sobre a qualidade dos vinhos Barão do Sul, está aqui uma bela oportunidade para vir conferir.
Agora, uma inovação! Vamos finalizar brindando!!
Espumante Milantino Moscatel – Para encerrar em clima de comemoração (2009!!), escolhemos um espumante nacional, de produção bem pequenina e de qualidade indiscutível!
Pedra Basta 2006 recomendado pela BBC – Sarah Jane Evans, Master of Wine Inglesa, escolheu o Pedra Basta 2006 como a “melhor compra para o Natal” pela prestigiada revista inglesa BBC Good Food. Foi o único vinho Português nesta selecção.
Sarah Jane mencionou que “Portugal é actualmente um dos melhores países para se encontrar vinhos interessantes” e alerta os seus leitores que o Pedra Basta é “um vinho com grande carácter e personalidade”. Sarah descreve este vinho produzido perto de Portalegre, na Serra de S. Mamede pelo Sonho Lusitano Vinhos, como “com fruta intensa bem madura, o vinho tem complexidade e é proveniente de 4 castas locais. É um vinho com forte personalidade feito pelo conceituado enólogo Rui Reguinga e Richard Mayson, o jornalista inglês especializado em vinhos portugueses”.
Mais uma prova de que os vinhos portugueses seguem galgando degraus no exigente mercado internacional e que há muitos rótulos de qualidade disponíveis no mercado, muitos, inclusive, pouco conhecidos do mídia. Pelo incrível trabalho de suas vinícola e enólogos, assim como o incansável trabalho de divulgação da Viniportugal e AICEP, o mundo começa a se dobrar à qualidade, sabores, aromas e diversidade de cepas autóctones portuguesas e isto é uma realidade inquestionável.
Sarah Jane Evans MW foi recentemente votada como uma das jornalistas inglesas de vinhos mais influentes pela prestigiada empresa de estudos de mercado Wine Intelligence. Fonte: Blue Wine
Vinhos tintos argentinos – A revista Decanter fez recentemente um painel com blends tintos produzidos na Argentina. Até aí nada de novo e, algumas das figurinhas carimbadas já são amplamente conhecidas. O interessante é que pintam nomes dos quais pouco ouvimos falar. Talvez uma boa dica para os amigos que andarem por aquela banda pesquisarem. Veja a lista de alguns desses vinhos. Se quiser ver mais clique aqui.
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Bodegas O Fournier, A Crux, Mendoza 2004 *****
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Carinae, Prestige, Mendoza 2006 ****
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Ojo de Vino, Dieter Meier, Puro Gran Reserva, Mendoza 2007 ****
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Urraca, Primera Reserva, Mendoza 2006 ****
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Bodega Norton, Privada, Mendoza 2006 ****
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Andean Vineyards, Elementos, San Juan 2007 ****
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Bodega Goulart, Paris Goulart Reserva, Mendoza 2007 ****
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Finca La Celia, Reserva Malbec-Petit Verdot, Uco Valley-Mendoza 2006 ***
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Finca Flichman, Paisaje de Tupungato, Mendoza 2005 ***
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Carlos Pulenta Wines, Vistalba Corte C, Mendoza 2004 ***
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Finca Flichman, Paisaje de Barrancas, Mendoza 2005 ***
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Valle de la Puerta, Gran Reserva, Famatina 2005 ***
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Bodega Monteviejo, Petite Fleur, Lindaflor, Mendoza 2006 ***
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Dominio del Plata, Ben Marco Expresivo, Mendoza 2005 ***
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Bodega Tacuil, RD, Salta 2007 ***
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Finca la Celia, Malbec-Tannat Reserva, Uco Valley-Mendoza 2006 ***
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Eral Bravo, YBS, Mendoza 2005 ***
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M Lorca, Gran Poetico, Mendoza 2006 ***
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Walter Bressia, Profundo, Mendoza 2006 ***
Crise no Vinho – A crise mundial afeta também os produtores de vinho, porém as vendas não declinam em volume, mas sim em valor. Apesar de os Estados Unidos, por exemplo, terem apresentado uma queda de valor em cerca de 3%, as vendas aumentaram pouco mais de 1% em 2008. Paralelamente, as vendas em restaurantes, com suas altas margens, caíram cerca de 13% o que cria uma outra preocupação aos produtores e importadores que é a revisão de seus canais de distribuição e vendas. Em Portugal já se confirmam aumentos de vendas em supermercados, mostrando que os consumidores lá seguem tomando seus vinhos, mas mudam seus hábitos para se adaptar à nova situação. Parece que a época áurea acabou e quem não refizer seu trabalho de casa certamente levará chumbo. Downgrading, maior conscientização de preço na hora da compra e mudanças de hábito de consumo, quem sobreviver verá!
Fyloxera em Yarra Valley – uns pensam que é doença sob controle, mas não é não e prevenção e uso de enxertos na maioria dos países do mundo ainda é essencial. Uma infestação mais forte acaba de ser verificada em uma das principais regiões produtoras na Austrália, a Yarra Valley. De um tipo B, sua dispersão se dá através de meios mecânicos (pessoas ou veículos) o que pode significar maior facilidade de controle na quarentena de apenas parte da região. Como, no entanto, desde 2006 que vêm aparecendo casos, pode-se pensar que estamos diante de um problema um pouco maior que poderá forçar a região a tomar medidas mais amplas e drásticas para conter a praga. De qualquer forma, um problema a mais num momento que já é difícil para a vinicultura Australiana que vem perdendo mercado internacionalmente, ainda mais com os efeitos da crise financeira mundial. Um sério golpe que pode ter efeitos colaterais. Fonte – Decanter.
É hora de Malbec nos EUA – Deu no Chicago Tribune, as vendas de malbec argentino no país em 2008 cresceram, em valor, “irrisórios” 147% entre 2006 a 2008. Milagre? Não, o segredo para esta notável performance tem a ver com, afora o óbvio marketing de qualidade, bons e saborosos produtos dentro de uma estratégia de preços inteligente e adequado se posicionando no segmento abaixo de USD20 e uma boa parte abaixo dos USD10. Nós aqui os queremos sobre taxar, coisas de gente medíocre mostrando nossas raízes terceiro mundistas, porém lá eles trabalham para melhorar a própria produtividade e gerar produtos de qualidade com potencial de competição. Parabéns irmanos!
Mais um delicioso texto do amigo e colaborador de todos os sábados, Breno Raigorodsky. Para acessar seus textos anteriores, clique em Crônicas do Breno, aqui do lado, na seção – Categorias
“O Vinho Mais Caro da História” de Benjamim Wallace (editora Zahar)foi meu livro de cabeceira, nos últimos dias. Apesar de ser chato, ele me pegou e só larguei depois que acabei de ler suas 252 páginas mal escritas. Por que fui até o fim, eu que sou conhecido como um impiedoso larga-livros, que jamais leio até o fim coisas que não me prendem a atenção? Perguntem para o Joyce se li seu Ulisses até o fim, perguntem para o Guimarães Rosa quantas vezes tentei ler sua história sobre Diadorim até finalmente conseguir…
Pois bem, li este Benjamim Wallace porque, talvez tenha sido a fonte mais precisa do porque vinho custa o que custa… Este absurdo disparatado que concorre diretamente com os preços das relíquias mais valiosas, quando – mesmo nos mais caros e cuidadosos processos – não custa sequer 1/20 do preço que tem nas prateleiras. Descubro pelo livro, que jamais um vinho tinha superado os US$500,00 até 1970 ou próximo disso.
Descubro então, que o vinho vira moda e que torna interessante a sua entrada no mundo dos leilões, o que vai alimentar uma espiral de preços que levou, em 1985, aos tais US$150.000,00, que justificam o título do livro. Em menos de 10 anos, mais de 30.000% de valorização, números que nem os bancos brasileiros conseguem atingir em termos de lucro! Os ricaços americanos e alemães, alguns até interessados em vinho e não apenas em aparecer, principiaram um processo de degustações infindável, consumindo, como se fosse água, vinhos da era pré-filoxera, ou seja, vinhos anteriores ao fim do século XIX, já que a praga exterminou praticamente toda produção mundial de uvas ditas apropriadas para o vinho, exceção feita às vinhas do Chile.
Gente importante como Jancis Robison e Robert Parker, entraram de bocós neste processo de valorização sem medidas e sem respaldo na realidade. O livro trata das dificuldades em determinar o falso, mas deixe entender que falso mesmo não são garrafas e conteúdo, mas as motivações, pois a relação que cria com Thomas Jeferson – embaixador da novíssima república americana em solo francês – nada mais faz do que conduzir o fio da meada, que leva à prova de falsificação de uma parte importante de vinhos neste período.
O que mais incomoda é que aquela gente esbaldou-se de beber os grandes vinhos anteriores à II Grande Guerra, mas quem paga a conta, até hoje, somos nós!
Breno Raigorodsky; filósofo, publicitário, sommelier e juiz de vinho internacional FISAR
Estamos na época das promoções, queimas de estoques e coisa que o valha. Este blog tem “Boas Compras & Oportunidades” todos os meses, até porque faz parte de nosso objetivo essa divulgação de bons vinhos por bons preços, mas este é especial porque as promoções são maiores. Algumas coisas boas, outras nem tanto, descontos altos nem sempre proveitosos porque a base de cálculo já é nas alturas, enfim um ótimo momento para repor estoques em casa desde que tomados os devidos cuidados inclusive com relação à idade dos vinhos. Na duvida, fique na sua e busque outras oportunidades. Muitos posts já foram publicados sobre o tema e, eu mesmo, já dei uns toques em artigo publicado no ano passado. Este ano esta reposição de estoques toma forma de investimento já que, em função do dólar e aumento de encargos no Estado de São Paulo assim como do IPI, a previsão é que as lojas e importadores terão um acréscimo de custos em torno de 20 a 30% que, certamente, nos será repassado. O quanto o mercado ou seja, nós consumidores, aguentará, só saberemos dentro de uns dois ou três meses, porém creio que segurar preços o máximo possível através de renegociações com produtores, fornecedores de serviços, fretes, e segurar margens será essencial para que o mercado não desabe.
Bem, deixemos isso para quem entende e vive disso. Como consumidor quero mais é comprar com segurança, sabendo que os vinhos são de qualidade, são bem estocados e os preços/descontos são honestos. Sim, porque creiam ou não, ainda existe gente aumentando preço para depois dar desconto! Pensando nisso, solicitei aos amigos e parceiros do vinho, uma lista de vinhos recomendados que estivessem em promoção e, alguns responderam. Aqui abaixo a lista de Boas Compras em Promoção deste mês com promoções imperdíveis. Marquei com um asterisco aqueles que conheço e recomendo. Com dois asteriscos, são os vinhos que entraram nas minhas listas de Melhores Vinhos de 2008 e que acho imperdíveis em sua faixa de preços, ainda mais com descontos. Para o verão, vinhos como Filipa Pato 3b, Pascual Toso Sauvignon Blanc e Obikwa Rose são para comprar de caixa e curtir o quanto dê. Nos tintos o Hecula, Ochotierras (os dois), San Marzano Primitivo, Barbera d’Asti, Tosca Chianti Colli Senesi, Callia Alta Syrah/Malbec, Pizzato Merlot Reserva, Vila Santa, Cuvée Marie-Paule, Castello di Brolio, Farnese Montepulciano, Cadão e o Finca La Celia Cabernet Franc, entre outros, são imperdíveis nestes tempos de instabilidade e horizonte negro gerando grande economia. Aproveite o fim-de-semana e faça suas compras.
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Rótulo |
Cepa |
Safra |
País |
Tipo |
De R$ |
Por R$ |
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Da Zahil uma lista muito interessante toda com 30% de desconto |
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Trimbach Riesling |
Riesling |
2005 |
Alemanha |
Branco |
101,00 |
70,70 |
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Trimbach Gewurtzraminer |
Gewurtzraminer |
2005 |
Alemanha |
Branco |
125,00 |
87,50 |
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Domaine Conté |
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2007 |
Chile |
Rosé |
38,00 |
26,60 |
|
Sangervasio Rosso * |
Corte |
2005 |
Itália |
Tinto |
74,00 |
51,80 |
|
Bordeaux Les Granges * |
Corte |
2004 |
França |
Tinto |
88,00 |
61,60 |
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Trumpeter C. Sauvignon |
Cab. Sauvignon |
2007 |
Argentina |
Tinto |
45,00 |
31,50 |
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d’Aremberg Ironstone Pressing |
Corte |
2003 |
Austrália |
Tinto |
235,00 |
164,50 |
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Kylix, está com a loja toda em promoção de até 30% nos vinhos e 40% em outros produtos. Eis a seleção que eu escolhi. |
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Chianti Tosca Colli Senesi * |
Corte |
2004 |
Itália |
Tinto |
57,80 |
40,50 |
|
Callia Alta * |
Syrah/Malbec |
2007 |
Argentina |
Tinto |
27,90 |
20,90 |
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Three Step |
Shiraz |
2006 |
Austrália |
Tinto |
48,00 |
36,00 |
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Eolo Los Vientos Gran Reserva |
Tannat |
2002 |
Uruguai |
Tinto |
115,00 |
80,50 |
|
Barbera d’Asti Michele Chiarlo ** |
Barbera |
2004 |
Itália |
Tinto |
74,40 |
55,80 |
|
Ochotierras Gran Reserva ** |
Syrah |
2005 |
Chile |
Tinto |
85,70 |
64,30 |
|
Hecula ** |
Monatrel |
2005 |
Espanha |
Tinto |
62,00 |
49,60 |
|
Abadia Retuerta – Rivola * |
Corte |
2004 |
Espanha |
Tinto |
82,00 |
65,60 |
|
Viña Sastre Crianza |
Corte |
2005 |
Espanha |
Tinto |
129,00 |
103,20 |
|
Marques de Tomares |
Tempranillo |
2006 |
Espanha |
Tinto |
38,80 |
31,00 |
|
Protos Verdejo * |
Verdejo |
2007 |
Espanha |
Branco |
54,00 |
43,20 |
|
Ochotierras Reserva ** |
Cab. Sauvignon |
2006 |
Chile |
Tinto |
48,70 |
39,00 |
|
Monte do Vilar * |
Corte |
2005 |
Portugal |
Tinto |
29,90 |
23,90 |
|
Convento da Vila |
Corte |
2006 |
Portugal |
Tinto |
25,90 |
20,70 |
|
Válido até dia 6 de Fevereiro para pagamento á vista, ou até que os estoques se acabem. |
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BR Bebidas, em cima de seus já famosos baixos preços, mais um desconto especial para os leitores de Falando de Vinhos |
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Cava Negra |
Malbec |
2006 |
Argentina |
Tinto |
20,00 |
17,00 |
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Ceiros Douro |
Corte |
2004 |
Portugal |
Tinto |
43,00 |
35,00 |
|
Lidio Carraro Quorum Grand Vindimia |
Corte |
2005 |
Brasil |
Tinto |
79,00 |
60,00 |
|
Filipa Pato 3b ** |
Baga/Bical |
|
Portugal |
Espumante |
46,00 |
39,00 |
|
Secreto * |
Carmenére |
2007 |
Chile |
Tinto |
75,00 |
60,00 |
|
Viu Manent Reserva |
Cab. Sauvignon |
2005 |
Chile |
Tinto |
75,00 |
60,00 |
|
Viu Manent Reserva |
Carmenére |
2007 |
Chile |
Tinto |
75,00 |
60,00 |
|
San Marzano Primitivo ** |
Primitivo |
2006 |
Itália |
Tinto |
26,00 |
22,00 |
|
Válido até dia 10 de Fevereiro ou até que os estoques se acabem. |
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Interfood, o mais novo parceiro de Falando de Vinhos. Algumas ótimas ofertas para este verão. |
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Le More Castellucio |
Sangiovese |
2005 |
Italia |
Tinto |
64,80 |
52,00 |
|
Quinta da Touriga-Chã |
Touriga nacional |
2004 |
Portugal |
Tinto |
136,90 |
109,60 |
|
Supremo Finca La Celia |
Assemblage |
2004 |
Argentina |
Tinto |
189,50 |
144,20 |
|
Obikwa * |
Pinotage |
2007 |
África do Sul |
Rosé |
25,60 |
17,93 |
|
Pascual Toso |
Chardonnay |
2004 |
Argentina |
Branco |
30,42 |
21,30 |
|
Pascual Toso * |
Sauvignon Blanc |
2008 |
Argentina |
Branco |
30,42 |
21,30 |
|
Finca La Celia |
Malbec |
2006 |
Argentina |
Tinto |
38,27 |
26,79 |
|
Calvet Conversation * |
Sauvignon Blanc |
2006 |
Argentina |
Branco |
34,33 |
24,00 |
|
Finca La Celia * |
Cabernet Franc |
2004 |
Argentina |
Tinto |
38,27 |
26,79 |
|
Válido até 20 de Fevereiro para compras minimas de R$300,00 via o televendas (11) 2602-7261 |
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Casa Palla, ótimos preços, dos melhores no mercado, e se comprar um mix de 12 garrafas, uma (a de menor preço) é na faixa! Olha que tem coisa muito boa por preço melhor ainda. Compare! |
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|
Pizzato Reserva ** |
Merlot |
2005 |
Brasil |
Tinto |
|
30,00 |
|
Cuvée Marie-Paule Bordeaux Superieure ** |
Corte |
2005 |
França |
Tinto |
|
65,00 |
|
Vila Santera Primitivo di Manduria DOC |
Primitivo |
2004 |
Itália |
Tinto |
|
49,90 |
|
Chianti Classico Vila Cerna |
Corte |
2006 |
Itália |
Tinto |
|
50,00 |
|
Cadão Reserva Douro * |
Corte |
2000 |
Portugal |
Tinto |
|
32,00 |
|
Hardy’s * |
Riesling/Gewurtz |
2007 |
Austrália |
Branco |
|
29,90 |
|
Camigliano Rosso di Montalcino |
Brunello (sangiovese) |
2006 |
Itália |
Tinto |
|
64,90 |
|
Vila Santa – Alentejo * |
Corte |
2005 |
Portugal |
Tinto |
|
75,00 |
|
Chianti Classico Castello di Brollio DOCG * |
Corte |
1999 |
Itália |
Tinto |
|
170,00 |
|
Farnese Montepulciano d’Abruzzo Colline Teramane |
Montepulciano |
2004 |
Itália |
Tinto |
|
60,00 |
|
Filipa Pato Ensaios * |
Corte |
2005 |
Portugal |
Tinto |
|
39,90 |
|
Edizione 6 Cinque Autoctoni ** |
Corte |
|
Itália |
Tinto |
|
130,00 |
|
Válido até dia 10 de Fevereiro ou até que os estoques se acabem. |
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|
Peninsula, somente por telefone ou site e especial para os leitores de Falando de Vinho que comprarem uma caixa de seis garrafas. |
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|
Sierra Salinas (RP 90 pontos) |
Monastrel |
|
Espanha |
Tinto |
65,00 |
55,00 |
|
Válido até 10 de Fevereiro. Frete grátis na cidade de São Paulo. |
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A Ville du Vin, com apoio da Peninsula, também tem uma bela promoção de clássicos espanhóis. Tem outros rótulos em suas cinco lojas. |
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|
Protos Roble |
Tempranillo |
2006 |
Espanha |
Tinto |
81,00 |
62,00 |
|
Allende |
Tempranillo |
2004 |
Espanha |
Tinto |
159,00 |
119,00 |
|
Cuvée Palomar |
Temp/Cab. Sauv. |
2004 |
Espanha |
Tinto |
413,00 |
289,00 |
|
AAlto Crianza |
Tempranillo |
2005 |
Espanha |
Tinto |
346,00 |
310,00 |
|
Aalto PS |
Tempranillo |
2005 |
Espanha |
Tinto |
766,00 |
599,00 |
|
Válido até dia 28 de Fevereiro ou até que os estoques se acabem. |
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|
Rótulo |
Cepa |
Safra |
País |
Tipo |
De R$ |
Por R$ |
|
A Vinea Store nos traz alguns ótimos kits com descontos de 30% |
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Trio Bordeaux |
|
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|
|
R$379,00 |
R$265,30 |
|
01 Chateau La Raze Beauvallet |
Cab. Sauvignon, Merlot, Petit Verdot, Cab. Franc |
2005 |
França |
tinto |
|
|
|
01 Clos de Malte |
Merlot, Cab. Sauvignon, Cab. Franc |
2004 |
França |
tinto |
|
|
|
01 Chateau Desclau Cuvée Marguerite |
Merlot, Cab. Sauvignon, Cab. Franc, Malbec e Petit Verdot |
2002 |
França |
tinto |
|
|
|
Uva Malbec |
|
|
|
|
R$230,00 |
R$137,90 |
|
01 Trazos de Autor Malbec |
Malbec |
2006 |
Argentina |
tinto |
|
|
|
01 Família Marguery |
Malbec |
2003 |
Argentina |
tinto |
|
|
|
Uva Syrah * |
|
|
|
|
R$133,00 |
R$93,10 |
|
01 Poggio Bidini Syrah IGT Sicilia |
Syrah |
2005 |
Itália |
tinto |
|
|
|
01 Côtes Du Rhône AOC Grand Mont |
Syrah |
2006 |
França |
tinto |
|
|
|
Alentejo e Douro * |
|
|
|
|
R$147,00 |
R$102,90 |
|
01 Montefino Reserva |
Touriga Nacional, Alicante Bouschet, Trincadeira, Aragonês ( Tempranillo ). |
2004 |
Portugal |
tinto |
|
|
|
01 Quinta Nova Douro DOC ** |
Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinta Amarela, |
2004 |
Portugal |
tinto |
|
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|
Barbera * |
|
|
|
|
R$186,00 |
R$130,20 |
|
01 Barbera D’Asti DOC ** |
Barbera |
2004 |
Itália |
tinto |
|
|
|
01 Barbera D’Asti Superiore DOC |
Barbera |
2002 |
Itália |
tinto |
|
|
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Promoção válida até 28 de Fevereiro ou final de estoques. |
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Dá para fazer um estrago legal e montar uma adega de primeira com vinhos para todos os gostos e bolsos, vinhos para o dia-a-dia, ótimas opções para o verão, vinhos mais sofisticados, tem de tudo um pouco nessa lista aí em cima. Por outro lado, visitar os locais também é uma boa porque existe uma infinidade de outros rótulos nas lojas, ou batam um papo com os importadores aproveitando o momento, quem sabe você consegue algo mais. Para facilitar a vida de todo mundo, eis a lista de endereços/sites e telefones para contato:
- Península – Tel. (11) 3822-3986 / Site: http://peninsula.akinaloja.com.br/loja/default.php
-
BR Bebidas – Tel. (11) 3071-0777 / Rua Leopoldo Couto Magalhães 622, Itaim / Site: http://www.brbebidas.com.br/
-
Casa Palla – Tel. (11) 4612-9402 / Km 25 da Rodovia Raposo Tavares na Granja Viana.
-
Kylix – Tel. (11) 3825.4422 / Av. Angélica, 681 / www.kylixvinhos.com.br.
-
Ville du Vin – Tel. (11) 3045 8137 / Rua Diogo Jácome, 361, Vila Nova Conceição e mais quatro endereços / www.villeduvin.com.br/
-
Vinea Store – Tel. (11) 3059-5205 / Rua Manuel da Nóbrega 1014, São Paulo / www.vineastore.com.br
Compre inteligentemente. Não compre desconto, faça contas e compare preços finais. Salute e que Baco o acompanhe em suas compras.




