Cistus Reserva Branco na Taça
Da Quinta Vale da Perdiz no Douro, vem este delicioso corte de Rabigato, Códega do Larinho, Arinto e Malvasia Fina. Desde a primeira prova feita com os vinhos Cistus aqui na Granja Viana na companhia do produtor já faz uns cinco anos, foi um vinho que me seduziu e que mantenho sempre por perto, um tremendo coringa.
Um vinho muito bem elaborado, sem passagem por barrica, só inox, traz um toque mineral, muito frutado com lembrança a frutos de caroço como pessego e damasco, algo de ervas e sua boa acidez nos remete a algo mais cítrico, me gusta! Melhor ainda, na boca que no nariz, com boa cremosidade e volume de meio de boca e boa persistência.
Parece um vinhaço caro né, mas não é. nem vinhaço nem com preço nas alturas, mas um vinho que faz bonito na mesa como fez com este arroz de Bacalhau à Braz caseiro. É, acima de tudo, sedutor na boca e no bolso já que anda na faixa dos 100 a 130 Reais o que me apraz muitíssimo, porque vinhos bons com preços nas alturas o mercado está cheio e eu gosto mesmo é de fuçar e encontrar vinhos que chamos de, mais “terrenos”! recomendo, vale bem a pena e vale explorar seu irmão tinto e alguns mais nobres na hierarquia familiar do produtor, mas aí o bolso tem que ser mais fundo. rs A foto peguei de uns anos atrás, a safra hoje no mercado é outra, porém o vinho segue bom, pode confiar.
A Quinta Vale da Perdiz fica estrategicamente localizada entre a Quinta da Leda e a Vale do Meão, que primazia não? Com essa localização tem que ser muito incapaz para não elaborar vinhos bons né, pelo menos penso assim. É isso meus amigos, em breve falo de um Encontro Mistral de que pouco falaram até agora. Fui, kanimambo e até ao próximo post. Saúde
