João Filipe Clemente

Efeitos do Maledetto!

    É, não demorou muito para que parte dos efeitos desse maledetto selo fiscal se fizessem sentir e, já conhecendo o eleitorado, era de se esperar! Acabei de receber comunicado de que os preços de um produtor nacional, parece que é geral, estão sendo aumentados em 10% para cobrir custos, vejam abaixo. Que a polêmica do maledetto não tinha nada a ver com o contrabando e sim com os aspectos comerciais do mercado, isso já era amplamente conhecido e motivo de fortes criticas deste comentarista das coisas do vinho e os movimentos, para cima obviamente, dos preços era só uma questão de tempo. Fui um dos primeiros críticos dessa ação retrogada, um verdadeiro tiro no pé dos produtores e no bolso do consumidor que certamente seria chamado a pagar a conta. Pior, a existência do maledetto e o consequente aumento de preços afeta especialmente a gama de entrada do mundo dos vinhos tornando ainda mais caro a entrada de novos consumidores e aumento da demanda. Gente inteligente essa!

         Sei que os custos para os importadores que estão com operação de selagem no porto está em algo como R$2,00 por garrafa o que, num vinho de R$150 ou 200 pouco efeito causa. Agora, e no de R$15 ou 20? Os produtores nacionais, que estão estocados até as tampas, em vez de se aproveitar para ganhar mercado estão querendo faturar em cima, legal não? Para variar, pagamos a conta que nos é empurrada goela abaixo deixando um retrogosto de sabor duvidoso. O bastante, creio eu, para que nos sintamos impelidos a rechaçar esses caldos. Eu que sempre apoiei os produtores nacionais por entender que são elo importante na formação da cultura do vinho no país e por terem evoluido no quesito qualidade, começo a pensar de forma diferente e repensarei meus apoios. Me sinto ultrajado como consumidor! Aliás, todo este tema está me fazendo lembrar de uma célebre canção composta por Gil e Chico Buarque numa época em que também nos enfiavam um monte de coisas goela abaixo pela força bruta. Guardadas as devidas proporções e importância dos fatos, finalizo com as palavras deles e a apresentação de Chico e Milton, dois craques. Se este tema e este texto são um pé, pelo menos aproveite o video porque vale a pena recordar!

Pai,afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=mTEiw4is4wI]

Salute e kanimambo

ps. Quer saber mais do Maledetto? Digite essa palavra em procurar e acompanhe a história por trás dessa atrocidade desde o inicio.

Surpreendente, Valmarino & Churchill Extra Brut 2009

 

Pequena produção, somente 1250 garrafas disponibilizadas para venda, quatro meses de barricas francesas de primeiro uso, uma perlage e um colar que há muito não via numa taça de espumante. Tudo muito bonito e convidativo, mas e na boca? Eh, eh, é aí que ele surpreende para valer e adoraria ver esse espumante sendo servido ás cegas numa prova em que participassem os melhores rótulos nacionais e alguns champagnes. Delicioso, fino, muito fino, perlage consistente, muito equilibrado , fresco sem exageros, brioche, sutil fruta citrica, cremoso, complexo e absolutamente sedutor. Um belo espumante que não vai se encontrar por aí em qualquer lugar, só em lugares especiais como na Vino & Sapore (eh,eh), mas certamente daqueles que valem ser comprados de caixa e guardados porque, com esse pequeno volume de produção, vai faltar! Parabéns Nathan, mais uma tacada de mestre e essa parceria com a Valmarino, que já deu certo com o Cabernet Franc, realmente mostra que boas uvas, vinificação adequada e barricas de qualidade bem usadas rendem bons dividendos.

Um salute especial e kanimambo pelo privilégio.

Estou Perplexo!

Viram o resultado de uma prova de vinhos Alvarinho/Albariño publicada na Prazeres da mesa deste mês?!! Não, então caso queiram ler a matéria completa comprem, peguem emprestado, leiam na banca, sei lá! De qualquer jeito, até para poder melhor tecer meus comentários, segue uma lista de parte dos resultados:

1º Quinta dos Loridos (Portugal/Lisboa) – 91 pontos

2º Bouza Albariño (Uruguai)  e Martin Codax (Espanha/Rías Baixas) – 90 pontos

3º Vale d’Algares (Portugal/Tejo) – 89 pontos empatado com Castro Valdes Sin Palabras / Dorado Superior e Lagar de Cervera.

4º Soalheiro (Portugal/Minho) – 88 pontos empatado com Portal do Fidalgo, Filaboa, Palácio da Brejoeira, Pazo Señorans, Rolan, Deu la Deu, Quinta da Lixa, Muros de Melgaço

seguidos de mais três rótulos com 87 pontos e três com 86 ou seja, no geral uma pontuação bastante alta para estes vinhos o que demonstra a capacidade desta cepa em gerar bons vinhos e o viés positivo dessa prova.

          No entanto, conheço as maioria dos vinhos provados, inclusive o melhor dessa  prova e, ver o Loridos levar o caneco e com tão alta pontuação me parece um absurdo. E o Bouza, já aqui comentado no blog há alguns anos atrás, que é realmente bom mas longe da complexidade e exuberância dos “vero”, também lá nas alturas! Não fosse a presença nessa degustação de gente do calibre de Didu Russo e Jorge Carrara, dois dos experts que mais respeito na nossa midia, provavelmente eu colocaria esse resultado em duvida, mas……. acho que tenho que me curvar aos fatos publicados. Dificil de digerir no entanto, tenho que confessar. Aliás, numa Expovinis, creio que 2008, também ocorreu uma dessas quando apareceu uma zebra chamada Rio Sol entre os TOP 10, então acho que fatos como estes podem ser classificados como acidentes de percurso que volta e meia pintam em nossos caminhos pela vinosfera!

           Tudo bem, sei que estas degustações são o retrato de um momento com aquelas pessoas e aqueles vinhos, mas que o resultado é surpreendente e me deixa perplexo pelo conhecimento (ou será desconhecimento?!) que tenho dos vinhos, lá issó não restam duvidas. Bem, mais uma para minha coleção de “vivendo e aprendendo” , mas fica aqui uma pergunta para satisfazer a minha curiosidade; quanto um resultado desses altera sua percepção de valor e motiva a compra? Pesssoalmente, sigo sendo mais Soalheiro, Muros de Melgaço, Pazo Señorans, Martin Codax, Muros Antigos, etc…….

Salute e kanimambo

Uma Carta do Breno direto de Flores da Cunha

O amigo Breno Raigorodsky volta e meia ainda nos brinda com algumas participações primorosas como com esta “carta-mail” recebida dele há poucos dias, durante sua entusiasmada visita á vinícola Luiz Argenta, que agora compartilho com vocês. Me deu água na boca, tenho que confessar, e certamente me despertou o interesse de uma visita numa  próxima viagem à reunião.

           João, é bom saber que há vida inteligente correndo solto nas velhas veias da enologia. É a segunda visita que faço para o Deunir Argenta, a primeira foi por ocasião do curso de juiz de vinho internacional que cometi em Flores, anos atrás. Esta segunda se dá com a torre de vinificação por gravidade, em atividade quase que completa e com um enólogo novo, o Edegar, quase que completo também.

             Foi considerado recentemente por uma revista do mercado como uma das 10 vinícolas mais bonitas do mundo. De fato, tem o seu encanto na terra e por estar solidamente arqutitetada e calcada numa rocha que se faz parede interna. Tem o seu encanto no apuro técnico e tecnológico e principalmente em seus 55 hectares de terras apropriadamente onduladas. Fui conversar sobre aquele velho plano de um encontro sobre vinho brasileiro em terras mais centrais, SP, BH ou RJ, o que daria um cunho mais brasileiro e menos regional a um encontro que fosse feito no sul.

            Acabei sendo convencido que no pólo de Flores da Cunha/Nova Pádua, pratica-se alguns dos melhores vinhos do país, só para ser modesto e não dizer do Novo Mundo. O cuvée Luiz Argenta, um corte fifty/fifty de CS e Merlot, com 14 meses de barrica nova de madeira francesa meia tostada, com IPT de 78 e 13,5% de álcool é um monumento, como são outros bravos brasileiros tintos como o Anima Vitis, o Storia, o Nebiollo Bettù, o Francesco, Lote 43 e alguns outros poucos.

            Terra fortalecida, terra das primeiras vitiviníferas brasileiras, terra da gloriosa Granja União, que tive o prazer de encontrar sendo vendido num armazenzinho numa rua atrás do Parc Montsouris de Paris, nos idos de 1973, no mais precoce esforço de exportação do vinho brasileiro (concorria em condições de preço com os fortes vinhos da Argélia). João, experimente o rosé dos caras. Tem um corte exótico de CS, Merlot, CF e Shiraz, com uma cor bem feminina, que te faz esperar um melado em vinho… Mas, surpresa! Afora a falta de acidez final – o que me desagradou – o vinho é “bão demais” na boca.

           E, tirando os conhecidos e consagrados grandes Merlot e C.Sauvignon, obrigatórios em qualquer degustação de excelência entre os vinhos que se faz nesta terra canarinho, tive na boca dois vinhos que considerei improntos: um cabernet franc oxidado no nariz, ótimo na boca e um merlot tirado de pipeta de uma barriquinha de 60litros. Deste Merlot, te digo, o cara tem 110 de IPT, 10g de açúcar residual, 16,5% de álcool. É fruto de 360kg de fruta que se tornaram 60litros!!! Entrou na barrica em 2009 e vai ficar um pouco mais lá, até ser engarrafado e descansar mais algo como dois anos, para ganhar seu buquê final, porque a boca é de uma finèsse que só se encontra nos grandes Amarones.

Salute Breno e kanimambo pela colaboração

Alvarinho Disfarçado de Riesling

      Me parece que há uma certa concordância de que a Alvarinho tem um “je ne se quois” (acordei cheio das frescuras hoje, rs) de Riesling e o Minho é o Mosel de Portugal ou, quem sabe, o Mosel é o Minho deles! Enfim, para os efeitos deste post isso não vem ao caso, pois corremos o risco do papo virar meio nacionalista, porém tenho que confessar que nunca pus na boca um Alvarinho tão Riesling apesar do corpo! Aliás, pelo corpo talvez mais Alsacia que Mosel, mas acho que já entenderam, certo?

Gloria, um vinho com a característica de acidez rasgante que faz o sucesso dos vinhos da região do Vinho Verde no Minho, norte de Portugal, porém com uma mineralidade muito presente que assume papel protagonista neste vinho. Aqueles aromas típicos dos vinhos bem minerais em que sobressaem o petróleo, e pedra de isqueiro surpreendendo á primeira fungada quem porventura esperasse aquela complexidade de aromas de frutas tropicais e cítricos da maioria destes vinhos. Sim, o mineral também é característica dos vinhos da sub-região de Monção, mas neste caso extrapola.

Já na boca essa mineralidade retoma um caminho mais equilibrado com a fruta cítrica aparecendo mais do meio de boca para o final com boa persistência e corpo, tendo também sentido agradáveis e sutis nuances de damascos frescos no retrogosto. No todo, um vinho bastante agradável que chega ao mercado numa faixa de preços em torno de R$60,00, bem razoável para um Alvarinho de boa qualidade que tem tudo a ver com nosso verão.   $

Aproveitando o ensejo, eis o que o site da Adega Alentejana nos diz sobre esta casta típica de Portugal que também produz belos vinhos na vizinha Rías Baixas, com o nome de Albariño, já do outro lado da fronteira na Galicia, Espanha:

          A casta Alvarinho é considerada uma das mais nobres castas brancas existentes em Portugal. Num país em que a grande maioria dos vinhos é de lote (vinhos elaborados com várias castas), os vinhos Alvarinhos foram os primeiros monocastas a se diferenciarem. O cacho de uvas Alvarinho é pequeno, pouco compacto e com uma forma peculiar, a “asa”. O bago é de tamanho médio, redondo, de cor amarela chegando a tons rosados quando bem maduro.

         A uva Alvarinho é cultivada sobretudo nos municípios de Melgaço e Monção, uma pequena subregião ao norte dos Vinhos Verdes. Nos últimos anos começou a ser plantada também em outras regiões mais ao sul. As videiras de Alvarinho produzem poucos cachos. O rendimento das uvas também é pequeno, sendo necessários 1,6 Kg de uva para fazer uma garrafa de 0,75 litro. Nas outras castas o normal é 1,0 Kg de uva para uma garrafa. Estas são as razões que justificam o preço mais alto deste vinho.

         Os vinhos Alvarinhos atingem facilmente a graduação alcoólica de 13%, os aromas são intensos a frutos citrinos (laranja e limão) e tropicais (manga e maracujá). São vinhos encorpados e com uma bela frescura ácida. Estas qualidades permitem que o Alvarinho possa ser consumido com até cinco anos de vida, o que não é comum nos outros Vinhos Verdes.

Salute, kanimambo e uma bela semana para todos

Soalheiro, melhor Vinho de 2010 para a Revista Wine.

            Soalheiro Primeiras Vinhas 2009 eleito o “MELHOR VINHO DO ANO” pela revista Wine – A Essência do Vinho em Portugal. De acordo com a revista, “Não raras vezes é apresentado como o “Riesling português”. A comparação é elogiosa, ainda que o Soalheiro seja um vinho bem português, do Alto Minho fronteiriço com a Galiza. Fruta, frescura e acidez são atributos que o fazem distinguir-se entre semelhantes e que também lhe permitem uma guarda por períodos mais longos que os habituais no caso dos brancos.” Eu tive a oportunidade de o tomar e comentar, tendo ainda há poucos dias falado dele para uns amigos. Realmente há Alvarinhos mais famosos em terras lusas, mas poucos são páreo para os vinhos deste produtor. Do mais simples rótulo aos mais complexos, sempre garantia de grande prazer e satisfação! ir a Portugal e não trazer umas garrafas na mala é crime inafiancável!! por aqui, quem o traz é a Mistral.

Um salute especial ao Soalheiro!

Caiu uma Guerreira

 

           Há cerca de dois anos tive o grato prazer de conhecer uma Mulher muito especial, com M maísculo! Daquelas guerreiras que enobrecem o sexo feminimo sempre pensando positivo e com um enorme otimismo apesar de uma grave doença que a atormentava. Em Fevereiro do ano passado, quando de minha ida à SISAB, tive o enorme prazer e privilégio de a conhecer pessoalmente e passar algums poucos momentos conversando. Profissional competente, guerreira, travava uma luta pessoal pela vida e por abrir as portas do mundo à sua Adega Cooperativa do Cadaval que fica um pouco orfã neste momento, pois recebi noticia de que ela nos deixou nesta Segunda-feira dia 7 de Fevereiro de 2011. O mundo certamente perdeu uma pessoa muito especial, seus filhos e netos uma pessoa que os amava muito, os amigos e colegas alguém que fará muita falta no nosso dia a dia, mas fica seu exemplo de luta e determinação que devemos seguir sempre. Lutou como pôde e enquanto pôde, mesmo sabendo da luta inglória que travava, sem nunca esmorecer pois tinha paixão pela vida .

         Para homenagear a amiga que partiu tão precocemente, publico aqui um poema de sua autoria  que postei pela primeira vez em 16 de Julho de 2009 . Vai em paz Maria, deixarás saudade.

Esse Vinho

Que me interessa a mim ,

O que dizem os outros,

Não quero saber,

O que pensam ,

Não me importa

Porque os seus pensamentos,

Não são os meus.

Os teus,

Esses sim,

Queria eu saber,

Por onde andas

Queria eu andar,

Onde estás

Queria eu estar,

Fecho os olhos e vejo-te…

Toco na tua boca,

Com a ponta dos meus dedos

E,

Bebes do copo por onde bebi,

Sinto a impressão que percorre a pele

Num ritual infinito,

Como o vinho que bebemos e nos embriaga os sentidos.

Ouço o meu coração falar

Dizer-me,

O queria que me dissesses,

O que queria ouvir de ti

Tenho saudades do teu peito

Tenho saudades do teu corpo

Das tuas mãos no meu.

Tenho saudades de ti

No meu leito.

Tenho saudades desse vinho

E

De todo o teu deleite.

O poema está registrado no IGAC (Inspeção Geral das Actividades Culturais) em Portugal e devidamente protegido por direitos autorais. 

TOPS Argentinos e Chilenos, Valem Tudo Isso?

 Momento de Reflexão para começar bem a semana! Afinal, esses aclamados e altamente pontuados vinhos dos hermanos valem mesmo essa “pipa de massas”, como dizem lá na saudosa terrinha, que pedem por aqui e mesmo lá na origem? São vinhos que variam aí entre os seus R$200 a 700,00! Só para trazer isso para um patamar mais universal, preços entre USD120 a 420 ou Euros 80 a 300!!!!! Sei que quem gosta de fazer suas perguntas semanais são os amigos Claudio e Rafaela (le Vin au Blog), mas não resisti já que ando me surpreendendo com os preços que tenho visto. O pessoal está todo aqui pertinho e cheio das benesses fiscais, os vinhos, bem; alguns muito bons, outros já ìcones, outros negam fogo (ou exalam em alguns casos) na hora H, etc. Será que valem mesmo toda essa grana?

          Fiquei curioso em saber o que os consumidores como um todo acham disso. Eu cá tenho a minha opinião formada e, não desprezando alguns ótimos vinhos que os hermanos produzem, não acredito que valham! Na minha percepção até encaro valores de cerca de R$200, mas acima disso acho um despautério, com algumas raras exceções, se comparado a Barolos, Brunellos, Bordeauxs, Douros, Alentejos, Riojas etc.. Tomar um delicioso Marques de Cáceres Gran Reserva 2001 por R$165, um Il Brusciato de Bolgheri 2006 por R$110, um Amarone Cinque Stelle por R$270,00, Chateau Tour de By Cru Bourgeois 2005 por R$140,00, um Jaffelin Savigny-les-Beaune Premier Cru 2007 por R$180,00, um Barolo Tré Ciabot 2003 por R$190,00 ou até um Cote Rotie La Divine por R$370,00, mesmo achando caro com relação aos preços de origem, ainda consigo entender, agora esses preços dos hermanos ……………..!!!!! Outra coisa, e as notas do tal de Jay Miller degustador mor do Robert Parker e seu Wine Advocate?!! Periga do cara dar 96 pontos para água com gás argentina, chose de loque, sô!

E você, o que você acha?

Salute e aguardo ansioso pelos comentários dos amigos. Kanimambo

Luiz Otavio Degusta Argentinos

           Colaboração do amigo Luiz Otavio direto de Piracicaba e sua ENOPIRA. Já provei o Poesia e concordo que é realmente um belíssimo de um vinho, mas o preço não ajuda, não? Incrível como os vinhos argentinos, isentos de imposto de importação e bem mais próximos da gente, estejam num patamar de preços tão altos! Enfim, isso é papo para outro post, vamos é curtir o que o Luiz tem a dizer sobre os vinhos provados lembrando que, nas palavras dele, “Não tomei as notas com a devida concentração necessária, não conseguindo observar as nuances da sua evolução e nem anotei as minhas impressões, sendo as descrições feitas de memória”  Salute

Degustação de vinhos argentinos

Enopira- 20/01/2011

Vinhos apresentados:

1-      Andeluna Malbec 2009

  • Produtor- Andeluna Cellars- Tupungato- Mendoza- Argentina
  • Castas- Malbec
  • Teor alcoólico- 15%
  • Amadurecimento- 6 meses em barricas de carvalho
  • Preço- R$ 35,00
  • Serviço- Aberto meia hora antes e servido a 16º C
  • Rubi escuro.
  • Nariz- Sorvete mousse de uva, toffe, frutas vermelhas em geléia.
  • Boca- Agradavel, típico, leve dulçor, com sensações de caramelo ao leite, frutas maduras.
  • Nota- 78/15,5

 2-      Synthesis Malbec 2008

  • Produtor- Finca Sophenia- Tupungato- Mendoza- Argentina
  • Castas- Malbec
  • Teor alcoólico- 14%
  • Amadurecimento- 12 meses em barricas novas de carvalho Francês.
  • Preço- R$ 100,00
  • Serviço- Aberto meia hora antes e servido a 16º C
  • Rubi escuro com reflexos violáceos.
  • Nariz- Amora, cereja, toffe, tostado.
  • Boca- Muito agradável, redondo, levemente tânico (muito agradáveis), equilibrado, com sensações de madeira bem integrada, frutas vermelhas e pretas maduras, toffe e café.
  • Nota- 83/16,5

 3-      Clos des Andes Reserva Malbec 2006

  • Produtor- Bodega Poesia- Luján de Cuyo- Mendoza- Argentina.
  • Castas- Malbec em pé franco
  • Teor alcoólico- 14%
  • Amadurecimento- 16 meses em barricas de carvalho Francês.
  • Preço- R$ 100,00
  • Serviço- Aberto meia hora antes e servido a 16º C
  • Rubi escuro.
  • Nariz- Frutas vermelhas, violetas, sous bois e químico(tinta).
  • Boca- Agradavel, redondo, frutas em geleia, tostado, madeira.
  • Nota- 80/16.

4-      Goulart Gran Vin Malbec  2006

  • Produtor- Finca Lugilde Goulart- Luján de Cuyo- Mendoza- Argentina
  • Castas- Malbec de vinhas velhas em Agrelo
  • Teor alcoólico- 14,6%
  • Amadurecimento- 14 meses em barricas novas de carvalho Francês Mercier
  • Preço- R$ 135,00
  • Serviço- Decantado por meia hora e servido a 16º C
  • Este vinho teve duas situações:

               1 – abriu com acetona, trufas, sous bois, frutas vermelhas e pretas maduras. Depois de decantado (tinha bastante borra) perdeu as frutas, ficando num perfil mais rústico, complexo, com madeira, leve balsâmico, eparema, lembrando os Weinert antigos e os Montchenot. Eu gosto deste estilo, mas a maioria dos participantes não.       

              2 – Abri outra garrafa depois da degustação e servi direto, mostrou o perfil frutado e a maioria preferiu ele neste estilo, considerando que matei o vinho ao decanta-lo. Fiquei na duvida?

Outra questão- este vinho tinha uma pimenta preta muito evidente, tendo ficado na duvida se ela é do terroir/vinhas velhas ou de um pouco de cabernet Sauvigon misturada? Para mim foi um vinho muito agradável, mas com um perfil um pouco menos comercial.

  • Nota- 82/16,5

5-      Synthesis The Blend  2005

  • Produtor- Finca Sophenia- Tupungato- Mendoza- Argentina
  • Castas-45% Malbec, 35% Cabernet Sauvignon e 20% Merlot.
  • Teor alcoólico- 14%
  • Amadurecimento- 14 meses em barricas novas de carvalho Francês.
  • Preço- R$ 150,00
  • Serviço- Decantado por uma hora e servido a 16º C
  • Cor rubi escuro.
  • Nariz- Ameixa, cereja, amora, baunilha, tostado.
  • Boca- Muito agradável, viril, madeira bem integrada, com sensações de frutas vermelhas e pretas em compota, tostado, chocolate, café e pimenta.
  • Nota- 84/17

6-      Poesia 2005

  • Produtor- Bodega Poesia- Luján de Cuyo- Mendoza- Argentina.
  • Castas- 60%Malbec e 40%Cabernet Sauvignon em pé franco
  • Teor alcoólico- 14,5%
  • Amadurecimento- 18 meses em barricas novas de carvalho Francês.
  • Preço- R$ 250,00
  • Serviço- Decantado por uma hora e servido a 16º C
  • Rubi escuro
  • Nariz- Fechado e discreto no inicio, complexo, abrindo em frutas pretas, baunilha, tostado.
  • Boca- Muito agradável, elegante, complexo, num claro perfil bordales, com a madeira e a baunilha bem pronunciada, tostado, frutas vermelhas e pretas maduras, leve pimenta.
  • Nota- 86/17

 7-      Pasionado Grand Reserve 2004

  • Produtor- Andeluna Cellars- Tupungato- Mendoza- Argentina
  • Castas-49% Malbec, 26% Merlot,  17%Cabernet Sauvignon e  8%Cabernet Franc.
  • Teor alcoólico- 15%
  • Amadurecimento- 18 meses em barricas novas de carvalho Francês (12 + 6 de blend).
  • Preço- R$ 140,00
  • Serviço- Decantado por uma hora e servido a 16º C
  • Cor rubi escuro.
  • Nariz- sous bois, cereja, ameixa, baunilha, chocolate e café.
  • Boca- Muito agradável, viril, complexo, madeira bem integrada, com sensações de frutas vermelhas e pretas maduras, leve baunilha, pimenta, tostado e madeira.
  • Nota 86/17.

 Obs- notas na escala europeía (0-100/0-20).

 Na degustação foi servido um Dadivas Chardonnay 2009 de boas vindas, e o José Henrique de Paula Eduardo trouxe um Colomé Malbec 2005 (85% Malbec, 10% Cabernet Sauvignon e 5% Tannat) que foi servido depois do Goulart.

Da bateria de Malbec, com 11 votos em 13 a preferência ficou com o Synthesis Malbec 2008.

Da bateria dos blends, a preferência ficou com o Poesia 2005 (7 votos), embora o Pasionado ficou logo atrás com 6 votos.

Em relação custo beneficio a escolha ficou com o Pasionado e o Colomé (R$ 80,00), embora se considerasse que o Andeluna Malbec 2009 está muito bom para a faixa de preço dele.

Dicas e Novidades da Semana

            É, agora este post não tem mais dia da semana para ser publicado e Fevereiro começa cheio de eventos interessantes para os amantes do vinho. Já dizia Alexis Lichine “No que se refere a vinho, sempre recomendo que se joguem fora tabelas de safras e manuais investindo num saca rolhas. Vinho se conhece mesmo é bebendo!”. Então o negócio é participar do maior número possível de degustações, uma forma econômica de provar e desbravar esse mundo regido por Baco! Neste mês, diversas oportunidades para isso em diversos lugares do Brasil. Uma de Espanha e outra da França. Uma aqui pertinho de Sampa, na Granja Viana, outra no interior no já famoso Enopira de Piracicaba. Mas tem mais, tem jantares harmonizados em Porto Alegre, Vindima de 2011, aula de tintos de verão, acompanhe abaixo porque tem coisa!!!.

Vino & Sapore e Peninsula te levam numa viagem de sabores pela Espanha – No próximo dia 10 às 20 horas, com apresentação do Juan Rodrigues, homem que mais entende de vinho espanhol neste país, num papo informal, vamos viajar por diversas regiões e cepas mostrando que a Espanha também é diversidade! Só rótulos de primeiro nível a começar por um espumante delicioso recém premiado pela concurso “Nariz de Oro” (somelliers espanhóis) como o segundo melhor cava do país! O Melhor, bem esse título ficou em casa porque o ganhador foi a versão Rosé dele ou seja, no popular, a Juve y Camps fez barba e bigode!

  • Juve Y Camps Vintage (cinta purpura) – Penédes – Guia Penin 88 pontos
  • Martin Codax Albariño – Galicia/Rias Baixas – Guia Penin 88 pontos
  • Protos Rosado – Ribera Del Duero – Marcelo Coppelo 88 pontos
  • Cuatro Pasos – Bierzo – R.Parker 90 pontos
  • Viña Sastre Roble – Ribera Del Duero – não avaialdo nesta safra 08 que degustaremos, mas tanto Parker como o Guia Penim já lhe deram 90 pontos em diversas safras.
  • Almirez – Toro – R.Parker 91 pontps
  • Mestizage Tinto – Valencia – o mais recente lançamento da importadora, vinhos elaborados com uma uva pouco conhecida em terras brasileiras, a Bobal de vinhedos bem antigos. Guia Penin e Robert Parker, ambos lhe deram 90 pontos

Para acompanhar; frios espanhóis (copa, chouriço, presunto), água, pão, azeite especial espanhol Pepita. Investimento nesta viagem, apenas sessenta Reais com R$20,00 sendo retornado em crédito na compra de qualquer dos rótulos provados. Vagas limitadas e estes eventos costumam lotar rápido, então não hesite e ligue para (11) 4612.6343 ou envie e-mail para comercial@vinoesapore.com.br, o quanto antes para garantir seu lugar! Onde fica, na Granja Viana, clique no link aqui do lado e veja o mapa de acesso, fácil, fácil!!

Enopira, sempre – também dia 10 e desta feita com um encontro para degustação de grandes vinhos franceses de diversas regiões. O incansável Luiz Otavio promove mais este encontro de prima com vinhos frutos de seu garimpo. Veja abaixo e lembre-se, as vagas são limitadas, ligue “djá’!

LOCAL: ENOPIRA

Rua Mamede Freire nº 79             Piracicaba SP

FONE: (019 ) 3424-1583-  Cel. ( 19 ) 82040406

luizotaviol@uol.com.br – www.enopira.com.br 

DIA: 10/02/2011 (quinta-feira)          HORÁRIO:20:00 h

VINHOS APRESENTADOS

1-      Aubry Premier Cru NV- Champagne- Boas vindas

2-      Zind-Humbrecht Riesling Herrenweg de Turckheim 2005- Alsace

3-      Baud Château Chalon 1992- Jura

4-      Prestige des Rocailles Chignin Bergeron 2006- Savoie

5-      Lamarche La Grande Rue Grand Cru Monopole 2001- Bourgogne

6-      Château Beaucastel Chateauneuf du Pape Rouge 2000- Rhône

7-      Château Deffends Cuvée Premiere Rosé 2009- Provence

8-      Château Cabezac Grande Cuvée Belvèze 2004- Languedoc-Roussilon

9-      Château Pichon Baron 2002- Bordeaux

10-  Joly Clos de La Coulée de Serrant 2005- Loire

Após a degustação será servido: Truite au Jambon e Magrets de Canard au Poivre Vert

 PREÇO POR PESSOA: R$ 300,00

Itália não é só Piemonte e Toscana – isto é o que você irá descobrir se embarcar nessa viagem com  o Aguinaldo Zackia do Degustadores sem Fronteiras, que não necessita de apresentações. Agora, a viagem precisa então prepare-se para experiências diferentes viajando em Abril  pela Franciacorta, Veneto e Sicilia tendo-o como cicerone. Só a visita á Masi, Ca d’Bosco e Peninsula de Sirmione já me deixaram aguado! Veja o roteiro completo abaixo e detalhes de preço e outras duvidas entre em contato com ele diretamente através dos telefones (11) 3287 1703/8247 9721 .

Saída – Sábado – 16-04 – SP/MILÃO

GR Voo TAM JJ8062 20:45/Chegada Milão 13:00 17:04

1º dia – Domingo– 17-04 – Colombaro di Corte Franca 

Hospedagem no HOTEL RELAIS FRANCIACORTA ****, em Colombaro di Corte Franca, Lombardia, próximo a Brescia. Visita à região e ao Lago de Iseo.

Visita à região e ao lago.

Jantar livre (Talvez no hotel)

2º dia – 2ª feira– 18-04 Colombaro di Corte Franca

Visita à cidade Sirmione e ao Lago di Garda. Visita às ruínas romanas de Sirmione (Catulo, etc..)

TOUR DA PENINSULA DE SIRMIONE de barco pelo lago di Garda (incluso).

Almoço em Sirmione .

Opções de restaurantes para almoço e jantar a serem sugeridas

3º dia – 3ª feira – 19-04 – Verona

Saída para Verona  fazendo visitas.

Visita ao produtor CA´ DEL BOSCO, em Erbusco, perto de Brescia, na região DOC de Franciacorta. www.cadelbosco.com 

Almoço no Ristorante alla Coa, em Pescantina, perto da vinícola Tedeschi.

Visita ao produtor AGRICOLA FRATELLI TEDESCHI, em Pedemonte di Valpolicella, na região DOC  Amarone della Valpolicella. www.tedeschiwines.com

Hospedagem em Verona.

Jantar livre – Sugestão: Antica Botegga

4º dia – 4ª feira – 20-04 – Verona

Visita ao produtor MASI, na região DOC Amarone della Valpolicella, www.masi.it

Almoço livre – Restuarante a ser sugerido

Vista produtor DAL FORNO ROMANO,na região DOC Amarone della Valpolicella, www.dalfornoromano.it 

Volta a Verona.

Jantar no Ristorante Il Cenacolo, em Verona, www.ristoranteilcenacolo.it

5º dia – 5ª feira – 21-04 – Full day Verona, Mantova, Parma. Verificar a possibilidade de visita a um produtor de queijos em Parma.

Jantar: Sugestão: Restaurante Al Pompieri, em Verona, www.alpompieri.com  , ou mesmo em Parma.

 6º dia  – 6ª feira – 22-04

Full day Verona, Modena, Bologna.

Visita ao Museo Ferrari di Maranello (incluso).

Almoço no Museo Ferrari , com água, ¼ vinho e café (incluso).

Degustação de aceto balsâmico em Modena, capital mundial do produto (incluso).

7º dia  – sábado – 23-04 – Verona/Veneza

Visita a Veneza.

Almoço em Veneza em restaurante de 1ª linha (incluso).

Noite livre em Verona.   

8º dia  – Domingo – 24-04 – Verona- Catania – Taormina

Verona 11:25/ Roma 12:25 – Roma 13:40/ Catania 14:55

Partida de Veneza para a Sicília. Chegada ao aeroporto de Catania e transfer para o hotel.

Almoço livre.

Hospedagem no HOTEL VILLA DIODORO ****, em Taormina.

Passeio a pé pela cidade encantadora Taormina.

Jantar na cidade. Restaurante a ser sugerido

9º dia – 2ª feira – 25-04 – Taormina/Siracusa/Taormina

Saída cedo de Taormina em direção a Siracusa para visitar o Parque Arqueológico de Ortigia, almoço e volta a Taormina.

Almoço em Siracusa.

Jantar livre em Taormina. Restaurante a ser sugerido.

10º dia – 3ª feira- 26-04 – Taormina

Taormina/Etna Nord/Randazzo/Taormina

Visita à cratera Silvestre e ao topo do vulcão Etna.(incluso)

Jantar e almoço livres.

 11º dia – 4ª  feira- 27-04 – Taormina/Palermo

Taormina / Vallelunga/Palermo

Visita ao produtor TASCA D’ALMERITA , www.tascadalmerita.it

Hospedagem no HOTEL CENTRALE DE PALERMO ****

Jantar livre, talvez no Hotel.

12º dia – 5ª feira – 28-04 – Palermo/Trapani

Saída para Trapani. Visita à vinícola DONNAFUGATA, www.donnafugata.it

Almoço.Provavelmente na  vinícola CALATRASI, www.calatrasi.it    , localizada entre Monreale e Trapani.

No caminho, visita à área arqueológica de SEGESTA.

Tarde e noite livres em Palermo.

 13º dia – 6ª feira – 28-04 – Palermo-Menfi

Saída para Menfi. Visita à região.

Visita ao produtor de vinhos e azeites PLANETA, em Menfi,  www.planeta.it  . Degustação de vinhos e azeites.

Almoço pelo caminho ou na própria vinícola.

Visitas culturais na região de SELINUNTE.

Jantar livre

14º dia– sábado – 30-04 – Palermo-Marsala –

 Visita à cidade de Palermo. Visita aos principais pontos de  Marsala. (Capella Palatina e Cattedrale)

Visita a produtor a ser decidido.

Almoço na Cantine Florio, www.cantineflorio.it .

Jantar – Livre

JANTAR DE DESPEDIDA – No RISTORANTE OSTERIA DEI VESPRI (incluso).

15º dia – Domingo-01/05 – Palermo/Roma /SP

Manhã livre.

Voos: Palermo 15:10/Roma 16:20 – Roma 19:20/ SP 06:20

Peninsula anuncia chegada do Perro Verde! Não, a importadora ainda não entrou no ramo de importação de animais! Perro Verde é uma expressão espanhola semelhante à nossa “mosca branca”, um achado, coisa rara! É um vinho branco da casta verdejo (Rueda – Espanha) a quem o famoso Guia Penim (mais importante de Espanha) deu 90 pontos. Uma boa dica para este verão quentíssimo. Nas boas casas do ramo por cerca de R$70,00.

Vindima 2011 na Pizzato em Bento – Tradicional no Rio Grande do Sul, a festividade atrai turistas de todo o país para a natureza e os vinhos da Serra Gaúcha e a PIZZATO Vinhas e Vinhos promove duas atrações, com agendamento antecipado, para comemorar o momento. Uma das atrações é o Dia da Colheita, que acontece todos os sábados, de 12 de fevereiro a 19 de março de 2011.

           A programação é de um dia e os visitantes participam da colheita com o proprietário Plínio Pizzato. Ele irá explicar todo o processo da viticultura, do plantio das videiras ao amadurecimento das uvas. Junto com os enólogos, os participantes irão conhecer a vinificação, com a tradicional “pisa das uvas”. Depois os visitantes seguem para a prova dos vinhos, finalizando com almoço harmonizado com vinhos e espumantes da PIZZATO.

        Outra atração fica por conta do Piquenique nos Vinhedos, que acontece diariamente a partir de 1º de fevereiro até 30 de março de 2011. No cardápio são oferecidos queijos, pães e biscoitos coloniais, frutas secas, frutas frescas da estação, chocolates, espumante, vinho, suco de uva natural e água.

Confira mais detalhes e preços no site da vinícola WWW.pizzato.net

 Se Piracicaba tem Luiz Otavio, Porto alegre tem Maria Amélia – outra incansável promotora de conhecimento enófilo que tem uma série de jantares harmonizados na cidade exaltando o verão. Um já foi, mas ainda tem mais alguns para os amantes da enogastronomia se esbaldarem!

Breno Raigorodski e os tintos de verão – sim eles existem e o Breno, profundo conhecedor que é, montou uma seleção de dar água na boca. Para maiores detalhes e reserva, contate o Breno através do mail: brenoraigo@gmail.com . Vale conferir!

Ufa, chegamos ao fim e se você também chegou até aqui, grato pela persistência! rs.

Salue e kanimambo